segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Vamos Reconhecer e Conquistar


Sempre que chega um final de ano, é o momento certo para investir 10 minutos do seu tempo para se fazer um balanço do ano que está a terminar.
A melhor forma que conheço é colocar questões a si mesmo como:
  • O que e quem mais/menos me marcou este ultimo ano?
  • Qual o nível atingido dos meus objectivos propostos para este ano? (de 0 a 10)
  • Qual foi a minha maior desilusão/orgulho deste ano?
  • Com quem mais me identifico das pessoas com quem convivi ou conheci este ano?
  • Senti-me útil este ano? De que forma?
  • O que/quem mais me fez rir este ano?
Com as resposta obtidas devo decidir o que quero dispensar e o que desejo manter.
Com o que quero dispensar, que lições retiro daí?
Com o que quero manter, que soluções seriam possíveis para melhorar o meu desempenho?
Que mais gostaria de atingir ou fazer de diferente este novo ano?

Garantidamente, com as suas respostas, acabou de definir os pontos fulcrais para este novo ano. Agora só falta criar uma estratégia, colocando datas e submetas em cada um dos pontos. De forma que desenhe cada passo que deverá dar para concretizar essas metas.
É extremamente importante contabilizar com algumas possíveis "derrapagens" e também qual o prémio que vai atribuir a si mesmo pela conquista.

Desta forma, em vez de desejar um Excelente ano de 2013, vou antes desejar-lhe que tenha e mantenha força anímica, a mente limpa (qb), vontade em querer fazer diferente sendo a diferença, resiliência nos momentos mais complicados e esforçar-se a ver o lado positivo de tudo que lhe possa acontecer.

É verdade, sem nunca se esquecer de DIVERTIR-SE, por mais complicado que lhe pareçam as situações, pois desse modo vai ser uma ajuda enorme em manter o seu espírito forte e corajoso.

Ok tá bem .... Um EXCELENTE Ano 2013.
Paulo Renato

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Seguir seus sonhos


Por mais incrível que possa parecer, querer atingir seus sonhos pode significar ter de deixar de ouvir muitas das coisas que lhe dizem (embora porem, esta semana fui questionado se ainda se poderia sonhar).
Não porque alguém lhe queira o mal, mas maioritariamente porque esse alguém lhe quer o bem. 

Todas as pessoas tem uma forma de pensar diferente - resultado de toda vivência e conhecimentos adquiridos até ao momento - consequentemente de interpretar os seus desejos e os dos outros, igualmente diferente.

Por vezes o medo de permitir que uma pessoa de quem se gosta ou ama, falhe - porque ela própria já falhou no seu passado - interrompe uma sequência de pensamentos (seguidos de acções)  pró-activos que poderiam desencadear uma revolução naquela área de actividade.

Tudo aquilo que poderia ter um resultado de sucesso, passou a ter uma conexão de fracasso - meramente pela opinião de uma outra pessoa que até lhe quer bem -  sem antes tentar e esforçar.

Isto porque alguém pensou/interpretou que o seu sonho era absurdo ou fora desta galáxia (lol - bem vindo ao club).
Se Thomas Edison não persistisse na sua ideia, a humanidade estaria até hoje vivendo no escuro.
Bill Gates abandonou a faculdade para fundar a Microsoft. Se ele tivesse seguido o que lhe disseram, seria apenas um medíocre advogado e a humanidade não estaria vivendo a era da informação. Talvez a informática não fosse tão popularizada e estaríamos ainda no tempo do papel.
Quando Albert Einstein estava no ensino médio, foi reprovado em álgebra  Se tivesse dado ouvidos às pessoas, seria considerado incapaz e a humanidade perderia um grande génio.

Estes são apenas alguns poucos exemplos que fundamentam que às vezes é melhor pensar, ouvir, olhar e sentir as suas próprias razões dos seus sonhos, alimentando o desejo de concretizar e tornar realidade.

Seguir conselhos? Só de pessoas que possam ter uma ambição tão grande como a sua ou que reúnam características fundamentais, em que essa aliança se torne um apogeu.

Por isso deixo-lhe um conselho - LOL - siga o seu coração, siga o seu sonho. Junte toda a sua energia, com o desejo de obtenção e passe ao ataque (acção).

Quando o desejo de realização de um sonho é a força impulsionadora de um individuo, nada o deve fazer parar. Seja resiliente e emerja pelo lado que possa parecer mais relutante aos outros.
Vai ver que não tem concorrentes à altura.

Na matemática diz-se que o menos pode ser mais. Seja esse mais.

Lembre-se: Somos o que pensamos e tornamos-nos no que fazemos!
PR

domingo, 23 de dezembro de 2012

O custo de endividar-se


Estamos numa época que é normal as pessoas gastarem desmedidamente - época natalícia.
As compras nesta altura, torna-se um hábito como se fossem obrigados a fazê-lo, transformando-se em diversão. 
A correspondência com o seu ego de andarem com varias sacas, demonstrando que tem poder monetário para tal ou a imagem que se pretende transmitir que maioritariamente é falseada pode se tornar o seu mais inimigo durante muitos meses.
O uso incontrolável daquele que aparentemente é o seu meu "amigo" momentâneo, pode configurar-se como a sua  derrota nos meses seguintes - "crédito".
Ser possuidor de dividas, tem duas imagens possíveis:

  • Se estou endividado significa que vou ter que fazer algo mais (do que tenho feito até agora) para obter mais lucros e fazer face aos novos valores contraídos - pensamento pró-activo;
  • Se estou endividado significa que vou ter que cortar em algo daqui para a frente (vida própria), para fazer face aos valores dispensados - pensamento de contenção.
Sentir-se endividado, tira de uma pessoa o seu amor-próprio, tornando-se o objecto de seu próprio desprezo (maioritariamente).  Principalmente quando chega a altura de ter que pagar o que deve, fica indignado com o valor, interrogando-se do valor, passando de imediato a reclama-lo - pois estou a pedir um valor por algo que já consumiu, já gastou ou que já não é novidade - como se costuma dizer: "Obter a troco da nada. Isso não existe."

Assumir o controlo do que gasta ou até onde pode gastar:
Manter o equilíbrio dos seus gastos, vão conduzi-lo continuamente a ter a sua Vida Própria, após qualquer época.


sábado, 22 de dezembro de 2012

Questão de mestre!

Colocaram-me uma pergunta que considero de mestre!
De que forma é que acha que consegue atingir ou marcar diferença numa outra pessoa?

Tal como a pontuação numa frase.
Sempre que consigo colocar um sinal de pontuação nos pensamentos de alguém, estou a conseguir de uma forma ou de outra, fazer parte da vida dessa pessoa, por mais pequena que seja. 
Quando uma pessoa se interroga sobre algo ou de si mesmo, independentemente de ser comportamental ou não; sempre que fica espantado ou coloca um ponto final, em qualquer matéria que sentia estar incompleta, estou a contribuir no retirar, limpar, polir ou até mesmo se deve colocar aquela "pedra" no seu caminho.
Dessa forma despertar-lhe atenção, ficando alerta para algo que deve transformar, assumindo uma tomada de consciência.
Isto é o que faço!

PR - Paulo Renato

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Será duvida, indecisão ou medo



Muito tempo passa entre a estagnação dos pensamentos com a indecisão, duvida e o medo, que conduzem um individuo a não realizar e/ou conquistar aquilo que tanto deseja.
Esse sentimento que ele mesmo não sabe muito bem o que é, nem como aparece sem pedir para entrar ou até mesmo bater à porta, apoderam-se da vontade própria obrigando-o a uma inercia, por vezes inacabável.
Será que é a duvida que leva à indecisão e amplia o medo ou a indecisão que faz ter duvidas colocando-me com medo, ou ainda o medo de algo faz duvidar de mim mesmo e por isso ficar indeciso, ou ainda a duvida do que possam pensar deixa-me com medo e a indecisão apodera-se de mim, ou ainda a indecisão é fruto do medo que faz-me ficar na duvida, ou ainda os meus medos (identificados ou não) fazem-me ficar indeciso e ir à busca de encontrar resposta nas duvidas?
Uma coisa é certa, em qualquer um dos casos a inercia vai ser “my middle name”.
Mas consigo eu, falar com esses Srs. e dizer-lhes para pararem de atormentar e permitirem que faça, arrisque, corra ao meu desejo? O que vou fazer para conseguir tirar estes 3 maiores inimigos da mente humana?
Quando se encontra neste estado, o mais usual é falar a outros sobre as suas ideias e receber o feedback, de forma a corroborar o seu desejo. Embora, aqueles que ao ouvirem as suas visões e sendo pessoas mais decididas, passam de imediato à acção – criando algumas alterações na sua ideia original, constituindo assim uma nova perspectiva e assim uma ideia deles e não sua – e com o que fica você?  Com uma ideia singular e que revolucionou a uma outra pessoa concretiza-la, ampliando-a com um acrescentar de uns “pozitos”.
Então como poderei contornar esta angustia? Furando-a.
É de carácter comum que quando deparamos-nos com algo que nos bloqueia, se deve contornar esse obstáculo, mas neste caso ele encontra-se dentro de si, por isso não contorne, FURE.
Quando esses sentimentos começam apoderar-se da sua mente, é um sinal que chegou o momento certo para avançar. Quanto mais pensa se deve agir ou não, mais as “boxes” da sua mente ficam baralhadas. Comece por definir qual é que seria o 1º passo a tomar (logo a seguir à sua decisão de avançar), e depois o 2º, o 3º e o 4º.
Com isto não estou a dizer, que deite fora um dos princípios fundamentais – escrúpulos – não necessita de calcar ou “cilindrar” outros, apenas siga o seu trajecto  Desde que não infrinja com a liberdade de outros, ou que as suas acções possam se tornar uma lição para os outros, siga a sua vontade.
E quando chegar ao seu 10º passo, vai-se aperceber que o seu sentimento inicial de inquietação que surgia com a ideia de perigo e/ou incertezas reais ou aparentes, já são do passado e não fazem mais sentido. Além de que os novos avanços substituem os fracassos ultrapassados, tal como aquilo que pensou ontem, com aquilo que aprendeu hoje (com a ideia inicial), amanha já vai ser obsoleto.

Vá ao Ataque!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O vendedor de sonhos

   
    "Trabalhamos, compramos, vendemos e construímos relações sociais; discorremos sobre política, economia e ciências, mas no fundo somos meninos brincando no teatro da existência, sem poder alcançar sua complexidade. 
    Escrevemos milhões de livros e os armazenamos em imensas bibliotecas, mas somos apenas crianças. Não sabemos quase nada sobre o que somos. 
    Somos biliões de meninos que, por décadas a fio, brincam neste deslumbrante planeta"

Extraído do Livro "O vendedor de sonhos" de Augusto Cury

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Porque não avança na vida?!?



Usualmente quando alguém tenta alcançar um objectivo que tinha definido e dado as conhecer a “sete ventos” e não consegue atingi-lo, transforma-se numa metralhadora de desculpas, dispara para qualquer lado justificando-se sobre qualquer coisa que se mova ou num “Sniper” – com uma objectividade muito precisa – em que a razão é exactamente aquela (aquele ponto), por não ter conseguido atingir.

Na verdade toda a gente tem sonhos e/ou objectivos a atingir (aqueles que não os tem, inconscientemente, entram num estado de depressão/frustração – de incompreensão de si mesmo ou de tudo que lhe acontece e até mesmo de sua existência, colocando-se numa crise existencial – como diz um psicólogo amigo), mas a palavra MEDO é o arame – por vezes muito fino – que não deixa as pessoas avançarem, seja no que for.

Não estou a querer dizer com isto que o “medo” é algo que não se deva ter, pois ele é preciso para nos colocar alerta e fazer-nos sentir gloriosos quando o superamos.

Mas saber e conseguir controla-lo é fundamental para se avançar, seja no que for na vida. Transformando esses momentos emocionais em mentais e seguindo o rumo traçado – estar equilíbrio com a respiração, batidas do coração e focos direccionado no que quer.

Quando me refiro ao MEDO, ele pode ser tanto no segmento do sucesso como no insucesso, vejamos o esquema: 




 Para aqueles que tem medo de falhar ou errar e pensa que isso só acontece consigo? Pois tenho a dizer-lhe que isso acontece a quem tenta e não conheço ninguém de sucesso que nunca tenha fracassado, falhado ou errado. Bem pelo contrario, a existência do InSucesso na vida de um individuo é sinonimo que persistência e de que não se deixa ir ou ficar ao “sabor da maré” e a sua tenacidade e resiliência vão conduzi-lo ao Sucesso.

Tomando este esquema como principio e lembrando-nos da Parábola dos Talentos, o mais indicado a fazer é:
  •      uma lista daquilo que pensa ser as suas qualidades e potenciais;
  •      definir o que realmente deseja;
  •      esquematizar um plano de acção bem estruturado

E PASSAR AO ATAQUE!

Se atingiu o Sucesso desejado, faça uma nova lista com a realidade actual, desenhe tanto próximo objectivo como o próximo passo. Este não tem de ser de tamanho gigante, pois penso que não o seja. Siga a mesma estrutura e associe-se a quem juntamente consigo, possam atingir o tal passo de gigante.

“O melhor seria dizer que uma vitória não é nada mais, do que o resultado inevitável de uma sequência de fracassos devidamente reavaliados e corrigidos . . . Porque o verdadeiro vencedor, não é aquele que vence todas as tentativas, mas quem apesar de sucessivas derrotas, jamais deixou de tentar . . . Assim concluímos que não existem verdadeiros perdedores, mas sim, pessoas que deixaram de tentar muito cedo e por isso nunca chegam a vencer . . . Porque a vitória é somente o resultado de inúmeras derrotas somadas, devidamente reavaliadas e corrigidas . . .
                                                                                                               Edna Goetten

Arrisque, ninguém sabe o resultado até ter tentado.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O que nunca dizer numa entrevista




Numa entrevista de emprego, as perguntas feitas pelo recrutador podem ser clássicas, mas as respostas dadas pelo candidato não. Fugir ao senso comum e ser autêntico, de facto, é a chave para se conseguir destacar nesta etapa do processo de selecção.
Na meta de mostrar quem se é de verdade, há quem perca o bom senso e descambe para assuntos, frases e posturas inadmissíveis quando o que está em jogo é o seu lugar para aquela vaga. Verifique as frases (e consequentemente, respostas e atitudes) proibidas durante a entrevista de emprego:

Erros de português
É comum que, em momentos de extremo nervosismo, alguns tropeções no português aconteçam. Mas isso, jamais, deve ser a regra. Segundo especialistas, todos os candidatos precisam ter atenção redobrada ao conjugar verbos ou, simplesmente, ao pronunciar algumas palavras.
Com isso, fique atento para não rechear seu discurso com concordâncias verbais ilógicas e vícios de linguagem.

Dizer mal do chefe anterior
"O meu ex-chefe era muito controlador (ou mal amado ou chato ou incompetente) ou qualquer outro adjectivo negativo para quem dominava a batuta na sua antiga empresa. Falar mal do chefe ou da antiga empresa é, de longe, um dos piores erros em uma entrevista de emprego.
Pode sempre demonstrar que você não soube fazer boas escolhas de carreira. Foque o seu discurso em como desempenhou sua função e nas situações que acrescentaram valor à sua carreira.
A sugestão é: se o descontentamento com o chefe e emprego anterior estiver latente, mantenha se calado.

"Em cinco anos quero estar no seu lugar"
Alguma ambição marca sempre alguns pontos a favor do candidato. Mas um tom de agressividade, de interesse para além da conta e até de vocação para "puxar o tapete do outro" assustam. E muito. "Cinco anos é um prazo muito pequeno. No mínimo, pode mostrar que você não tem paciência".

"Aqui é uma boa empresa para começar minha carreira"
Atenção extra para não demonstrar que você vê esta oportunidade como um mero trampolim profissional.
Você não pode pensar que a empresa vai apenas te dar um bom nome no currículo para abrir portas noutra companhia. Não pode pensar, muito menos argumentar isso na entrevista.

Inventar valores
Quando questionado sobre valores de mercado e estatísticas, cuidado para não inventar. Mentir nunca dá resultado numa entrevista de emprego.
Chutar alto ou baixo demais pode mostrar falta de noção do contexto de mercado onde sua a profissão está inserido.
Na dúvida, admita que não tem ideia dos números exactos.

"Eu preferia outro trabalho mas chamaram-me para este e resolvi tentar."
Demonstrar interesse é essencial. Desdenhar da oportunidade, no entanto, é um erro crasso do candidato. Ninguém quer recrutar alguém que não gosta do que vai fazer. Por isso, é fundamental mostrar foco na hora da entrevista. Se você quer muito outra área, não deve sequer ir a uma entrevista para um tipo de trabalho que não quer.

Fazer demasiadas perguntas
A nova geração de entrevistas de emprego abre espaço para que o candidato também faça perguntas e perceba melhor a que tipo de vaga se está a candidatar. Cuidado para não exagerar e colocar o recrutador contra a parede.
A entrevista não é o momento para discutir políticas internas da empresa. Questões ligadas à legislação e negociação salarial deve ficar para um segundo momento.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Relacionamentos 4


Muito se fala sobre o tema Relacionamentos, que acaba-se por não se ter noção do que seguir.
Embora já tenha publicado 3 Posts sobre este tema, venho agora deixar duas frases que encontrei que penso serem fulcrais para o entendimento entre pessoas (principalmente para aquelas que tenho trabalhado ultimamente): 


"Saber encontrar a alegria na alegria do outro, é o segredo da felicidade."
                                                                              George Bernanos


"A amizade é uma predisposição reciproca que torna dois seres igualmente ciosos de felicidade um do outro."
                                                                                                            Platão

sábado, 8 de setembro de 2012

Como a 1ª Vez

A partir de hoje vou viver cada dia como se fosse a 1ª vez.

Algo que usualmente fica na nossa mente é a 1ª vez, em quase tudo que se fez ou passou.
Quando aquele momento aconteceu, o nervoso tomou um certo poder das certezas e as emoções ficam ao rubro. Tudo era novidade e com grande satisfação se vivência tudo. Todos os pormenores eram relevantes e considerados como ensinamentos.
Aquela 1ª vez que fui para a escola e me vi rodeado de outras pessoas "estranhas" ao meu mundo; a 1ª vez que considerei alguém como meu amigo; tal como a 1ª vez que me apaixonei; o 1º beijo; aquele 1º abraço; a 1ª vez que fui ao cinema, com os meus pais e sem eles; aquela 1ª vez que fui a uma discoteca ou sai à noite; o meu 1º emprego/trabalho; a 1ª vez que fiz amor; o 1º filho/a; a 1ª vez que ...
Aquela 1ª vez que não significa que tenha sido tão prazerosa, mas que foi vivida intensamente e que faz historia das minhas recordações.


Será que hoje quando desloco-me para o emprego, sempre pelo mesmo trajecto todos os dias, sinto aquele nervoso do que possa acontecer nesse dia de trabalho? Quando já lá estou, existe algum pormenor que desperta-me o interesse? Mesmo aquela opinião diferente, recebo-a de forma prerrogativa ou sempre com uma perspectiva pejorativo?
e chegando a casa dou ou recebo aquele beijo e abraço apaixonado como a 1ª vez?
Busca-se tanto as certezas no interior da zona de conforto, que se acaba por perder as emoções que nos faz sentir vivos.
Sempre que se passa pela experiência da 1ª vez, o sentido de alerta fica mais apurado e o desafio vai aprimorar aquele momento de modo a vivê-lo intensamente. Será que vivo cada momento intensamente e com prazer?


Por isso, a partir de hoje, tomei a decisão de viver cada dia como se fosse a 1ª vez.


Quando for para o emprego, vou optar por um caminho diferente ou vou tomar café num outro estabelecimento. Vou escutar com mais atenção as outras perspectivas, pois terão sempre algo a ensinar - quanto mais não seja, algo que nunca irei fazer. Vou executar as minhas tarefas estando atento aos resultados efectivos, para que na próxima vez, possa melhorar sempre algo.
A partir de hoje, vou oferecer a melhor recepção, quando chegar a casa. Vou "rechear" aquele momento com duas das mais fortes formas de transmitir afecto, um beijo e um abraço caloroso - e não mais permitir que a rotina apodere daquele momento singular.
E quando deitara a cabeça na almofada, vou sentir-me realizado e com um enorme prazer com as sucessivas 1ªs vezes deste dia.


A partie de hoje, vou viver cada dia como se fosse a 1ª vez.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Manter um objectivo na vida

As rotinas diárias e a falta de novos inputs são uma das principais razões de um sentimento de falta de sentido na vida.
Preferencialmente, é usual querer manter-se na zona de conforto, onde as rotinas sistemáticas, mantém um equilíbrio emocional e organizacional consolidado. Já se sabe (mais ou menos) tudo o que vai acontecer, o programa mental fica de tal forma viciado, que os dias passam e já nem se contam.
Esta formula "mágica" é sustentável, mas de curta duração, pois passados anos, a maldita introspecção vai fazer saltar da sua "box", muito bem guardada e escondida com o propósito de auto protecção, o sentimento de revolta.
O que eu fiz? O que criei? O que concretizei? .... O que ando a fazer?
Cresci - sonhei; estudei - sonhei; namorei - sonhei; trabalhei - sonhei; casei - sonhei; filho(s) - sonho deles.
Quando se atinge este nível, uma boa quantidade de pessoas, retiram a importância dos seus sonhos e substituem pelos dos filhos.
Onde é que os filhos vão alimentar e consolidar os seus sonhos? Será que poderá ser por sonhos em conjunto? Por algo que continuam a ver dos seus pais?
Manter um propósito de vida, vai ser a força e a energia de se sentir útil e vivo.
Só existe sentido de vida quando percorre um caminho a ser atingido. Idealizar esse caminho, criar uma estratégia e sair da zona de conforto, arriscando nesse trajecto.
Nunca ninguém atinge uma idade de decadência, até que assim o decida. Ser a outra pessoa, que por vezes os outros questionam como mantém essa energia e uma sanidade mental como só agora estivesse a começar a sua peugada a aquele sonho. a persistência na conquista de algo mais, vai transformar-se no "açúcar" que vai contrastar com a azedes.
Olho-me ao espelho - e se assim o faço é porque estou vivo.
Sonhos que me faltam realizar ...
Vamos ao ataque!




sábado, 2 de junho de 2012

O hábito de adiar

Todos os dias somos bombardeados com novos acontecimentos, desafios e situações que naqueles momentos passam assumir um outro nível de prioridade. Contudo as outras que já vinham, de um atrás, ficam nessa mesma posição.
À pessoas que são muito boas a começar processos e até mesmo a estrutura-los, mas facilmente são más a finaliza-los. Cada dia que passa, novos desafios vão aparecendo e seguindo esta lógica, os vários processos vão-se acumulando. Até chegar a um ponto em que a desorientação e o sentimento de falta de espaço mental, apoderam-se de si.
Tal como uma senhora que passa a semana fora ou na correria do seu dia a dia de trabalho casa, casa trabalho e depara-se com a sua casa a ter que ser arrumada, roupa, passar a ferro, limpar a casa (num geral), arrumar tudo; como um empresário que vai acumulando papeis e decisões a tomar, que num momento mais relaxado, pensando e sentindo-se nessa estado, apercebe-se que afinal simplesmente andou a "semear" um vulcão que naquele momento vai rebentar.
Da mesma forma, por vezes, pensa-se que está a investir o seu tempo a dizer e a definir o que quer para si na vida, a idealizar sonhos e desejos, mas a inercia transforma em perda de tempo.
Quantas vezes se fica à espera daquele momento certo?
Mas o que é o momento certo?
Será que o momento certo é aquele em que o seu pensamento se alia à decisão e ao desejo de obtenção?
O momento certo é aquele em que se passa à acção.
Adiar as suas acções, decisões e o aproveitamento dos seus melhores momentos, vai ser o seu maior forte aliado para o seu fracasso ou insucesso.
Avançar com o conhecimento e as ferramentas que possui e estão ao seu dispor, vão leva-lo a enriquecer-se de mais conhecimentos e mais ferramentas, para numa próxima oportunidade, ir fazer melhor e melhor.
O sucesso e a satisfação pessoal é uma consequência do seu não adiamento.
Parta ao ataque.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Desperdício de vida / "I live this only once!" / Proveito da vida

Há uns anos atrás passava na TV uma serie cómica (alusivo à II guerra mundial)chamada: "Aló, Aló!" - hoje em dia só passa na RTP Memoria - existia uma personagem que iniciava sempre o seu dialogo com: "I say this only once!"
É neste contexto que coloco este post.
Cada dia que se levanta da cama, vai um dia único e singular, por mais rotinas que nele existam.
se esse dia vai ser positivo ou negativo, de sucessos ou fracassos, vaio depender da forma como o imaginar e daí o que fizer dele.
Se por qualquer razão andar desmotivado/a e os dias antecedentes estão padronizados com esse estado, porque tudo parece-lhe estar a correr mal, está desempregado/a, os seus relacionamentos estão a sofrer uma transformação de prazer a dor, hoje pode ser aquele dia que poderá fazer a viragem da pagina ou o ciclo que tem persistido manter-se na sua vida.
Hoje ... a esta hora precisa, nunca mais volta acontecer. Por isso dê um sorriso, se assim o entender, dê uma gargalhada para si mesmo/a  e lembre-se daquele momento em que sentiu-se feliz e realizado/a. Daquele dia, daquela hora em que só lhe apetece rir e "gargalhar".
Agora é o momento que vai alterar o sentido e transformar-lo em positivo. Meramente porque assim o decidiu.
E quando algo lhe dê indícios ou sinais que o sentido anterior pode voltar, lembre-se que este dia, esse acontecimento, o resultado vai depender como melhor o quiser aproveita.
Tome controle da sua vida - "I live this only once!"

Somos o que pensamos e tornamos-nos no que fazemos.

sexta-feira, 11 de maio de 2012




Embora não tenha andado a publicar muita coisa ultimamente, tem acontecido e tentado resolver o mais variadíssimo tipos de casos e situações que são-me apresentados.

Vou partilhar uma frase que foi-me transmitida por uma cliente que autorizou-me fazê-lo e considero digno de a colocar aqui:


"Para educar é preciso muita disciplina, mas também muito amor."

"Estrela" (nome código)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O Trovador Solitário

Renato Russo – cantor e compositor Brasileiro – O Trovador Solitário
Numa atuação perguntou ao publico:
“Alguém aí já sofreu por um amor verdadeiro?”
A plateia respondeu que: “jáááááá…”
Renato Russo disse: “Errado!!! Amor verdadeiro nunca te vai fazer sofrer, pois quem ama CUIDA, não magoa e não dececiona… Não busques pessoas perfeitas, porque não somos. Busquem apenas pessoas que te VALORIZEM.”

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Carpe Diem

À muitos anos atrás, quando ainda o meu empenho e dedicação eram os resultados avaliados pelo numero de vendas ou do modo como ensinava e formava outras pessoas a fazerem o mesmo, aprendi um palavrão que inicialmente não percebi muito bem. Como tal apliquei-o no contexto que me foi apresentado.
Carpe Diem – Colhe o dia. Vive-o de forma a obter prazer.
Hoje a interpretação do seu  significado, tem um valor muito mais abrangente.
Recebo pessoas e até mesmo fora do escritório, questionam-me sobre o não saberem o que querem da vida. Pessoas que de certa forma se sentem perdidas ou desorientadas na sua vida.
A representatividade de ter-se um propósito de vida perdeu-se no tumulto do seu dia a dia. A falta de realização e perspetiva de vida mais completa, conduz essas mesmas pessoas a um sentimento de frustração, angustia, desilusão, passando por vezes a questionar o seu significado de vida.
Empresarialmente estamos habituados a lidar com 3 pontos que definem, de certa forma, a continuação da caminhada, no mundo dos negócios: Missão, Visão e Valores.
São aqueles pontos que todas as pessoas seguem, (ou deveriam seguir), as que estão inseridos naquela organização.
Mas quando toca a pessoas (ser humano individual), estes fatores são entendidos como não fazendo parte deles, pois não são empresas, mas sim pessoas.
Será que as empresas só existem porque lá trabalham pessoas? Essas pessoas, lá, seguem essa perspetiva? Porque não fazer o mesmo em casa? Com o seu marido/esposa/filho(s)? com os seus Amigos?
Levanta-se de manha. Arranja-se. Sai de casa e vai para o trabalho/emprego de carro ou de transportes públicos. Chega ao local e são sempre as mesmas pessoas. Os mesmos bons dias. A mesma hora do café da manha. A mesma hora do almoço. O mesmo café da tarde. O mesmo regresso a cas com as mesmas situações afazer, resolver ou a tratar.
Não lhe dá vontade de dizer: CHEGA!
Uma pessoa me perguntou: “Então quer dizer que devo mudar de emprego? Nos tempos em que estamos? Ate parece que não sabe qual o numero de desempregados! Quer que eu seja mais um? O que acha que faça?
Com muita calma aconselhei a respirar fundo e convidei-a vir para junto da janela do escritório, e perguntei-lhe: “O que quereria que fosse diferente?”
Olhando a cidade do Porto lá no fundo, começa a relatar-me, enquanto eu escrevia.
No fim, de regresso a onde estávamos anteriormente, questionei-a: “Que proveito tira do seu dia a dia?
“Proveito?”
“As suas rotinas são evidentes, desde que se levanta até que se deita.
Mas quando acorda de manha, dá sempre um beijo apaixonado ao seu conjugue?
Enquanto se arranja para ir trabalhar, tem musica a acompanhar o seu ritmo? Ou está a cantarolar?
Quando se olha ao espelho, enquanto se arranja, dá um sorriso a si mesma? E diz a si mesma, hoje estou muito bonita?
Quando vai de transportes públicos e as pessoas serem quase as mesmas, costuma dar um sorriso ou cumprimenta-as? Dando-lhes um: “Bom Dia”? E ao motorista?
Quando vai de carro, e alguém lhe fornece a passagem, agradece-lhe acompanhado de um sorriso? Ou ainda lhes diz: “Estava a ver que não era para hoje!” Costuma ir a discutir com os outros? Costuma ouvir musica e canta ao mesmo tempo e diverte-se durante a viagem? Ou nem liga musica ou nem se apercebe que o radio ou o cd estava ligado?
Quando chega ao seu local de trabalho e encontra os seu colegas, dá-lhes um “Bom Dia” com um sorriso ou com indiferença?
Toma o seu café da manha, almoço e o da tarde, com prazer e saboreia-o? Ou já o faz inconscientemente e é aquela a hora que tem de o fazer?
Quando sai do seu trabalho, costuma dizer: “Até amanha” com alegria ou por obrigação? Já alguma vez experimentou dizer: “Até Amanha. Uma excelente noite”?
Quando chega a casa, se já lá está a família ou quando ela chega, dá-lhes um beijo apaixonado ou de saudade? Ou porque já é um habito? Já alguma vez, quando lhes dá um beijo, experimentou ser seguido de um abraço? Já fez isso? Porque deixou de o fazer? Que feedback obtinha nessa altura?
Que feedback acha que teria, se adotasse um comportamento diferente? Se tudo o que fizer partisse de uma perspetiva diferente?
Que resultados receberia dos outros?
Como se sentiria você?
Sugestão: Não desperdice cada dia da sua vida. Cada sorriso, beijo ou abraço que não der hoje, não vai conseguir voltar atrás. E o de amanha só a ele lhe pertence.
Olhe por si e vai estar a partilhar muito mais com os outros. Garantidamente alguém vai segui-la/o e a autoestima de ambos vai aumentar. Se alguém não lhe retribuir, é porque ainda ninguém lhe mostrou a importância de aproveitar esse momento. Ou ainda não leu este texto.
A vida é feita de momentos e cada um que perca ou desperdice da pior forma, nada vai conseguir fazer regressa-lo. Se perdeu esse momento, aprenda com isso e aproveite da melhor forma já amanha, daqui a umas horas, no minuto seguinte.
Lembre-se que só se vive uma vez e cada momento é único.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Relacionamentos 3-3

Porque as esferas se separam?
As esferas lisas e redondas, tal como a evolução constante do mundo em, que vivemos, só querem, rolar e andar.
Para onde? Velocidade? Sozinhas? Ou acompanhadas?
Elas tem apenas  que rolar.
Uma das maiores derrotas das esferas, é a solidão.
Nenhuma esfera gosta de estar sozinha ou não ser apreciada. Toda a esfera tem que receber um feedback de significância de outras ou das sociedades onde está inserida. Tem que sentir apreço ou entra em revolta/ conflito interno.
Mas então o que leva a separação?
Perante um estudo que fiz no desenrolar dos anos, para tudo existe 2 razões e consequentemente destas, surgem mais duas razões ou consequências, para cada uma delas, e assim sucessivamente.
Desta forma se vai divergindo por vários fatores, até convergirem naquele “grão de areia”.
Pois então vejamos o mais usual.
Duas esferas juntas por um magnetismo sinergético que ninguém consegue separar.

Por razões profissionais:
Uma ou ambas, separam-se temporariamente, voltando a unirem-se no final do dia ou assim sempre que possível. Quando se juntam, inicialmente, coexiste uma vontade louca de estarem juntas e partilharem as experiencias passadas, durante o tempo que estiveram separadas. Uma grandiosa “sede” de sentirem a união restabelecida - este é o objetivo.

Cenário profissional 1:
Quando se voltam a juntar, trazem historias, novas ideias e vontades de como criarem novos inputs. De forma que o “vulcão” esteja sempre ativo e a “lava” aqueça aqueles momentos. Como sendo momentos únicos.

Cenário profissional 2:
Quando se voltam a juntar, trazem novas historias, novas ideias e vontades, mas elas não são correspondidas por uma das esferas.
Acontece uma vez - “deve existir alguma razão plausível para tal e foi só desta vez”. Mas quando volta  acontecer … e mais outra … e ainda mais outra. Aqueles momentos únicos, agora são momentos padronizados. A desmotivação e o desinteresse passa a fazer parte do léxico sentimental.

Por razoes pessoais:
As duas esferas, comunicam diariamente e com uma periodicidade elevada. Isso faz o sentimento de entreajuda e de companheirismo preencher todos os espaços que possam a vir existir entre as duas esferas.

Cenário pessoal 1:
Essa comunicação é essencial para ambas, de forma a reconforta-las, com tudo que se vai deparando no seus caminhos.

Cenário pessoal 2:
Essa comunicação não existe, como tal, os laços que tinham sido criados, passam a decair. Sem comunicação deixa de existir novos inputs ou o alimentar daqueles já existentes e a rotura passa a estar eminente.

Todo o relacionamento depende da comunicação e da forma como ele evolui. Comunicar só por si nao tem significado nenhum, pois a qualidade e o enriquecimento dela é que é importante.
  
Por vezes uma esfera, evolui constantemente. Novos interesses, novos matérias, uma vontade enorme e insaciável de novos conhecimentos. Como alguém já o disse: “O conhecimento não ocupa espaço.”
Assim o é, e esse esfera vai encontrar novos objetivos e desafios, de forma o sentir-se viva e útil. Consigo mesma.
Se a outra, perante o seu tipo psicológico, não fizer nenhum esforço, para evoluir e acompanhar, de certa forma a outra esfera, a continuidade desse relacionamento, vai passar a sofrer varias lacunas.
A conversação, por vezes deixa de ser uma linguagem clara, devido aos assuntos abordados. A falta de enriquecimento, do que se fala e o que se subentende.
Esse relacionamento passa a ser uma metáfora infundada.
As duvidas aumentaram por cada palavra que é proferida.
As certezas, porem, são aquelas duas esferas inseparáveis, que passam a viver um mapa mundo em sentido opostos.

Sugestão:
Nunca deixe de comunicar. Nunca deixe de evoluir. Todo o relacionamento necessita de novos inputs, novas ideias, novas criatividades.
Dê uso à imaginação e tire proveito do dão que por ser humano tem. Tire proveito da sua capacidade de raciocínio.
Dê apresso ao “outro” e respeite-o.
Se em alguma altura sentir que uma das esfera está a entrar num sentido mais comodo, incentive-a a deixar esse trajeto e reencaminhe-a a novos conhecimentos, evoluções, novos desafios.
Não viva do passado. Esse só serviu para lhe dar aprendizagem e tirar lições da vida.
Viva o hoje. E tudo que fizer dele, vai ser os resultados do futuro. Projete o que quer.

Tenha um bom relacionamento.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Relacionamentos 2-3


Harmonia constante? Isso é possível?
As esferas são todas lisas e redondas, como tudo no mundo - o homem (ser humano) é que teima em criar ângulos retos.
Com o percorrer de um caminho, que por vezes não é tao liso como a esfera, ou seja, atribulado e com pedras que tem de ultrapassar, faz com que ela possa desviar o seu trajeto inicial. Como poder vir a ganhar algumas partes mais achatadas com o desgaste. E até em alguns casos, pequenos buracos, que se nao forem tapados de alguma forma, vão aumentar de tamanho e cada vez mais dificultoso vai ser deslizar.
Num relacionamento, todos estes acontecimentos vão coexistir.
Por vezes as esferas vão-se separar, pelos mais variadíssimas razoes. Isso vai levar uma delas ou ambas a descobrir um novo caminho, trajeto, novas esferas.
Voltando-se a encontrarem-se mais tarde e assumirem que aquele tempo que vão sem estar constantemente lado a lado, faz parte de estar ao lado uma da outra.
Cada vez que passam mais tempo separadas, mais necessidade existe de criar novos inputs. Será que isso acontece? Ou o caminharem paralelamente afastados, vai alimentar mais conflitos?
Será que nesses momentos, qualquer ponto, qualquer “grão de areia” vai ser o instrumento para uma nova diferença, em vez de a usar para a semelhança?
Sim. Um grão de areia, por vezes é o suficiente para iniciar um deslocar de afastamento entre as duas esferas.
A falta de vontade ou saber como, transformar esse “grão”, que as vai ensinar a olharem para outros “grãos” -num futuro próximo - como sendo irrisórios. Mas não é isso a evolução humana? Aprender com a experiencia?
Se voltar ao ponto inicial de uma determinada discrepância entre duas esferas … - ainda mais atras - usualmente tudo despoletou porque em determinada altura se permitiu que um “grão de areia” funciona-se como arma de arremesso ou de catapulta, para tudo, daí para a frente.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Relacionamentos 1-3


O que é um relacionamento? Será que é uma forma cordial de entre 2 pessoas mantem uma comunicação agradável? Será que para existir uma relação, tem de existir afeto? Será que tem de ser amoroso ou harmonioso?
Tenho presenciado vários casos em que se fala de maus relacionamentos. Por alguma razão, as pessoas tomam direções e caminhos diferentes.
Quando 2 pessoas se conhecem, profissionalmente ou de carater pessoal, essas passam a relacionarem-se.
O modo e a forma como o farão é que vão demarcar a diferença, se essa relação será harmoniosa ou conflituosa. Em qualquer um dos casos é um relacionamento.
Tal e qual como uma bola de metal, também conhecida como esfera, se encontra com outra esfera. Ao tomarem o 1º contato, até pode não existir nenhum tipo de atração, como também pode acontecer um magnetismo, que mesmo já existindo caminhos delineados, deixam de fazer sentido e aquele novo sim.
Quando 2 esferas se eletrizam uma à outra, em que o prazer de uma é a obtenção do prazer da outra, de uma forma inconsciente, elas passam a criar um novo caminho, com apenas um único sentido. A cadencia é precisamente a mesma, pois nenhuma delas permite que alguma se deixe ficar para trás ou desmotivar-se.
Quando um obstáculo é imposto nesse trajeto, ambas as esferas, vão contorna-lo de forma a entreajudarem-se, apoiando-se constantemente.
Tudo fazem de forma a solidificar que a opção tomada, é a mais certa e até mesmo de modo a corroborar, que não existe mais nenhuma. Todas as pontes nesse sentido estão cortadas.
Mas com o tempo tudo se desgasta e corrói de modo a existir uma menor fluidez. Tal como um pavio de uma vela, que inicialmente faz acender a chama.
A falta de “inputs” novos, leva a relação inicial fogosa, a uma rotina cansada e fatigante.
Tanto a nível profissional como pessoal, passa a existir a necessidade de se ter um nova esfera.
Essa “nova” esfera, vai recrear um “novo” pavio. Dessa forma, o dialogo passa fazer sentido novamente. Já se tem um novo tema, aquela “nova” esfera que tem de ser ensinada e trabalhada. Educada e disciplinada.
A “nova” esfera, foi o “novo” input.
Mas quando este começa a fazer parte da rotina, a situação volta anterior, volta ao de cima. Só que de forma ampliada, pois agora o numero de esferas aumentou.