quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos


Eu acredito que todas as ações de um individuo partam de uma perspetiva de terem uma intensão positiva, mesmo quando o seu resultado venha a evidenciar-se desfavorável, para quem as faz ou para terceiros.

Independentemente do desfecho final vai ser a forma como os outros acabam por avaliar e qualificar essa mesma pessoa. Mas perante as observações e reações dos terceiros - quem as pratica - vai analisar consigo mesmo e fazer uma autoavaliação das mesmas. Que por sua vez o vai conduzir a uma interpretação, se deve alterar as suas ações e retirar lições para serem aplicadas de um modo mais equilibrado, naquele determinado contexto numa próxima oportunidade.
Mas aquando da analise, constatar que as suas ações obtiveram corroboração por parte de quem as vivenciou ou obtiveram conhecimento, estas vão a partir daquele momento, fazer parte do seu carater e servindo de consolidação no seu EU.

Aquelas pessoas que na sua autoanalise, apercebem-se da necessidade de mudar algo, mas persistem em nada fazer de diferente, Einstein identificou como sendo aquilo que lhe chamou de: “Definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”

Por isso o princípio de qualquer ação de um individuo provem de como filtra, interpreta e elabora a sua forma de pensar. Assim o cerne da questão passa com a forma e modo como pensa e lida com os seus pensamentos.

Deste modo: Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos.

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