Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Fracasso em Oportunidade - 2

Muito embora esteja andado ausente, estou de volta com a continuação do ultimo post:  Fracasso em Oportunidade - 1

Também é comum ouvir-se dizer que aquelas pessoas que trabalham para o estado, não fazem nada (ou quase nada) e tem todo o tipo de benefícios dele. Mas o que é factual é que uma pessoas (que lamentavelmente) fica desempregada, passou a ser funcionário do mesmo estado que tanto reclama. Pois o fundo do desemprego ou o RSI que passou a receber, provém através daqueles que tanto desalento e infelicidade lhes trás.
Mas então o que é que  se procura, satisfação ou insatisfação; felicidade ou infelicidade?
Este é um dos caminhos que tem a possibilidade de percorrer, que podes ser chamada de "derrota" (neste contexto).
Mas então pode questionar-se: Onde está a oportunidade em ficar desempregado?
Será que a resposta pode ser encontrada numa outra questão: "Quando estava a trabalhar (no seu ultimo emprego ou trabalho), quanto tempo entendia que tinha de fazer algo de forma a poder realizar aqueles sonhos ou desejos, que no seu passado, tinha projetado? Será que agora passou a ter o TTM - Todo o Tempo do Mundo - para poder fazer algo em conformidade com os seus sonhos? Será que através da realização desses sonhos, tem a "Oportunidade" e criar o seu próprio trabalho (empresa ou PME - Pequenas e Média Empresa) e ainda por cima ter a oportunidade de dar trabalho a outras pessoas também?
Visto o ser humano ter uma enorme necessidade e posse, acha que deixar de ser empregado e passar a ser empregador, seria uma perspetiva honrosa e reconfortante?
Agora que tem o TTM, e continua a receber algo, mesmo estando em casa, passou a ter aquilo que possivelmente se queixava não ter, para transformar a sua qualidade e sentido de vida naquilo que tanto desejava - Tempo.
Embora exista sempre duas perspetivas (no mínimo), em qualquer situação, pode sempre ficar sentado a reclamar de tudo e de todos - o mais comodo e mais fácil, mas menos compensatório financeira e de realização pessoal, ou pode olhar para dentro de si, agarrando-se a todas as lições adquiridas no percurso da sua vida e fazer uma lista daquilo que sempre sonhou e passar à ação.

Todo este texto pode até parecer conversa fiada de quem não está ao corrente da situação socioeconómica do país, no momento atual, ou de quem tenta vender a "banha da cobra" e está a motivar ou capacita-lo a sair da sua zona e conforto e força-lo a fazer algo de diferente do que possa vir vindo a fazer nos últimos tempos.
Consegui? Se ainda não, então volte a ler mas desta vez com uma abertura de espirito, de que estou a escrever para si, que se encontra desempregado ou à procura de dar a volta á sua situação atual.

É que a verdade é apenas uma, o senso comum diz-nos que vivemos apenas uma única vez (sempre pode viver outras vidas, mas certamente não se lembra muito bem delas, por isso mais vale aproveitar esta mesmo) e a diferença que vai marcar a diferença, vai depender naquilo que Acredita e quer Acreditar, sobre si mesmo (e não sobre os outros, visto que os fatores externos, já nos trazem tantas surpresas, vá ao menos contar com as suas próprias certezas, que é aquilo que possa controlar: o seu estado e espirito, pensamentos e naquilo que quer Acreditar).
O poder de transformar a sua "derrota" momentânea em Oportunidade, vai depender do seu discurso interno. Que tipo de comentário costuma ter consigo mesmo? Capacitadores e motivadores ou derrotistas? Costuma dizer: "Eu não sou capaz!"; "Eu não consigo!" ou "Eu Acredito em mim e nada é mais forte do que a minha força de querer vencer e alcançar os meus desejos."

Um dos dogmas mais poderosos, é poder dizer a si mesmo: "Eu Acredito . . ./I believe . . ."

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Fracasso em Oportunidade - 1

Nem sempre uma derrota, significa ser uma derrota.

Após aquilo que usualmente se chama de derrota, bem pode ser uma abertura de uma janela para uma nova oportunidade, passando a chamar-se de derrota momentânea.
O fato da perspectiva que assumir dessa derrota, vai marcar toa a diferença no seu resultado final que pretenda obter na sua vida.

Como é de conhecimento comum o proverbio popular: "Quando se fecha uma porta, abre-se uma janela." A diferença é que por vezes, fica-se tão ofuscado com a falta de luz que aquela porta agora fechada deixou de trazer e fica-se sentado reclamando ou meramente estático a olhar frente a mesma (como estivesse à espera que alguém crie ou faça algo para ela se abrir), que se esquece de apenas rodar um pouco a sua cabeça para mesmo ali ao lado e aperceber-se que tem uma janela que lhe trás uma nova iluminação para a sua vida e família

O que é mais comum nos tempos actuais, é o facto de ficar desempregado e que é considerado como a maior derrota da população em geral. Sem estar a especificar muito as variadíssimas razões possíveis, uma pessoa que esteja empregada numa qualquer empresa, adquire determinadas rotinas que passivamente assume como a sua evolução, equilíbrio ou que o destino na sua vida  é estar ali a trabalhar.
Olhando à sua volta, apercebe-se que ter aquele trabalho é uma dádiva, indiferentemente se ganha muito (ou o suficiente), ou nem sempre o suficiente para fazer cobro às suas necessidades (despesas e pequenos prazeres que se considera merecedor e para sua família), aceita-o de bom agrado mesmo tendo consciência que muitas das vezes não chega.
Por essa razão, normalmente, tenta arranjar um outro trabalho ou ocupação, de forma a sentir-se realizado e satisfeito.Muito embora também, se encontra aquelas pessoas que actuam de uma forma (mais normal em conformidade com o seu meio ambiente que a rodeia), que em contrario de uma acção pro-activa e que conduza a uma solução desejada, preferem estar inertes. Sentada no seu sofá em frente o "caixote" (TV), que lhes trás a ampliação do desalento da população em geral ou todo o tipo de desgraças no mundo, associando-se a essa "dor" e conjuntamente passando a fazer parte daqueles que tanto reclamam do estado, das finanças, das entidades patronais, daqueles que fizeram algo e hoje são noticia por terem conseguido superar-se de alguma forma (usualmente acusados de sortudos ou de conhecimentos influentes, quando uma grande parte simplesmente arriscou numa ideia e aventurou-se na falta de alternativas), do excesso do sol, das enxurradas da chuva, porque é dia ou está de noite . . . mas que na realidade nada fazem para alterar a sua situação pessoal e familiar.

Sem grandes rodeios e como já foi estudado, tudo que se faz, é um resultado . . . mas é o resultado desejado?
Ficar desempregado nos momentos actuais, é sinonimo de fazer parte do maior numero de pessoas com a mesma profissão . . . não fazer nada.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Eu pensava . . . significa?

Por vezes num dialogo, entre duas pessoas, este pode-se tornar interessante ou ambíguo. Simplesmente pela única razão que para cada um dos intervenientes , uma determinada palavra ou expressão tem uma interpretação diferente, porque lhe atribui uma definição igualmente diferente.

Assim quando inicialmente o caminho e o sentido do dialogo era apenas 1, passa a ter 2 conversas em paralelo. Sendo maioritariamente, o suficiente para a criação de um conflito absolutamente desnecessário, (relembro um post anterior "A falsa Verdade, a Mentira incessante" em que depois de um ponto, consequentemente vem outro, outro e mais outro).

Como conseguir evitar este tipo de situação? Será que existe algum modo?
Igualmente de uma forma muito simples, tal e qual como se iniciou o conflito pode desmonta-lo.

A nível emocional, basta apenas manter a calma e a sua própria serenidade em concordância com o seu saber - saber, do sentido que estava a dar ao dialogo. Manter uma linguagem corporal - postura, expressão facial, sobrolho, o mesmo contacto visual e com uma mente aberta para ouvir os outros. De seguida é pedir ao seu interlocutor para explicar o que na realidade pretende dizer - aquilo que se chama "desmontar".

Deve-se tomar em consideração que em qualquer dialogo/comunicação existe sempre uma intenção. Por isso é de extrema importância perceber o que se pretende dizer e qual o sentido que se esta a tomar. Se os sentidos não estiverem convergentes, então deve assumir o controlo e apresentar a sua perspectiva: "O que eu queria dizer era isto ..." ou "O sentido que estava a tomar era este ..."

Sempre que possível, use algo que o seu interlocutor tinha dito (na explicação, de modo em tornar-se assertivo e de fácil assimilação) e fundamente convenientemente. Uma pessoa passa a ter razão, desde que a sua explicação esteja devidamente bem fundamentada (sem nunca o esquecer o bom senso - claro).

Num dialogo vai sempre existir (possivelmente), o mesmo número de perspectivas, quanto o número de intervenientes. Esteja atento se as palavras ou expressões, estão a ser preferias mediante a mesma definição.

Paulo Renato

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ser humano = 0 e 1

Numa conversa bastante interessante com um dos meus "médicos" do meu "animal" (tec. do computador), foi-me explicado que os computadores funcionam de um modo binário: 0 e 1.
Como se deve calcular, foi algo que me fez confusão - inicial - devido ao meu exímio conhecimento nesta área (reduzido ou quase nula), mas logo associei esta nova informação perante os meus conteúdos e cheguei à tomada de consciência que na realidade o homem (ser humano) criou o computador à sua imagem. ou seja, o ser humano está 0 = OFF ou 1 = ON.

Tomamos como exemplo o dia a dia: quando se levanta, de manha, durante quanto tempo necessita até se sentir "ligado" ao seu mundo ou é logo instantâneo?
Neste caso, veja quanto tempo se mantém "desligado" mesmo estando acordado?
e durante o dia, quais são ou quantos são os momentos que se sente OFF?

O 1º pensamento automático muito natural, é que esse estado é inconsciente e que é verdade ser necessário estar no tempo "0" e na realidade isso não tem mal nenhum, mas o que se torna importante é saber como activar o "ON" quanto é preciso e e forma consciente.

Como seria possível alterar esse estado quando desejar?
Faça um exercício consigo mesmo:
Lembre-se de um momento em que esteve "OFF". Num momento que durante o seu dia, parece não estar a pensar em nada, como se estivesse em transe e o mundo à sua volta não tivesse representatividade alguma, naquela altura. Quando alguém fala para si, mas nem o ouve. Está a lembrar-se esses momentos?Possivelmente pode estar a lembrar-se de uma colecção de momentos assim.

Agora tente lembrar-se daquele preciso momento em que parece receber um "click" e o faz reagir com o mundo à sua volta. O que é que fez transformar esse estado para o outro? Foi algo que viu: uma imagem, uma pessoa, uma luz, alguma cor (especifica) ou foi algo que ouviu: um som, um nome (o seu mesmo ou de outra pessoa chegada), um tom de voz, algo que disse a si mesmo (um pensamento - voz interior) ou foi algo que sentiu: um toque, um arrepio, um desejo, algo que pegou (um objecto).
Após esse algo, acha que voltou a estar alerta? Identifique o que na realidade o activou a ficar "ON" - 1, dessa vez.

Quando tiver feito este exercício, as vezes que entender necessário, e ter identificado o padrão (algo que viu, ouviu ou sentiu), acabou de descobrir a sua "chave mestra" para estar "ligado" sempre que achar estar a ficar "OFF"- 0.

O auto-conhecimento e acreditar que é capaz, passa ser a sua maior ferramenta para activar o que de melhor que há em si e elevar os seus maiores recursos.

Paulo Renato



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Arma Secreta nos Negócios

No mundo dos negócios, não existe muito bem a definição do meio termo. Anda-se para a frente ou para trás.

É uma forma muito drástica de se colocar esta perspectiva, principalmente na conjectura económica em que nos encontramos. Num momento em que conseguir manter as margens de beneficio (lucros), por muitos, já é considerado como uma dádiva, até parece não fazer sentido, mas na realidade até o pode fazer.

Se considerarmos que a concorrência é um dos factores mais proeminentes no desenvolvimento e crescimento numa empresa, e esta não está sozinha no seu sector de actividade, onde existem muitas nos país e "demasiadas" na sua área, a concorrência funciona como um catalisador para o aperfeiçoamento e cada vez mais esmerar-se num sentido de excelência, para que consiga merecer a confiança dos seus clientes e "converter" outros a fazer parte da sua "lista".

O significante nesta perspectiva é como os empresários possam estar a pensar e como desejam estar.
Enquanto uns vivem lamentando-se do decréscimo das vendas (menor quantidade de encomendas); a crise; da austeridade aplicada; do aumento de preços das matérias primas, bens ou serviços (visto ser algo que neste momento é incontornável), outros pensam em como criar outputs e circunstancias (condições) para que a sua empresa ou marca, desenvolva algo que a faça se revelar perante o mercado e a própria concorrência e dessa forma elevando a notoriedade e consequentemente, mais clientes (ou interessados que possam se confirmar como novos clientes), mais dividendos.

Como em tudo que se queira obter sucesso, tem que se Acreditar e Arriscar um pouco mais (mas sempre o mais calculado possível). Deste modo temos aqueles que pouco ou nada fazem para alterar a sua situação, mantendo-se inertes e esperando que algo mude, para eles passarem a ter alguma acção também (são aqueles que estão a andar para trás) e temos aqueles que em vez de estarem na expectativa que algo aconteça, eles é que são o acontecimento (são aqueles que estão a andar para a frente).

Conclusão: no mundo dos negócios estar parado, é sinónimo de andar para trás, em contraste com a sua concorrência. Acredite naquela ideia que teve à muitos anos (de ser dono do seu negócio), lembre-se como naquela altura, tudo em que pensava era fora da "box" e era criativo. Reinvente o seu negócio.

Paulo Renato

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A falsa Verdade, a Mentira incessante!


Ao ter optado como missão de vida, desenvolver esforços no sentido ao encontro de soluções possíveis aos desafios de outras pessoas, como Coach (Coaching), encontro-me constantemente a lidar com um paradoxo incontornável.

 É muito usual procurar-se a felicidade e o equilíbrio nas suas relações (principalmente consigo mesmo), nos negócios e noutros assuntos de carácter pessoal. mas em qualquer um dos processos, está sempre presente um ponto muito desejado que na realidade se torna uma falsa verdade.
A busca  de um ponto final(.), quando a vida é uma constante de pontos de reticencias (...)

Deseja-se muito colocar pontos finais em todos os assuntos, em todos os processos quando a experiência de vida nos ensina que atrás de um ponto, consequentemente, vem outro e mais outro ...
Assim criando a perspectiva de uma mentira incessante.

Todos os dias se passa por esta lição, bastando se por de pé e deslocar-se de um lado para um outro, partindo do principio que passo passo é um ponto, e logo outro de seguida, terá que o dar, para se manter em equilíbrio. Por exemplo: num determinado momento definiu aquela pessoa como namorada/o ou casou-se? consequentemente vem implícito determinadas características como confiança, fidelidade, respeito, partilha ... comprou uma motorizada, moto, carro ou uma casa? Lá vem os seguros, manutenção, preenchimento (extras, recheá-la) ...

Tal como cada opinião formada ou decisão tomada, é um ponto e após a esse existe uma continuidade consequente.
O mesmo acontece nos negócios. Sempre que se acrescenta um novo ponto na estratégia, nas decisões ou até mesmo nas acções consequentemente está-se a traçar um novo rumo em relação ao ponto inicial. Aquilo que se chama de efeito domino ou bola de neve. Por exemplo: está a trabalhar ou contrata alguém, passa a ter as despesas de transporte para o local de trabalho, almoços, (subsídios), seguros ... Montar o seu próprio trabalho/negócio, consequentemente tem as obrigações ao estado (acréscimo de Seg. Social, IRC, Pack), mais seguros, despesas implícitas ...

com isto não pretendo retirar importância a um simples ponto final, pois sem ele não se chega ao próximo.
Seguindo a ideologia da matemática, também o caminho do ser humano é sequencial.

Assim chegamos à conclusão que nos 3 pontos seguidos (...), em qualquer processo vai-se atribuir importância ao 1º ponto, ampliando-o e consolidando-o de forma a torna-lo realidade e concretizando-lo, para que de forma sustentada se passe ao segundo ponto das reticencias, e deste modo seguidamente sem viver com a falsa verdade, e na mentira incessante que é a ilusão de que fechando um ponto, este esteja absolutamente fechado.

Paulo Renato

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

"Torna-se um louco alguém que a maioria das vezes, não encontra ninguém para ajuda-lo tornar real o seu delírio."
Sigmund Freud - O mal estar na civilização

Processo que tem como objectivos principais o auto-conhecimento, transformação de paradigmas, saber o que quer e preparar-se para o conseguir. 
Criado com duas vertentes, para aquelas pessoas que ainda não sabem o que procuram e para quem tenha já uma ideia de projecto de vida. 
Desenvolvido para ser executado em apenas 8 sessões (mediante a velocidade de cada pessoa).

Sessões presenciais em Vila Nova de Gaia, fora de zona por via web.
Informações e agendamento para o contacto: beyou.acttoday@gmail.com

Coach Paulo Renato