Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos


Eu acredito que todas as ações de um individuo partam de uma perspetiva de terem uma intensão positiva, mesmo quando o seu resultado venha a evidenciar-se desfavorável, para quem as faz ou para terceiros.

Independentemente do desfecho final vai ser a forma como os outros acabam por avaliar e qualificar essa mesma pessoa. Mas perante as observações e reações dos terceiros - quem as pratica - vai analisar consigo mesmo e fazer uma autoavaliação das mesmas. Que por sua vez o vai conduzir a uma interpretação, se deve alterar as suas ações e retirar lições para serem aplicadas de um modo mais equilibrado, naquele determinado contexto numa próxima oportunidade.
Mas aquando da analise, constatar que as suas ações obtiveram corroboração por parte de quem as vivenciou ou obtiveram conhecimento, estas vão a partir daquele momento, fazer parte do seu carater e servindo de consolidação no seu EU.

Aquelas pessoas que na sua autoanalise, apercebem-se da necessidade de mudar algo, mas persistem em nada fazer de diferente, Einstein identificou como sendo aquilo que lhe chamou de: “Definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”

Por isso o princípio de qualquer ação de um individuo provem de como filtra, interpreta e elabora a sua forma de pensar. Assim o cerne da questão passa com a forma e modo como pensa e lida com os seus pensamentos.

Deste modo: Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Coaching - Orgulho em si mesma.


Uma das grandes vantagens de se ter um Coach (Coaching), é ter alguém que lha vai ajudar ou até mesmo "socorrer" dos seus sonhos ou ideias que tenha, mas não saiba muito bem como colocá-los em prática ou de forma a tornarem-se exequíveis. 

Toda a gente os tem, mas maioritariamente ficam no mesmo local onde nasceram, na sua mente. Pode até começar a criar uma estratégia de forma a torna-los realidade, mas logo pode ser confrontado com os desafios que estão intrínsecos ao projeto. Podemos pensar que o azar acompanham-na mas a verdade porém é que o azar só existe porque a sorte está do outro lado do obstáculo.

Será que os desafios iniciais são a resposta que sempre desejou? Ser a comprovação de que na realidade é capaz?
Mas o que a maioritariamente acontece é acabam por desistir muito rapidamente dos seus sonhos logo à 1ª ou 2ª situação que lhe chame de azar ou dificuldade acrescida. Sem se aperceberem que cada acontecimento desagradável lhe traz consigo uma semente de um beneficio equivalente.

O Coach é aquele que vai conduzir a si, a manter o seu rumo que inicialmente tinha desenhado, através de varias técnicas e ferramentas com um sentido de persistência. Desta forma vai descobrir que afinal existem outras soluções possíveis para o atingimento do seu "Sucesso".

Este pode ser o momento de viragem da sua vida. Comece por si e associe-se a quem lhe traga a outra perspetiva que sozinha seria muito mais difícil atingir.
Não faça mais parte da desculpa, obtenha o contraste e tenha planos específicos para as suas soluções.
Nunca subestime as suas ambições.
Algumas outras pessoas podem pensar que esteja louca ou questionar-se a si mesma, porque nunca ninguém pensou nisto antes?

A oportunidade não depende da sorte, mas de si mesmo. Esta não necessita de inteligência ou estudos específicos, apenas da imaginação criativa e da sua vontade enorme de querer conquistar.
A isto se chama coordenar duas ou mais mentes criativas para o atingimento do que tanto deseja.

1º que tudo, tenha orgulho em si mesma.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

I believe

Consideremos este facto:
A base do Atendimento ou e uma venda, é a incessante procura da satisfação de necessidades do seu cliente.

Deste modo está institucionalizado que a comunicação verbal e a não verbal, é o meio utilizado para se fazer corresponder em concordância com aquele que pretende conquistar a sua confiança, interesse e o motivo. Criando simpatia e empatia com o seu interlocutor.

De certa forma esta é a estrutura de sucesso para se conquistar, despertar e criar uma relação harmoniosa com uma outra pessoa.

Mas tudo isto leva-nos a uma outra questão bastante pertinente: Quando é o que o seu cliente ou interlocutor, é você mesmo?
Seguindo a ideia de que na realidade, durante o seu dia completo você fala mais horas consigo mesmo (aproximadamente 14h por dia), quando é que realmente faz algo para conquistar a sua confiança, através do seu discurso interno, proveniente de todos os comentários e pensamentos que constantemente está a debitar?
De que forma é que desperta o seu interesse para se sentir bem consigo mesmo? Que tipo de impulsos?
Como cria motivos a estimular as suas ações?
Este é um conjunto de questões pertinentes que usualmente assumem a perspetiva aplica aos outros nunca para si próprio.

Assim criou-se a  I believe, marca registada que desenvolve a sua atividade na área da Joalharia, que tem como objetivo colmatar esse espaço que existe entre as suas ações e relacionamentos  no seu "mundo" e a sua satisfação de necessidades, com os seus recursos e desejos/intenções pessoais que anseiam serem correspondidos. Associando-se à ostentação de uma Joia com o Desenvolvimento Pessoal.

Desta forma a I believe identificou (juntamente com um dos seus parceiros - Associação Portuguesa de Astrologia), a terapia através das cores - Cromoterapia, que tem como propósito o equilíbrio físico, mental e espiritual - uma panóplia de desejos/intenções associadas às cores (e forma a ficar bastante mais completo, ainda foram incluídos os signos, elemento e os chacras) correspondentemente.
Ficando apenas a tarefa de cada pessoa identificar-se com o seu desejo mais promissor ou intenção que pretenda ampliar ou superar na sua vida (no seu dia a dia), e escolher apenas a sua joia que considere mais acolhedora para si.


Trazer consigo a sua Joia, associada ao que mais anceia conquistar ou superar, vai ser  a sua "ancora" de confiança que lhe faltava, para principalmente nos momentos em que o controlo racional e emocional mais necessitam de algo sustentável para manter o seu equilíbrio.

A veracidade de qualquer coisa, vai depender daquilo que cada um Acredita ou quer Acreditar.
Eu Acredito . . . e você?

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Fracasso em Oportunidade - 2

Muito embora esteja andado ausente, estou de volta com a continuação do ultimo post:  Fracasso em Oportunidade - 1

Também é comum ouvir-se dizer que aquelas pessoas que trabalham para o estado, não fazem nada (ou quase nada) e tem todo o tipo de benefícios dele. Mas o que é factual é que uma pessoas (que lamentavelmente) fica desempregada, passou a ser funcionário do mesmo estado que tanto reclama. Pois o fundo do desemprego ou o RSI que passou a receber, provém através daqueles que tanto desalento e infelicidade lhes trás.
Mas então o que é que  se procura, satisfação ou insatisfação; felicidade ou infelicidade?
Este é um dos caminhos que tem a possibilidade de percorrer, que podes ser chamada de "derrota" (neste contexto).
Mas então pode questionar-se: Onde está a oportunidade em ficar desempregado?
Será que a resposta pode ser encontrada numa outra questão: "Quando estava a trabalhar (no seu ultimo emprego ou trabalho), quanto tempo entendia que tinha de fazer algo de forma a poder realizar aqueles sonhos ou desejos, que no seu passado, tinha projetado? Será que agora passou a ter o TTM - Todo o Tempo do Mundo - para poder fazer algo em conformidade com os seus sonhos? Será que através da realização desses sonhos, tem a "Oportunidade" e criar o seu próprio trabalho (empresa ou PME - Pequenas e Média Empresa) e ainda por cima ter a oportunidade de dar trabalho a outras pessoas também?
Visto o ser humano ter uma enorme necessidade e posse, acha que deixar de ser empregado e passar a ser empregador, seria uma perspetiva honrosa e reconfortante?
Agora que tem o TTM, e continua a receber algo, mesmo estando em casa, passou a ter aquilo que possivelmente se queixava não ter, para transformar a sua qualidade e sentido de vida naquilo que tanto desejava - Tempo.
Embora exista sempre duas perspetivas (no mínimo), em qualquer situação, pode sempre ficar sentado a reclamar de tudo e de todos - o mais comodo e mais fácil, mas menos compensatório financeira e de realização pessoal, ou pode olhar para dentro de si, agarrando-se a todas as lições adquiridas no percurso da sua vida e fazer uma lista daquilo que sempre sonhou e passar à ação.

Todo este texto pode até parecer conversa fiada de quem não está ao corrente da situação socioeconómica do país, no momento atual, ou de quem tenta vender a "banha da cobra" e está a motivar ou capacita-lo a sair da sua zona e conforto e força-lo a fazer algo de diferente do que possa vir vindo a fazer nos últimos tempos.
Consegui? Se ainda não, então volte a ler mas desta vez com uma abertura de espirito, de que estou a escrever para si, que se encontra desempregado ou à procura de dar a volta á sua situação atual.

É que a verdade é apenas uma, o senso comum diz-nos que vivemos apenas uma única vez (sempre pode viver outras vidas, mas certamente não se lembra muito bem delas, por isso mais vale aproveitar esta mesmo) e a diferença que vai marcar a diferença, vai depender naquilo que Acredita e quer Acreditar, sobre si mesmo (e não sobre os outros, visto que os fatores externos, já nos trazem tantas surpresas, vá ao menos contar com as suas próprias certezas, que é aquilo que possa controlar: o seu estado e espirito, pensamentos e naquilo que quer Acreditar).
O poder de transformar a sua "derrota" momentânea em Oportunidade, vai depender do seu discurso interno. Que tipo de comentário costuma ter consigo mesmo? Capacitadores e motivadores ou derrotistas? Costuma dizer: "Eu não sou capaz!"; "Eu não consigo!" ou "Eu Acredito em mim e nada é mais forte do que a minha força de querer vencer e alcançar os meus desejos."

Um dos dogmas mais poderosos, é poder dizer a si mesmo: "Eu Acredito . . ./I believe . . ."

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Fracasso em Oportunidade - 1

Nem sempre uma derrota, significa ser uma derrota.

Após aquilo que usualmente se chama de derrota, bem pode ser uma abertura de uma janela para uma nova oportunidade, passando a chamar-se de derrota momentânea.
O fato da perspectiva que assumir dessa derrota, vai marcar toa a diferença no seu resultado final que pretenda obter na sua vida.

Como é de conhecimento comum o proverbio popular: "Quando se fecha uma porta, abre-se uma janela." A diferença é que por vezes, fica-se tão ofuscado com a falta de luz que aquela porta agora fechada deixou de trazer e fica-se sentado reclamando ou meramente estático a olhar frente a mesma (como estivesse à espera que alguém crie ou faça algo para ela se abrir), que se esquece de apenas rodar um pouco a sua cabeça para mesmo ali ao lado e aperceber-se que tem uma janela que lhe trás uma nova iluminação para a sua vida e família

O que é mais comum nos tempos actuais, é o facto de ficar desempregado e que é considerado como a maior derrota da população em geral. Sem estar a especificar muito as variadíssimas razões possíveis, uma pessoa que esteja empregada numa qualquer empresa, adquire determinadas rotinas que passivamente assume como a sua evolução, equilíbrio ou que o destino na sua vida  é estar ali a trabalhar.
Olhando à sua volta, apercebe-se que ter aquele trabalho é uma dádiva, indiferentemente se ganha muito (ou o suficiente), ou nem sempre o suficiente para fazer cobro às suas necessidades (despesas e pequenos prazeres que se considera merecedor e para sua família), aceita-o de bom agrado mesmo tendo consciência que muitas das vezes não chega.
Por essa razão, normalmente, tenta arranjar um outro trabalho ou ocupação, de forma a sentir-se realizado e satisfeito.Muito embora também, se encontra aquelas pessoas que actuam de uma forma (mais normal em conformidade com o seu meio ambiente que a rodeia), que em contrario de uma acção pro-activa e que conduza a uma solução desejada, preferem estar inertes. Sentada no seu sofá em frente o "caixote" (TV), que lhes trás a ampliação do desalento da população em geral ou todo o tipo de desgraças no mundo, associando-se a essa "dor" e conjuntamente passando a fazer parte daqueles que tanto reclamam do estado, das finanças, das entidades patronais, daqueles que fizeram algo e hoje são noticia por terem conseguido superar-se de alguma forma (usualmente acusados de sortudos ou de conhecimentos influentes, quando uma grande parte simplesmente arriscou numa ideia e aventurou-se na falta de alternativas), do excesso do sol, das enxurradas da chuva, porque é dia ou está de noite . . . mas que na realidade nada fazem para alterar a sua situação pessoal e familiar.

Sem grandes rodeios e como já foi estudado, tudo que se faz, é um resultado . . . mas é o resultado desejado?
Ficar desempregado nos momentos actuais, é sinonimo de fazer parte do maior numero de pessoas com a mesma profissão . . . não fazer nada.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Eu pensava . . . significa?

Por vezes num dialogo, entre duas pessoas, este pode-se tornar interessante ou ambíguo. Simplesmente pela única razão que para cada um dos intervenientes , uma determinada palavra ou expressão tem uma interpretação diferente, porque lhe atribui uma definição igualmente diferente.

Assim quando inicialmente o caminho e o sentido do dialogo era apenas 1, passa a ter 2 conversas em paralelo. Sendo maioritariamente, o suficiente para a criação de um conflito absolutamente desnecessário, (relembro um post anterior "A falsa Verdade, a Mentira incessante" em que depois de um ponto, consequentemente vem outro, outro e mais outro).

Como conseguir evitar este tipo de situação? Será que existe algum modo?
Igualmente de uma forma muito simples, tal e qual como se iniciou o conflito pode desmonta-lo.

A nível emocional, basta apenas manter a calma e a sua própria serenidade em concordância com o seu saber - saber, do sentido que estava a dar ao dialogo. Manter uma linguagem corporal - postura, expressão facial, sobrolho, o mesmo contacto visual e com uma mente aberta para ouvir os outros. De seguida é pedir ao seu interlocutor para explicar o que na realidade pretende dizer - aquilo que se chama "desmontar".

Deve-se tomar em consideração que em qualquer dialogo/comunicação existe sempre uma intenção. Por isso é de extrema importância perceber o que se pretende dizer e qual o sentido que se esta a tomar. Se os sentidos não estiverem convergentes, então deve assumir o controlo e apresentar a sua perspectiva: "O que eu queria dizer era isto ..." ou "O sentido que estava a tomar era este ..."

Sempre que possível, use algo que o seu interlocutor tinha dito (na explicação, de modo em tornar-se assertivo e de fácil assimilação) e fundamente convenientemente. Uma pessoa passa a ter razão, desde que a sua explicação esteja devidamente bem fundamentada (sem nunca o esquecer o bom senso - claro).

Num dialogo vai sempre existir (possivelmente), o mesmo número de perspectivas, quanto o número de intervenientes. Esteja atento se as palavras ou expressões, estão a ser preferias mediante a mesma definição.

Paulo Renato

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ser humano = 0 e 1

Numa conversa bastante interessante com um dos meus "médicos" do meu "animal" (tec. do computador), foi-me explicado que os computadores funcionam de um modo binário: 0 e 1.
Como se deve calcular, foi algo que me fez confusão - inicial - devido ao meu exímio conhecimento nesta área (reduzido ou quase nula), mas logo associei esta nova informação perante os meus conteúdos e cheguei à tomada de consciência que na realidade o homem (ser humano) criou o computador à sua imagem. ou seja, o ser humano está 0 = OFF ou 1 = ON.

Tomamos como exemplo o dia a dia: quando se levanta, de manha, durante quanto tempo necessita até se sentir "ligado" ao seu mundo ou é logo instantâneo?
Neste caso, veja quanto tempo se mantém "desligado" mesmo estando acordado?
e durante o dia, quais são ou quantos são os momentos que se sente OFF?

O 1º pensamento automático muito natural, é que esse estado é inconsciente e que é verdade ser necessário estar no tempo "0" e na realidade isso não tem mal nenhum, mas o que se torna importante é saber como activar o "ON" quanto é preciso e e forma consciente.

Como seria possível alterar esse estado quando desejar?
Faça um exercício consigo mesmo:
Lembre-se de um momento em que esteve "OFF". Num momento que durante o seu dia, parece não estar a pensar em nada, como se estivesse em transe e o mundo à sua volta não tivesse representatividade alguma, naquela altura. Quando alguém fala para si, mas nem o ouve. Está a lembrar-se esses momentos?Possivelmente pode estar a lembrar-se de uma colecção de momentos assim.

Agora tente lembrar-se daquele preciso momento em que parece receber um "click" e o faz reagir com o mundo à sua volta. O que é que fez transformar esse estado para o outro? Foi algo que viu: uma imagem, uma pessoa, uma luz, alguma cor (especifica) ou foi algo que ouviu: um som, um nome (o seu mesmo ou de outra pessoa chegada), um tom de voz, algo que disse a si mesmo (um pensamento - voz interior) ou foi algo que sentiu: um toque, um arrepio, um desejo, algo que pegou (um objecto).
Após esse algo, acha que voltou a estar alerta? Identifique o que na realidade o activou a ficar "ON" - 1, dessa vez.

Quando tiver feito este exercício, as vezes que entender necessário, e ter identificado o padrão (algo que viu, ouviu ou sentiu), acabou de descobrir a sua "chave mestra" para estar "ligado" sempre que achar estar a ficar "OFF"- 0.

O auto-conhecimento e acreditar que é capaz, passa ser a sua maior ferramenta para activar o que de melhor que há em si e elevar os seus maiores recursos.

Paulo Renato