terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Introspeção 2011


Mais um ano que está terminando…. Mais um ano ou foi aquele ano?
Quando iniciou 2011, como estava de dividendos?
Como estava de trabalho/carreira?
Como andava de relacionamentos?
Quem eram o seu grupo de amigos que desafiam ou estimulam a superar-se?
De que forma contribuía?
Como se via e sentia a sua autoimagem e autoestima?
Que desenvolvimento pessoal fazia?
Quais eram os seus propósitos de vida?
E outras coisas mais.
 

O que fez durante este ano de diferente dos outros anos, para sentir que elevou-se e foi um ano de crescimento?
O que pensa ter marcado mais, durante este ano?
De que forma é que aprendeu com isso?
O que é que já fez de diferente?
 

De que forma está a terminar, este mesmo ano de 2011?
Igual como começou?
No mesmo trabalho?
A ganhar o mesmo?
Com as mesmas motivações / desmotivações?
Sem ser o trivial de todos os anos, o que ofereceu a si mesmo, por ter superado algo?
Cumpriu todas as metas programadas para este ano de 2011?
Chegou a escrever metas?
 

Este ano está a terminar, e pouco mais tempo, existe para realizar algo.
O cerne da questão é, o que pretende projetar para o ano 2012?
De que forma quer iniciar, fazer e terminar 2012?
 

Seguindo como princípio a definição de insanidade de Einstein:                                    
“É continuar a fazer as mesmas coisas, vezes sem conta e esperar um resultado diferente.”
 

Faça que o seu ano de 1012 não seja mais um… faça que seja AQUELE.
 

Coach: Paulo Renato

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos I

Realidade:
Nos tempos actuais, tudo é tão rápido que parece nem existir tempo para analisar os detalhes.
Levanta-se cedo, muito cedo – por ter-se deitado tarde – arranja-se e sai a correr para o trabalho a questionar o trânsito.
Se vai a conduzir, a sua maior preocupação é a do indivíduo que vai no carro da frente que não anda com a velocidade que deveria andar, não acelerou o devido e uma outra viatura meteu-se à frente. O semáforo que nunca mais fica verde e até as pessoas que vão atravessar a estrada, mesmo estando verde para elas, deveriam atravessar a correr e quando vai estacionar existe sempre alguém que resolveu estacionar no local que tinha pensado.
Se vai nos transportes públicos, as paragens, as plataformas do metro ou do comboio estão com muita gente, significa que vai acabar por fazer a viagem muito apertada, como sardinhas enlatadas. Logo naquele dia, aquela pessoa mais forte tinha que vir a esta hora. Aquela pessoa mais magra podia ocupar menos espaço. A quantidade de variedade de cheiros, dos mais agradáveis até ao querer oferecer a uma determinada pessoa, pelo menos um sabonete. E como o meu estado é de insatisfação, quando vai para sair, parece que ninguém facilita a sua passagem.
Chegando ao café da esquina, pede um café ou ainda algo para comer, mas o por favor, o sorriso e até mesmo antes o BOM DIA, ainda estão encostados na almofada. Certamente o pousar da chávena, por parte do empregado, vai ser o mais trivial rotineiro e sem nenhuma delicadeza.
Entra na empresa/trabalho e os BONS DIAS, são bastante apagados – quando se dão.
Passados uns tempos, com a continuação das rotinas diárias e o aumento de insatisfação, vai começar a questionar-se sobre a sua vida e porquê que ela tem de ser assim?
“Somos o que pensamos…” – um dia alguém me disse que falamos 14h por dia com nós mesmos. E numa altura em sala, ao passar esta informação, alguém afirmou-me que se calhar deveria falar ainda mais tempo com ele mesmo. A minha resposta óbvia é que teria de inserir a sua maior atenção na qualidade e nunca na quantidade.
Reflexão:
Enquanto crianças absorvemos todo o tipo de informação que está mais próxima de nós: dos nossos pais, avós, familiares e amigos destes todos que se tem contacto. Desta forma vai-se formando valores e crenças que estão – muitas vezes, a sofrer alterações através de inputs externos, pelos novos amigos/colegas dos estabelecimentos de ensino por onde passa.
Com o passar dos anos, essas crenças tornam-se convicções que passam a ser os seus pilares daí para o futuro. Os seus pensamentos e escolhas vão depender dessas convicções.
Mesmo tomando consciência disso – agora adultos, continuam a questionar os resultados obtidos na sua vida.
Objectivo:
O que é que eu quero que seja diferente a partir deste dia? Deste momento? O que desejo para me sentir feliz ou mais feliz? O que considero o meu conforto e equilíbrio emocional?
Quero estar do lado negativo ou positivo da vida? Se só se vive uma vez, qual a sua opção?
Soluções:
Não importa se deveria de falar mais horas, mas a qualidade da sua comunicação intrínseca. O que anda a falar consigo mesmo.
Quando me levanto da cama, olho-me ao espelho e digo para mim mesmo algo de positivo que possa condicionar, positivamente, o meu dia ou digo: “maldito despertador”, “mais um dia de trabalho”, “mais um dia a levar com aqueles gajos”…. Antes até, olha-se ao espelho ou prefere não vê-lo? Para não ver a seu reflexo!
Quando lhe acontece algo inesperado, que reacção toma? “Agora mais esta!”, “só a mim!” ou “mais um desfio para conquistar”, “que lição vou tirar daqui?”, “ora ai está o desafio do dia que faltava para me auto-superar”.
Acção:
Dizer a si mesmo e faze-lo: “A partir de hoje…, desta hora…, (de que estou a ler este texto) vou controlar e ser o/a senhor(a) comandante dos meus pensamentos. Pois isso vai reflectir-se nas minhas acções e reacções para com os outros e com tudo que se depare comigo. No final de cada dia vou escrever no meu caderno de conquistas todas as acções, reacções e comportamentos tomados por mim em conformidade com os meus novos pensamentos. Vou partilha-los com a pessoa com quem vivo ou a quem quero te tenha mais orgulho em mim.”
PS: em especial atenção aos meus novos colegas e companheiros da R.O.S.A.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

3 Pontos eficazes para alcançar objectivos estabelecidos


1.  Transformar a palavra “fracasso” em sucesso

Sempre que no seu percurso, seja deparado com um “fracasso” chame-o de “fracasso momentâneo”, não desanime ou desespere. Enfrente-o como sendo momentâneo. Use o slogan da Kodak: “Para mais tarde recordar.” E nesse caso quando o fizer, que seja para se rir daquele fracasso e ficar na memória o que dele tirou proveito. Coloque esta pergunta a si mesmo: Quando é que o fracasso é fracasso? Quando não se aprende nada com ele.

2.  Ver no escuro

Por vezes parece difícil conseguir ver algo que lhe chame de positivo, e a escuridão falo sentir-se perdido. Mesmo tendo bússola, a falta de luminosidade, não lhe permite orientar-se. É nestes momentos que deve forçar ainda mais o seu olhar e focar em algo que lá no fundo parece reluzir.

Quanto mais persistir no seu caminho previamente traçado, mais a luz potencia-se a aumentar. Controle as suas emoções e mantenha o foco e a persistência no que quer.


3.     Escolha a si mesmo, escolha o sucesso

Vai sempre existir alguém que lhe vai dizer que os seus objectivos estão errados, que não consegue, que é um lunático, para viver o mundo real…

Vai sempre existir alguém. Dentro do grupo do “alguém” coexiste também o seu EU, os seus sonhos, as suas esperanças, as suas metas. E se esse “alguém” for mesmo importante para si, seja um seguidor dele mesmo. Nunca ninguém sabe se alguma vez irá conseguir algo, até tentar. Tente com garra e dedicação. Mesmo que não consiga atingir aquele objectivo proposto, pelo menos que se supere em algo, e o seu resultado será sempre positivo.

Lembre que a palavra “sucesso” não tem o mesmo significado para todos.

Atinja o seu.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma Fábula

Um capitão de um barco de transporte fluvial que trabalhava na travessia entre duas cidades. Certa vez um indivíduo de uma das cidades perguntou-lhe: “Como são as pessoas da outra cidade? Estou a pensar em mudar-me para lá!”
Aí o capitão responde-lhe com uma pergunta: “O que acha das pessoas da cidade onde vive agora?”
Se a pessoa responder que são calosas, boas e amigas, então o capitão, diz-lhe que os habitantes da outra margem são calorosos, bons e amigos. Mas se o indivíduo responde que são cruéis, frios e hostis, então obtêm de resposta como sendo iguais.
O que a fábula representa é que, embora não seja-mos responsáveis pelas acções e atitudes das outras pessoas, somos responsáveis pelo modo como reagimos aos outros e por essa razão, pelo modo como reagimos a nós mesmos.
Quando pensa em mudar de amigos, companheiro/a, de local onde vive ou trabalha e qualifica os outros, olhe para si.
Não são os outros que condicionam a sua forma de os ver, mas a sua forma de reagir a eles, vai mudar como o vêem.

sábado, 15 de outubro de 2011

Capacidade de resolução

Lembro quando criança, que qualquer coisa servia para exercer qualquer actividade de entretenimento. Desde com pneus velhos que juntávamos água no interior e com dois paus (normalmente de vassouras) enfiados no interior, percorríamos circuitos de corrida como que de provas de carros se tratasse; a arte de jogar o pião e a destreza de conseguir retirar o do adversário no círculo desenhado na terra ou na pedra; o tiquetaque; subir às árvores e fazer cabanas no cimo delas; o simples jogar à bola com balizas feitas com pedras ou outra coisa qualquer… qualquer coisa servia para brincar e criar competições com os amigos e o mundo em geral.
Hoje adultos, espera-se que as circunstâncias adjacentes, que sejam criadas pelos outros, levem à satisfação das suas necessidades. Reclama-se, injuria-se, apregoa-se a sua insatisfação.
A semelhança é as pessoas. A diferença é como usam a imaginação e desbloqueiam as condicionantes, com que vão deparando-se.
As oportunidades existem e não deixaram de existir.
Muitas das vezes a perceptibilidade delas, vai depender do modo em que se encontra alerta para as ver como tal.
Há muitos anos atrás, tive o prazer de trabalhar com uma pessoa que considero “master mind” no mundo dos negócios, que me disse isto: “Sometimes opportunities come knocking very softly.”
Esteja atento e crie o hábito de ver em tudo (ou quase tudo) uma oportunidade.

sábado, 8 de outubro de 2011

Crise

Na conjectura económica do país (mundial), a palavra mais ouvida e consequentemente usada é a palavra “crise”. É um facto e nada vale subestima-la.
Mas sendo nós um ser racional, com o potencial de pensamentos próprios e de tomar decisões, também vai depender, dessa mesma forma, o modo como se deixará ser arrastado ou fazer algo em contrário, no encontro das suas satisfações pessoais.
O modo como vê a palavra “CRISE” ampliada e em negrito, vai ocupar todo o campo de visão e nos pensamentos, obstruindo qualquer tipo de oportunidade positiva que se depare.
Se tiver consciência que a “crise” está instalada, mas de forma diminuída na minha mente, vou conseguir ter a possibilidade de ver algo mais, além da palavra em si.
Como ainda hoje de manha me perguntaram: “Mas como?”
Retire momentaneamente a respectiva palavra do seu vocabulário (mente). Olhe à sua volta como tudo estivesse bem e observe a quantidade de situações que poderia fazer de diferente e como transformaria em oportunidades, tanto para si como para outras pessoas.
Agora crie mentalmente, uma estratégia que funcionasse (que seja exequível).
De seguida escreva num papel, essa mesma ideia adicionando-lhe sentimentos de prazer e como iria satisfazer outras pessoas também.
Continuando a imaginar, faça uma lista de recursos (materiais e/ou humanos) de forma a poder realizar.
Após isto tudo, releia o que escreveu e vai notar que ainda poderia melhorar em algo mais. Volte a escrever e acrescente.
Sente-se a ler o que escreveu e encha-se de orgulho.
Agora vai notar que a palavra que por onde tinha começado este texto, já não se encontra na sua mente ou cada vez mais, está diminuída.
 Como é que isto é possível? Porque um dia um senhor disse: “Em momentos de crise a imaginação é mais importante que o conhecimento”. Albert Einstein

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Passado e Presente


“Futebol não é apenas o jogo dos 90 minutos. É todo o corolário de trabalho de jogo. O profissionalismo é muito exigente. Não se pode pedir aos jogadores o que quer que seja sem lhes oferecer contrapartidas. Se não se lhes proporcionar meios conducentes à sua evolução, à actualização de sua forma, não pode esperar-se o milagre de os vermos competir sem desdoura com os adversários que militam em equipas de melhores recursos materiais.”
José Maria Pedroto

Será que passados tantos anos, esta ideologia mantêm-se?

Aplica-se no mundo dos negócios?

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Um dia pode ter uma ideia fantástica. Tão espectacular que fica deslumbrado consigo mesmo.
No meio do festejo mental, salta-lhe todas as adversidades possíveis e até mesmo aquelas que mais ninguém pensaria. Entra num dilema e fica confuso.

Passado uns anos pode reflectir desta forma:
“Teria desistido antes de começar e até hoje estaria a imaginar que não poderia ser bem-sucedido naquilo.
Estaria sentado por ai, a falar da grande ideia que não funcionava.
Mas funcionou, porque acreditei nela e comprometi-me o bastante para tentá-la.”

Conclusão:
Dê uma hipótese a si mesmo para as coisas acontecerem! Dê uma hipótese para o sucesso acontecer.
É impossível vencer a corrida a menos que calce as “sapatilhas” e comece a caminhar.
Mesmo assim, vai existir momentos em que a meta parece-lhe estar tão longe e a coragem aliada à falta de vontade de pagar o esforço, tomara conta dos seus pensamentos.

Mas quando era criança o seu 1º esforço foi conseguir levantar a cabeça, para ver (ou seguir sombras), as pessoas que o rodeavam… CONSEGUIU.

Como eles nem sempre estavam ao seu lado, então começou a gatinhar para lá chegar… CONSEGUIU.

Definitivamente eles chegavam a tudo que era sitio e eram tão rápidos, que a sua única solução era copia-los e colocar-se na mesma posição, erecto. Assim, segurando-se a qualquer coisa (sem noção de segurança e apenas com o objectivo de estar de pé), com bastante esforço, conseguiu sustentar o peso do seu corpo sobre as frágeis pernas e dos pés pequeninos, que por vezes faziam confusão e acabava por tropeçar neles. Mas… CONSEGUIU.

Como ainda hoje, busca-se a atenção e o carinho de quem se gosta, e aproveitando que agora já se põem de pé, começou a colocar um pé à frente do outro e passa a caminhar até chegar ao destino pretendido: beijos e abraços de quem o motivava e entusiasmava para lá chegar. E… CONSEGUIU.

Agora chegar a eles já não é novidade, como tal, foi alargar os seus horizontes e começou a querer abrir, mexer, deslocar as mesmas coisas que via os outros fazerem e que até aquele momento não tinha a oportunidade… CONSEGUIU.

O passo seguinte foi correr. Lembra-se? Quando queria chegar a um sítio mais rápido do que as suas pernas podiam? E daqueles trambolhões?

Pelos vistos, já conseguiu muitas coisas e com muito esforço.
Hoje não deve questionar-se se consegue. Basta apenas seguir as mesmas etapas que já aprendeu no passado e que na realidade, são lições para o resto da vida.
Será que é só conversa ou até faz mesmo sentido?

Ora vejamos:
Analisar o momento em que está e levantar a cabeça, para tentar ver os outros, muitas vezes só se vê sombras, pois eles já lá vão na frente.

Visto estar nessa posição, vai explorar por onde pode deslocar-se e como tal, a gatinhar e a solidificar a autoconfiança, tomando noção do terreno.

Agora é só copiar os outros (os bons exemplos) e colocar-se de pé, para logo começar a caminhar e passar a atingir objectivos.

Porque é que os outros fazem e têm coisas que você não pode ter ou fazer? A partir de hoje, isso deixou de fazer parte do seu discurso. Pois já passou por estas etapas todas.

Altere o seu discurso de: é impossível/difícil de conseguir… para: se conseguisse… para: gostava de conseguir… para: quero conseguir… para: VOU conseguir… para: ESTOU a conseguir… para: CONSEGUI.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

sábado, 20 de agosto de 2011

Medo


Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado
e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então: ”Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
-Diga, soldado.
-O que havia por detrás da assustadora porta?
-Vá e veja você mesmo.
O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

sábado, 6 de agosto de 2011

Nem tudo tem de ser em linha recta

O autoconhecimento, leva-o a ter mais certezas em si mesmo e passar a ter mais vontade para se mover na direcção daquilo que quer. Pois sem esse autoconhecimento as suas direcções são uma multiplicidade de caminhos, que a maioria das vezes ficam interrompidos a meio, por falta de objectividade.

Mas saber o que se quer, não significa que tenha de ser uma linha recta ou até mesmo o caminho mais curto. Por vezes pode-se dar consigo a realizar outros trabalhos, que até parece que não está ao encontro dos seus objectivo.

Excerto do livro “A Universidade do Sucesso”:

“Deus não conduziu os filhos de Israel para a  Terra Prometida por uma rota directa e curta, atravessando a terra dos Filisteus, que requeria uma caminhada de apenas 11 dias, mas em lugar disso os conduziu por uma rota longa e tortuosa, durante 40 anos através do deserto…”

Pode ser que esses outros trabalhos lhe tragam mais conhecimento pratico, experiência e um know-how, que de outra forma nunca o obteria.

O importante é saber manter o objectivo (uma luz mental) a iluminar-lhe e ajuda-lo a ter sempre a orientação para o que quer.

domingo, 17 de julho de 2011

O meu EU

“O sucesso na vida não vem de ter boas cartas, mas de jogar bem com cartas más.”
A coisa mais fácil de se fazer, sempre que falha, é diminuir-se, pondo as culpas nos infortúnios pela falta de habilidade.
A coisa mais fácil de esquecer, principalmente quando o destino não foi bom com consigo mesmo, é que nasceu para o sucesso e não para o fracasso.
Infelizmente, há um número cada vez maior de indivíduos que já se convenceu de que simplesmente não tem nada, seja do que for, que os leve a fazer alguma coisa na vida. Esses indivíduos já estão mortos, espiritualmente, perambulando desnorteados pela vida, sem objectivos, sem propósitos.
Você não pode erguer-se acima do nível de sua visão. Aquela pessoa que pede esmola ou se encontra desempregado, vai continuar no mesmo estado enquanto acreditar que não tem nenhum talento para mais nada.
Imagine a palavra “talento” como sinónimo de “habilidade” e várias sugestões se tornarão evidentes de como tirar o melhor partido de suas habilidades.
A primeira coisa a fazer é um inventário das suas habilidades. Quais os talentos que possuí? Quais os bens pessoais que possui? Quais os seus pontos fortes? Também pode levar em conta, as suas inclinações.
Possivelmente vai descobrir que possui vários talentos e qualquer um deles pode ser desenvolvido em alguma coisa útil e satisfatória. As suas inclinações vão auxiliar a decidir qual os seus bens pessoais que deve desenvolver.
Lembre-se, tudo é uma questão de escolhas. Acredite que tem a escolha de fazer o que pensa ser melhor com as suas habilidades e talentos. Para conversar sobre este contexto, devo falar com um amigo, um banqueiro, um advogado, um outro desempregado, uma pessoa que demonstra que a palavra resiliência não faz parte do seu vocabulário ou um conselheiro vocacional para ajudar?
A escolha e decisão estão sempre do seu lado.
Tire o maior proveito de estar vivo e agradeça as bênçãos com que nasceu.
O resto é só aplicar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Passado - Presente - Futuro

O passado é o caminho já percorrido, o cultivo da sua aprendizagem.
As sementes plantadas são as suas experiencias e conhecimento que o faz ser, estar e reagir no seu hoje.
O futuro é aquele ponto, momento de felicidade a ser congratulado com o atingir daquele sonho e/ou objectivo concretizado.
Ambos estes tempos são de extrema importância para a sua existência.
Mas o presente é o dia de hoje. É aquele dia que está fundamentado pelo conhecimento e experiencias do passado, para a realização do futuro.
Todos os dias tem que fazer novas plantações, pois a sementes do passado a ele lhe pertence. Regar novas sementes, pois a água que serviu para fazer crescer as antigas, já não podem alimentar as de hoje. Executar novas acções, pois as do passado já se tornavam repetitivas. Dar um passo mais no percorrer do deu caminho, pois se voltar a caminhar por onde andou, implica o voltar atrás.
As oportunidades estão ao redor. O que vai marcar a diferença é a capacidade de estar alerta para as ver. Muitas das vezes estão escondidas ou até mesmo ocultas por algo que não se identifica ou não do seu agrado. Mas estão lá.
Mal acorda, ganhou mais um dia para marcar essa diferença, perante as suas acções.
Se nada fizer de diferente, esse vai ser o seu resultado desse mesmo dia.
Einstein disse certa vez: “ A definição de insanidade, é fazer consecutivamente as mesmas coisas dia após dia e esperar resultados diferentes.”
Se o controle das forças e sinergias externas, não pode controlar, contrabalance com o que tem de poder. As suas próprias acções, desejos, comportamentos e objectivos desse dia.
E no final congratule-se por mais uma vitória, por mais um passo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

CRISE

Numa das minhas acções, uma pessoa perguntou-me se na realidade eu achava se ele, perante o trabalho que já tinha conhecimento dele, se estava a fazer tudo que estava ao seu alcance. Obviamente respondi-lhe que sim se era isso que ele achava de si mesmo.
Expliquei-lhe que a mente humana alcança apenas até onde tem conhecimento, mas se ele conseguisse sair de si mesmo (metaforicamente) e desbloqueasse todas as suas limitações chegaria à conclusão que na realidade, ainda fez muito pouco de todo o potencial existente dentro dele.
Isto fez-me lembrar uma história que ouvi há muito tempo atrás, de um indivíduo que o seu trabalho, diariamente, era fazer sandes e ir para junto de uma zona industrial vende-las aos trabalhadores que lá trabalhavam.
Dia para dia, esmerava-se em fazer as melhores sandes e com a margem de lucro, comprava carne com melhor qualidade ainda, para conseguir agradar cada vez mais e a mais pessoas.
Definitivamente as suas sandes criavam grande sucesso, pois todos os dias vendia-as todas, tal como a sua atitude para com quem as comprava.
Certo dia um cliente assíduo, questionou-o porque é que ele não aumentava o seu número de sandes e até mesmo aumentar a variedade de produtos que venderia juntamente com as sandes?
Nesse mesmo dia quando ia ao talho para comprar mais carne para o dia seguinte, aquele comentário inquietava-o.
A caminho de casa passou por um stand de automóveis que tinha uma roulotte à venda e perguntou o preço.
Agora ele tinha um objectivo maior e fez contas quantas sandes tinha que vender para comprar a roulotte e comprar algumas bebidas para comercializar com as sandes.
Rapidamente ele tinha a sua roulotte a vender as suas sandes e bebidas como também tinha alargado a zona de actuação com mais duas roulottes noutros locais estratégicos naquela mesma zona industrial.
Os negócios corriam de “vento em popa” e já pensava expandir para outras zonas industriais, tendo a necessidade de contratar ainda mais pessoas. O seu negocio de banca de sandes tornavas se numa empresa com sucursais.
Até que um, o seu filho estudioso e conhecedor de como se encontrava o mundo e o seu país, veio visitar o pai e ficou aterrado quando soube no que ele se tinha metido.
De imediato questionou o seu pai se ele não via a televisão, se não lia os jornais, se não ouvia as notícias da rádio!
O seu pai simplesmente respondeu: “Não. Não tenho tido tempo.” E muito entusiasmado continuou: “Sabes, tenho tentado fechar melhores negócios com o talho e com diferentes empresas de bebidas. O importante é conseguir o melhor preço e como pago tudo a pronto el…”
O filho nem deixa-o terminar a frase e interroga-o arrogantemente: “Tu não sabes da CRISE? Não sabe que o país deve dinheiro a quase meio mundo e que vai criar medidas de austeridade, que vai deixar muita mais gente desesperada? Tem ideia qual o número de desempregados que existe e a dificuldade cada vez maior de se ter um negócio aberto? Eu não acredito”
No dia seguinte o seu filho voltou para a cidade onde estava a estudar. Local onde tinha acabado de ser despedido e agora iria ter que ir há busca de um novo emprego.
Seu pai que estava bastante orgulhoso de si mesmo e pelos seus feitos no mundo das sandes, deitou-se a pensar no que seu filho lhe tinha dito e ligou a televisão, coisa que quase não fazia com tanta frequência, e viu o noticiário.
No dia seguinte cortou na quantidade de carne que colocava em cada sandes. Começou a comprar menos carne e como tal os descontos que obtinha, deixaram de existir. Aumentou o valor das bebidas, pois o seu lucro era muito escasso devido o seu grande focos ser nas sandes. Começou a ter um comportamento diferente para com os seus colaboradores da sua e das outras roulottes como para com os seus clientes. A sua preocupação era superior aos sorrisos, que oferecia antigamente.
E os seus clientes apercebiam-se destas mudanças constantes. Obviamente quem acha que não é bem-vindo muda de estabelecimento. Assim aconteceu.
As palavras de seu filho persistiam na sua cabeça. Seriam com certeza de um bom aconselhamento, pois ele é um estudioso que anda no ensino superior, cheio de conhecimento e principalmente é um exemplo, pois mudou de cidade e lá estuda e trabalha numa empresa que nunca o largará.
As vendas dia para dia baixavam e viu-se obrigado a fechar as outras roulottes e tratar de vende-las, ficando apenas com a sua. Mas já nem essa era rentável. Então vendeu-a também e voltou a colocar uma simples banca, como tinha começado.
O pai humildemente via que a conversa que seu filho tinha tido com ele, realmente solidificava-se. As pessoas são cada vez mais mal-humoradas e deixaram de comprar tantas sandes como há uns tempos atrás. A falta de motivação era o seu dia agora.
Terminou com uma simples frase: “ESTAMOS EM CRISE.”
Lição: Cada um vê e sente-se como se quer ver e sentir (e muito mais).

terça-feira, 3 de maio de 2011

Carta aos Pais

Caros Pais e Encarregados de Educação

A grande tentação de muitos pais é remeter para a instituição escolar a responsabilidade da educação dos seus filhos. Nada mais ilusório. A escola não dá propriamente Educação. Dá Instrução e já não é nada mau. Nem se pode exigir aos professores que eduquem os nossos filhos em nosso lugar. Não é justo nem exequível.

A escola pode e deve instruir. Dar informação, esclarecer dúvidas sobre a matéria. Mas é à família que compete a educação dos valores, trabalhando em parceria com a instituição escolar.

Esta demissão parental esconde muitas vezes uma tomada de consciência da sua própria impotência e inépcia perante essa tarefa tão difícil e complicada que é preparar um filho para a vida, nos dias que correm. A verdade é que muitas vezes faltam aos pais competências que lhes permitam desenvolver relações adequadas e conseguidas no âmbito da estrutura familiar, já que ser pai ou mãe não se ensina em nenhuma escola, e essa aprendizagem é feita inevitavelmente sem rede.

Mas a demissão dos pais vai ainda mais longe, já que estes se alheiam, regra geral, da vida escolar, do acompanhamento em casa, de procurar soluções e em especial das reuniões de pais, que os professores desesperadamente tentam implementar, tantas e tantas vezes sem qualquer resposta, passando assim a ideia (talvez injusta) de que pouco se importam com o percurso dos filhos.

A vida moderna é muito stressante, ocupada e, por consequência, a disponibilidade não é muita, mas os nossos filhos são de certeza mais importantes do que mais uma ida ao cabeleireiro ou mais um bocado passado com a televisão ou com os amigos.

Desculpem a sinceridade!

Como alguém disse, temos sempre tempo para aquilo que
colocamos em primeiro lugar.

domingo, 1 de maio de 2011

A Falácia da Comparação

"Os homens não se conhecem uns aos outros com facilidade, ainda que ponham nisso o melhor da sua vontade e das suas intenções. Porque há que contar sempre com a má vontade que tudo distorce.
Conhecer-nos-íamos melhor uns aos outros se não estivéssemos sempre a querer comparar-nos uns com os outros.
Decorre daí que as pessoas fora do vulgar ficam em pior situação, porque como as outras nãos chegam a poder comparar-se com elas, tornam-se alvo de demasiada atenção.”


Johann Wolfgang Von Goethe, in “Máximas e Reflexões”

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dê largas à sua imaginação

“O que quer que a mente humana possa conceber e acreditar, o homem consegue alcançar.”
                                                                        Napoleon Hill.
O homem não está preparado com a habilidade de imaginar futuras realizações, se não estivesse preparado igualmente com a habilidade de transformar essas imaginações em realidade.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sair do desemprego

Acorda de manha. Olha para o relógio na cabeceira e vira-se para o outro lado.
Sem um propósito e objectivo pessoal. Não tem de que ir trabalhar, está desempregado.
Essa inércia provem de uma busca constante durante o ultimo mês, a responder a anúncios e de uma espera incessante de respostas aos currículos enviados.
A constante insistência das notícias que “come” todas as noites com as noticias e debates televisivos, ampliando a crise em que seu país se encontra, deixa-o ainda mais sem força e energia para contrariar tudo que o rodeia.
Liga a televisão, carregando constantemente no botão que faz alternar os canais, à busca de algo que seja diferente. Pára num filme que fala de uma loja mágica.
Aí apercebe-se que a magia da loja provém da magia existente em cada um e pensa: “Eu posso ser mágico. O meu comportamento é que tem de ser mágico e tudo à minha volta se torna magia.”
Levanta-se, vai tomar um banho e faz por deixar a poeira dos pensamentos derrotistas e não frutíferos, acompanhar a água que desce pelo ralo.
Enquanto desfaz a barba, olha-se ao espelho de forma a conseguir entrar dentro de si mesmo e ver o ridículo que estava a ser para consigo.
Veste o seu melhor fato, sem antes ter escolhido a sua peça de roupa interior, que vai ficar demarcada como sendo a da sorte, pois hoje foi escolhida ao pormenor.
Sai e compra o jornal, direccionando-se de imediato para o seu foco de solução, situado na parte central, onde estão os anúncios de emprego.
Escolhe qual vai ser a empresa “sortuda” que vai poder receber nas suas instalações, a sua maior solução para preencher aquela vaga em aberto, com a pessoa mais mágica que alguma vez eles viram.
Telefona a marcar a entrevista.
Quem recebe a chamada, de uma forma robótica, tenta agendar a entrevista para a parte da tarde e quando vai perguntar se tinha disponibilidade, é interrompida pela energia contagiante do seu interlocutor, que lhe coloca uma questão: “Entrevista hoje de tarde, quando já poderia estar à experiencia a essa mesma hora aos vossos serviços! A entrevista poderia ser ainda de manha?”
Um silêncio ensurdecedor toma conta daquele telefonema, durante uns 20 segundos.
Ele pergunta: “Estou? Está ai ainda?” que recebe de resposta: “Dê-me só um minuto. Com licença.”
Ele sente que tinha criado algo de surpreendente a aquela funcionária. Quando assim o é, tudo é possível.
O som que volta a ouvir pelo telefone é masculino e questiona-o: “Consegue estar cá em 30 a 40 minutos?”
Conclusão:
Durante aquele ultimo mês, ele tinha andado a responder a anúncios e a enviar currículos, mas sem magia. Se um magico é um ilusionista, porque em tudo que eles fazem, existe uma explicação lógica, ele à forma como estava procurando trabalho era igual, robótico, como tinha ouvido a tal funcionária atender-lhe o telefonema.
A questão que poderá colocar a si mesmo é se está a usar todo o seu potencial?
Se pensa que sim, é porque está mesmo. Mas se aprender e alargar os horizontes da sua mente, vai aperceber-se que está apenas a aproveitar uma parte daquilo que verdadeiramente é capaz de ser, fazer e ter.
Utilize a resiliência como a sua própria arma. Supere-se surpreenda-se todos os dias e os seus resultados vão ser aquilo que quer.