Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Hierarquização de Valores



Já alguma vez questionou-se, se as pessoas que estão ao seu redor, tanto ao nível pessoal e profissional, serão aquelas que a poderão ajudar, a ser aquela pessoa que sempre sonhou ser? Pelos vistos, fazem toda a diferença para o seu resultado desejado.
Já dizia Jim Rohn: “Nós somos a média das 5 pessoas com quem passamos mais tempo.”
Mas será que este pensamento pode ser interpretado como correto? Pode ser interessante descobrir isso na sua vida e como os outros criam transformações em si, na maneira como poderemos pensar, sentir e agir. Vamos lá tentar. 
  • Quando está com determinadas pessoas que costumam reclamar de tudo e todos, pense para si, se acaba por adoptar esse comportamento, nem que seja momentâneo;
  • Quando anda com pessoas que se vestem e/ou tem uma alimentação mais descuidada, a sua tendência é de seguir o exemplo dos outros;
  • Quando o seu grupo de amigos, são aquelas pessoas que tem uma perspectiva do lado positivo de qualquer situação que se deparem, sente-se contagiado/a e parece que a solução está sempre do seu lado;
Interessante concorda?
Acha que pode ter chegado o momento de aprimorar as suas escolhas? Afinal de contam são apenas 5!
Mas com que referencias é que vai orientar-se?
A resposta é muito simples. Já alguma vez empenhou-se a descobrir qual a sua hierarquização de valores?
Usualmente quando de fala de hierarquia de valores, associa-se de imediato aos religiosos, éticos ou morais, estéticos, lógicos, vitais e os úteis, mas neste caso não é perante esta perspectiva que estou a abordar, mas sim os seus pessoais.
Daí, quais são os seus valores e em que posição os coloca na sua hierarquização?
Quando tiver reconhecido e posicionado os seus valores pessoais, vai perceber porque afinal de contas se identifica mais com algumas pessoas.
Agora sim, pode fazer uma lista dos seus amigos, colegas, pessoas com quem passa mais tempo e dar uso ao maior poder que tem, enquanto ser humano: utilizar a capacidade de raciocínio e tomar a opção de com quem quer passar mais tempo. Após ter chegado à opção, agora é só tomar a decisão de juntar-se aqueles que identifica-se mais e que possam ajudar acrescentar valor a si e afastar-se daquelas que nada acrescentam e ainda por cima possam funcionar como limitadores ou como costumo dizer: “coveiros”.

Já alguma vez questionou-se, sobre as pessoas que estão ao seu redor?

Paulo Renato

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Tudo é possível, basta Acreditar




Se quer tornar em tudo o que se pode tornar, 
fazer tudo o que pode fazer, 
ouvir tudo o que pode ouvir, 
ver tudo o que pode ver
sentir tudo como gostaria de se sentir . . .  
estaria predisposto a percorrer um caminho?

Só você é que sabe, o que muitos outros já fizeram.





A minha vida

Tudo que se faz ao longo da vida, é termos a oportunidade no nosso dia a dia de aprender, evoluir, conquistar e de superar-se em certos pontos, em certos momentos, tal como peças de um puzzle se tratasse.
Depois arquivamos tudo e guardamos no nosso subconsciente, até que um dia possa vir a precisar dessa informação, dessas lições, dessas mais valias que acrescentou a si, as "medalhas" ganhas que fazem parte da sua sala de troféus pessoais e de todas as experiências superadas.
Todos os dias temos a oportunidade de acrescentar uma peça mais ao seu puzzle pessoal.
No final, criamos uma imagem que representa a sua pessoa, colocando como legenda . . . a minha vida.

Como Benjamin Franklin disse: "Se você não quer ser esquecido quando morrer, escreva coisas que valha a pena ler ou faça coisas que valha a pena escrever."

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Derrota temporária ou eterna


Existe uma enorme diferença entre estar interessado e estar empenhado em algo. A sua decisão vai ser crucial, juntamente com o seu comprometimento para o que almeja alcançar.


E na peugada do que deseja, é muito bom que se depare com uma ou várias derrotas. Onde mais uma vez a sua decisão vai ser o ponto de viragem. Pois aprender com elas, chamando-as de temporárias e utilizando-as como catalisador, vai funcionar tal como uma mola. Ou vai resignar-se e tornar eterna, onde encontrou mais uma solução para se justificar aos outros e principalmente a si mesmo, para a não consecução do que tinha inicialmente idealizado. 
As derrotas fazem parte de qualquer processo, desde que esteja a fazer algo com e por ele, pois se nada estiver a fazer, ela deixa de ser parte de um processo e passa a ser a própria pessoa em si. Ter que passar por uma derrota, é tão natural como respirar, pois é sinónimo que está vivo e cedo ou tarde vai fazer parte da caminhada da sua vida, Ser um derrotado é um sentimento constante de frustração e desalento com tudo que o possa rodear, desde o trabalho, os amigos, conhecidos, a família em geral, o/a conjugue, até os próprios filhos, quando a verdade reside na sua própria semente.
A sua decisão vai se cingir a algo muito simples, apenas definir se é uma derrota temporária ou eterna. Esta vai depender exclusivamente de si, perante o modo como a vai representar na sua mente e como a pretende alimentar.
Posto isto, qual vai ser a sua? Vai permitir que seja como uma ancora para o manter acorrentado a esse estado? Vai defender o seu insucesso atribuindo razões por factores externos e passar a ser um exemplo do problema fixo, em vez da resiliência e persistência? O que iram pensar aqueles de quem você gosta e por quem quer ser reconhecido? Ainda mais importante, o que vai pensar e sentir de si mesmo?
Ou vai preferir usar a derrota como uma medalha de ouro, por a ter ultrapassado e com o seu sentido de determinação, ter superado mais um "calhau" que o faz enriquecer ao nível de sua auto-estima, auto-imagem e autoconfiança?
Poderá ser possível com todos os "calhaus" que se vai deparando no caminho ao que deseja, junta-los, enquadra-los ou reenquadra-los e a sua atitude e vontade de vencer tornar-se no cimento que faltava para construir a "ponte" que o vai levar a caminhar num outro nível?
Será que essa "ponte" conduzi-lo-á em busca de novos "calhaus" que o possam levar a novos destinos, onde aquele que inicialmente tinha idealizado, já ficou bem para trás, tendo se transformado numa sub-meta, em vez de ser a final?
UAUUU . . . onde uma simples decisão o pode trazer!
Por isso, existe uma enorme diferença entre estar interessado e estar empenhado em algo. A sua decisão vai ser crucial.

Paulo Renato

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Saudade

De todas as palavras existentes no mundo, por mais que se  possa imaginar, existe apenas uma que faz ativar os sentimentos mais profundos em momentos de alegria, tristeza, nostalgia, de memórias . . .
Palavra essa que além de não ser possível traduzi-la em qualquer outra língua numa única palavra, faz recordar bons ou maus momentos, que sempre irão fazer parte da vida de um individuo.
Saudade . . . é um sentimento, um pensamento de algo, ou de um acontecimento ou até mesmo de alguém, que na realidade não é possível descrever exatamente. Maioritariamente apenas entendível por apenas aquele(a) que o sente.
Em qualquer um dos casos, foi algo ou alguém, nem que tenha sido por breves momentos . . . mas que para sempre irá fazer parte da sua história, desta passagem tão rápida e muitas vezes menos bem aproveitada, chamada vida.
Tudo aquilo que já passou, é passado e nunca mais se pode voltar repetir (pelo menos precisamente igual - partindo do principio que cada momento, só a ele lhe pertence, por isso exatamente irreplicável). Apenas a partir do hoje e viver esse novo momento, tal como ele o é, NOVO.
Desta vez tem a oportunidade de ter aprendido a lição do passado e viver mais intensamente cada momento que se avizinha - Carpe Diem - de forma a ficar eterno.
Não se permita que num futuro possa dizer: "Deveria ter vivido de uma forma diferente" ou "Deveria ter aproveitado mais as oportunidades que tive."
Não se arrependa do que fez, apenas do que não fez.
A partir de hoje tem a oportunidade de corrigir esse desperdício e tirar o melhor proveito desses momentos . . . pois eles nunca mais voltam acontecer. E quando relembrar-se de algo, que essas saudades sejam por aquilo que saboreou, acarinhou, gargalhou, por tudo aquilo que lhe possa chamar de: "Momento de Felicidade."

Principalmente porque vivemos à velocidade da luz.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Qualificar por faixa etária o Tempo!


O ser humano depreende o mundo perante a percepção das suas experiências passadas. Por isso a felicidade ou infelicidade ser um ponto de vista.
Essas experiências vão conduzir a que se tenha um sentimento com uma significância própria de uma determinada situação. Dessa forma se cria os padrões existentes em cada um de nós.
Este é o mesmo processo, perante níveis etários, que vamos tomar como principio qualificar a percepção de utilização de seu tempo.

Assim vamos identificar 4 níveis etários (com isto não se pretende estereotipar e apenas identificar de uma forma genérica. Pois é de louvar aqueles que estão num dos níveis, apenas e só apenas, devido à sua maturidade de idade atingida e que na realidade são uma mais valia, por isso serem identificados como um exemplo ou destaque na sua faixa etária).


Enquanto Crianças e visto as suas experiências passadas serem nulas, onde toda a sua aprendizagem provem pela observação (e testes que vão criando), daqueles que os rodeiam, acabam por não ter bem a noção do tempo. 
Excepto a da presença ou falta daqueles que lhe dão toda a atenção (pessoas com quem vivem).



Teenagers, vivem o seu dia a dia a uma velocidade incalculável. De tal forma que todo o seu tempo disponível num dia (24h), está absolutamente desenquadrado com as suas necessidades.
"Como é que é possível haver pessoas que dizem ter tempo para tudo? Eu não tenho tempo para nada!"
Agravando, de certa forma, nesta era das telecomunicações constantes, em que as informações do mundo, dos amigos, dos conhecidos e daqueles que nunca imaginariam de as conhecer pessoalmente, fazem parte do seu quotidiano, através das redes sociais. Assim criando um novo conceito na comunicação, do relacionamento interpessoal, para um relacionamento móvel-impessoal.


Quando se entra no mundo do trabalho - aquilo que lhe chamamos do mundo Adulto - onde o incumprimento de horários sai em detrimento às responsabilidades por si já assumidas, (desde casa, condomínio, carro, empréstimos, água, luz, telecomunicações, alimentação, vestuário e outras necessidades pessoais); a responsabilidades de ter constituído família e o acréscimo que daí advém; as rotinas diárias . . . já nem sentem o tempo a passar.
Só tomam consciência que já passou mais um mês, quando chega novamente aquela data que tem de cumprir as suas obrigações. Ou um ano por já estarem naquela época festiva, que nem deram conta de terem passado 365 dias, e ainda tem a noção que foi "ontem" que ela tinha sido festejada.
O seu tempo (que acaba por ser o nosso bem mais precioso, visto ser tão escasso), quase deixou de ter o valor que deveria ter. Só se dá conta de como ele passou (tão rápido) apenas quando se apercebem do evoluir da idade e consequentemente o tamanho (em alguns casos) dos seus filhos, em que o nível dos olhos está equiparado ou até já se tem que o elevar, para lhes ver os olhos.


Agora quando atingem o nível Sénior, os seus hábitos do passado sofrem uma mutação para se enquadrarem com o excesso de tempo disponível.
Assim desta forma tendem na busca incessante num enriquecimento de preencher de modo útil e prazeroso, o seu tempo.
Onde muitas das vezes, voltam a adquirir a vontade de querer aprender algo, que de certa forma se sentiam desactualizados ou a praticar actividades / desportos que durante os anos passados, não tinham disponibilidade (até mesmo mental) para o fazerem.

Como a minha mãe o diz: "Agora passei a ter o TTM - Todo o Tempo do Mundo.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos


Eu acredito que todas as ações de um individuo partam de uma perspetiva de terem uma intensão positiva, mesmo quando o seu resultado venha a evidenciar-se desfavorável, para quem as faz ou para terceiros.

Independentemente do desfecho final vai ser a forma como os outros acabam por avaliar e qualificar essa mesma pessoa. Mas perante as observações e reações dos terceiros - quem as pratica - vai analisar consigo mesmo e fazer uma autoavaliação das mesmas. Que por sua vez o vai conduzir a uma interpretação, se deve alterar as suas ações e retirar lições para serem aplicadas de um modo mais equilibrado, naquele determinado contexto numa próxima oportunidade.
Mas aquando da analise, constatar que as suas ações obtiveram corroboração por parte de quem as vivenciou ou obtiveram conhecimento, estas vão a partir daquele momento, fazer parte do seu carater e servindo de consolidação no seu EU.

Aquelas pessoas que na sua autoanalise, apercebem-se da necessidade de mudar algo, mas persistem em nada fazer de diferente, Einstein identificou como sendo aquilo que lhe chamou de: “Definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”

Por isso o princípio de qualquer ação de um individuo provem de como filtra, interpreta e elabora a sua forma de pensar. Assim o cerne da questão passa com a forma e modo como pensa e lida com os seus pensamentos.

Deste modo: Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos.