domingo, 23 de dezembro de 2012

O custo de endividar-se


Estamos numa época que é normal as pessoas gastarem desmedidamente - época natalícia.
As compras nesta altura, torna-se um hábito como se fossem obrigados a fazê-lo, transformando-se em diversão. 
A correspondência com o seu ego de andarem com varias sacas, demonstrando que tem poder monetário para tal ou a imagem que se pretende transmitir que maioritariamente é falseada pode se tornar o seu mais inimigo durante muitos meses.
O uso incontrolável daquele que aparentemente é o seu meu "amigo" momentâneo, pode configurar-se como a sua  derrota nos meses seguintes - "crédito".
Ser possuidor de dividas, tem duas imagens possíveis:

  • Se estou endividado significa que vou ter que fazer algo mais (do que tenho feito até agora) para obter mais lucros e fazer face aos novos valores contraídos - pensamento pró-activo;
  • Se estou endividado significa que vou ter que cortar em algo daqui para a frente (vida própria), para fazer face aos valores dispensados - pensamento de contenção.
Sentir-se endividado, tira de uma pessoa o seu amor-próprio, tornando-se o objecto de seu próprio desprezo (maioritariamente).  Principalmente quando chega a altura de ter que pagar o que deve, fica indignado com o valor, interrogando-se do valor, passando de imediato a reclama-lo - pois estou a pedir um valor por algo que já consumiu, já gastou ou que já não é novidade - como se costuma dizer: "Obter a troco da nada. Isso não existe."

Assumir o controlo do que gasta ou até onde pode gastar:
Manter o equilíbrio dos seus gastos, vão conduzi-lo continuamente a ter a sua Vida Própria, após qualquer época.


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