Por vezes num dialogo, entre duas pessoas, este pode-se tornar interessante ou ambíguo. Simplesmente pela única razão que para cada um dos intervenientes , uma determinada palavra ou expressão tem uma interpretação diferente, porque lhe atribui uma definição igualmente diferente.
Assim quando inicialmente o caminho e o sentido do dialogo era apenas 1, passa a ter 2 conversas em paralelo. Sendo maioritariamente, o suficiente para a criação de um conflito absolutamente desnecessário, (relembro um post anterior "A falsa Verdade, a Mentira incessante" em que depois de um ponto, consequentemente vem outro, outro e mais outro).
Como conseguir evitar este tipo de situação? Será que existe algum modo?
Igualmente de uma forma muito simples, tal e qual como se iniciou o conflito pode desmonta-lo.
A nível emocional, basta apenas manter a calma e a sua própria serenidade em concordância com o seu saber - saber, do sentido que estava a dar ao dialogo. Manter uma linguagem corporal - postura, expressão facial, sobrolho, o mesmo contacto visual e com uma mente aberta para ouvir os outros. De seguida é pedir ao seu interlocutor para explicar o que na realidade pretende dizer - aquilo que se chama "desmontar".
Deve-se tomar em consideração que em qualquer dialogo/comunicação existe sempre uma intenção. Por isso é de extrema importância perceber o que se pretende dizer e qual o sentido que se esta a tomar. Se os sentidos não estiverem convergentes, então deve assumir o controlo e apresentar a sua perspectiva: "O que eu queria dizer era isto ..." ou "O sentido que estava a tomar era este ..."
Sempre que possível, use algo que o seu interlocutor tinha dito (na explicação, de modo em tornar-se assertivo e de fácil assimilação) e fundamente convenientemente. Uma pessoa passa a ter razão, desde que a sua explicação esteja devidamente bem fundamentada (sem nunca o esquecer o bom senso - claro).
Num dialogo vai sempre existir (possivelmente), o mesmo número de perspectivas, quanto o número de intervenientes. Esteja atento se as palavras ou expressões, estão a ser preferias mediante a mesma definição.
Paulo Renato
"É nestes momentos que o acreditar e a persistência, o faz sobressair dos padrões mentais negativos." Paulo Renato.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Ser humano = 0 e 1
Numa conversa bastante interessante com um dos meus "médicos" do meu "animal" (tec. do computador), foi-me explicado que os computadores funcionam de um modo binário: 0 e 1.
Como se deve calcular, foi algo que me fez confusão - inicial - devido ao meu exímio conhecimento nesta área (reduzido ou quase nula), mas logo associei esta nova informação perante os meus conteúdos e cheguei à tomada de consciência que na realidade o homem (ser humano) criou o computador à sua imagem. ou seja, o ser humano está 0 = OFF ou 1 = ON.
Tomamos como exemplo o dia a dia: quando se levanta, de manha, durante quanto tempo necessita até se sentir "ligado" ao seu mundo ou é logo instantâneo?
Neste caso, veja quanto tempo se mantém "desligado" mesmo estando acordado?
e durante o dia, quais são ou quantos são os momentos que se sente OFF?
O 1º pensamento automático muito natural, é que esse estado é inconsciente e que é verdade ser necessário estar no tempo "0" e na realidade isso não tem mal nenhum, mas o que se torna importante é saber como activar o "ON" quanto é preciso e e forma consciente.
Como seria possível alterar esse estado quando desejar?
Faça um exercício consigo mesmo:
Lembre-se de um momento em que esteve "OFF". Num momento que durante o seu dia, parece não estar a pensar em nada, como se estivesse em transe e o mundo à sua volta não tivesse representatividade alguma, naquela altura. Quando alguém fala para si, mas nem o ouve. Está a lembrar-se esses momentos?Possivelmente pode estar a lembrar-se de uma colecção de momentos assim.
Agora tente lembrar-se daquele preciso momento em que parece receber um "click" e o faz reagir com o mundo à sua volta. O que é que fez transformar esse estado para o outro? Foi algo que viu: uma imagem, uma pessoa, uma luz, alguma cor (especifica) ou foi algo que ouviu: um som, um nome (o seu mesmo ou de outra pessoa chegada), um tom de voz, algo que disse a si mesmo (um pensamento - voz interior) ou foi algo que sentiu: um toque, um arrepio, um desejo, algo que pegou (um objecto).
Após esse algo, acha que voltou a estar alerta? Identifique o que na realidade o activou a ficar "ON" - 1, dessa vez.
Quando tiver feito este exercício, as vezes que entender necessário, e ter identificado o padrão (algo que viu, ouviu ou sentiu), acabou de descobrir a sua "chave mestra" para estar "ligado" sempre que achar estar a ficar "OFF"- 0.
O auto-conhecimento e acreditar que é capaz, passa ser a sua maior ferramenta para activar o que de melhor que há em si e elevar os seus maiores recursos.
Paulo Renato
Como se deve calcular, foi algo que me fez confusão - inicial - devido ao meu exímio conhecimento nesta área (reduzido ou quase nula), mas logo associei esta nova informação perante os meus conteúdos e cheguei à tomada de consciência que na realidade o homem (ser humano) criou o computador à sua imagem. ou seja, o ser humano está 0 = OFF ou 1 = ON.
Tomamos como exemplo o dia a dia: quando se levanta, de manha, durante quanto tempo necessita até se sentir "ligado" ao seu mundo ou é logo instantâneo?
Neste caso, veja quanto tempo se mantém "desligado" mesmo estando acordado?
e durante o dia, quais são ou quantos são os momentos que se sente OFF?
O 1º pensamento automático muito natural, é que esse estado é inconsciente e que é verdade ser necessário estar no tempo "0" e na realidade isso não tem mal nenhum, mas o que se torna importante é saber como activar o "ON" quanto é preciso e e forma consciente.
Como seria possível alterar esse estado quando desejar?
Faça um exercício consigo mesmo:
Lembre-se de um momento em que esteve "OFF". Num momento que durante o seu dia, parece não estar a pensar em nada, como se estivesse em transe e o mundo à sua volta não tivesse representatividade alguma, naquela altura. Quando alguém fala para si, mas nem o ouve. Está a lembrar-se esses momentos?Possivelmente pode estar a lembrar-se de uma colecção de momentos assim.
Agora tente lembrar-se daquele preciso momento em que parece receber um "click" e o faz reagir com o mundo à sua volta. O que é que fez transformar esse estado para o outro? Foi algo que viu: uma imagem, uma pessoa, uma luz, alguma cor (especifica) ou foi algo que ouviu: um som, um nome (o seu mesmo ou de outra pessoa chegada), um tom de voz, algo que disse a si mesmo (um pensamento - voz interior) ou foi algo que sentiu: um toque, um arrepio, um desejo, algo que pegou (um objecto).
Após esse algo, acha que voltou a estar alerta? Identifique o que na realidade o activou a ficar "ON" - 1, dessa vez.
Quando tiver feito este exercício, as vezes que entender necessário, e ter identificado o padrão (algo que viu, ouviu ou sentiu), acabou de descobrir a sua "chave mestra" para estar "ligado" sempre que achar estar a ficar "OFF"- 0.
O auto-conhecimento e acreditar que é capaz, passa ser a sua maior ferramenta para activar o que de melhor que há em si e elevar os seus maiores recursos.
Paulo Renato
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Arma Secreta nos Negócios
No mundo dos negócios, não existe muito bem a definição do meio termo. Anda-se para a frente ou para trás.
É uma forma muito drástica de se colocar esta perspectiva, principalmente na conjectura económica em que nos encontramos. Num momento em que conseguir manter as margens de beneficio (lucros), por muitos, já é considerado como uma dádiva, até parece não fazer sentido, mas na realidade até o pode fazer.
Se considerarmos que a concorrência é um dos factores mais proeminentes no desenvolvimento e crescimento numa empresa, e esta não está sozinha no seu sector de actividade, onde existem muitas nos país e "demasiadas" na sua área, a concorrência funciona como um catalisador para o aperfeiçoamento e cada vez mais esmerar-se num sentido de excelência, para que consiga merecer a confiança dos seus clientes e "converter" outros a fazer parte da sua "lista".
O significante nesta perspectiva é como os empresários possam estar a pensar e como desejam estar.
Enquanto uns vivem lamentando-se do decréscimo das vendas (menor quantidade de encomendas); a crise; da austeridade aplicada; do aumento de preços das matérias primas, bens ou serviços (visto ser algo que neste momento é incontornável), outros pensam em como criar outputs e circunstancias (condições) para que a sua empresa ou marca, desenvolva algo que a faça se revelar perante o mercado e a própria concorrência e dessa forma elevando a notoriedade e consequentemente, mais clientes (ou interessados que possam se confirmar como novos clientes), mais dividendos.
Como em tudo que se queira obter sucesso, tem que se Acreditar e Arriscar um pouco mais (mas sempre o mais calculado possível). Deste modo temos aqueles que pouco ou nada fazem para alterar a sua situação, mantendo-se inertes e esperando que algo mude, para eles passarem a ter alguma acção também (são aqueles que estão a andar para trás) e temos aqueles que em vez de estarem na expectativa que algo aconteça, eles é que são o acontecimento (são aqueles que estão a andar para a frente).
Conclusão: no mundo dos negócios estar parado, é sinónimo de andar para trás, em contraste com a sua concorrência. Acredite naquela ideia que teve à muitos anos (de ser dono do seu negócio), lembre-se como naquela altura, tudo em que pensava era fora da "box" e era criativo. Reinvente o seu negócio.
Paulo Renato
É uma forma muito drástica de se colocar esta perspectiva, principalmente na conjectura económica em que nos encontramos. Num momento em que conseguir manter as margens de beneficio (lucros), por muitos, já é considerado como uma dádiva, até parece não fazer sentido, mas na realidade até o pode fazer.
Se considerarmos que a concorrência é um dos factores mais proeminentes no desenvolvimento e crescimento numa empresa, e esta não está sozinha no seu sector de actividade, onde existem muitas nos país e "demasiadas" na sua área, a concorrência funciona como um catalisador para o aperfeiçoamento e cada vez mais esmerar-se num sentido de excelência, para que consiga merecer a confiança dos seus clientes e "converter" outros a fazer parte da sua "lista".
O significante nesta perspectiva é como os empresários possam estar a pensar e como desejam estar.
Enquanto uns vivem lamentando-se do decréscimo das vendas (menor quantidade de encomendas); a crise; da austeridade aplicada; do aumento de preços das matérias primas, bens ou serviços (visto ser algo que neste momento é incontornável), outros pensam em como criar outputs e circunstancias (condições) para que a sua empresa ou marca, desenvolva algo que a faça se revelar perante o mercado e a própria concorrência e dessa forma elevando a notoriedade e consequentemente, mais clientes (ou interessados que possam se confirmar como novos clientes), mais dividendos.
Como em tudo que se queira obter sucesso, tem que se Acreditar e Arriscar um pouco mais (mas sempre o mais calculado possível). Deste modo temos aqueles que pouco ou nada fazem para alterar a sua situação, mantendo-se inertes e esperando que algo mude, para eles passarem a ter alguma acção também (são aqueles que estão a andar para trás) e temos aqueles que em vez de estarem na expectativa que algo aconteça, eles é que são o acontecimento (são aqueles que estão a andar para a frente).
Conclusão: no mundo dos negócios estar parado, é sinónimo de andar para trás, em contraste com a sua concorrência. Acredite naquela ideia que teve à muitos anos (de ser dono do seu negócio), lembre-se como naquela altura, tudo em que pensava era fora da "box" e era criativo. Reinvente o seu negócio.
Paulo Renato
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
A falsa Verdade, a Mentira incessante!
Ao ter optado como missão de vida, desenvolver esforços no sentido ao encontro de soluções possíveis aos desafios de outras pessoas, como Coach (Coaching), encontro-me constantemente a lidar com um paradoxo incontornável.
É muito usual procurar-se a felicidade e o equilíbrio nas suas relações (principalmente consigo mesmo), nos negócios e noutros assuntos de carácter pessoal. mas em qualquer um dos processos, está sempre presente um ponto muito desejado que na realidade se torna uma falsa verdade.
A busca de um ponto final(.), quando a vida é uma constante de pontos de reticencias (...)
Deseja-se muito colocar pontos finais em todos os assuntos, em todos os processos quando a experiência de vida nos ensina que atrás de um ponto, consequentemente, vem outro e mais outro ...
Assim criando a perspectiva de uma mentira incessante.
Todos os dias se passa por esta lição, bastando se por de pé e deslocar-se de um lado para um outro, partindo do principio que passo passo é um ponto, e logo outro de seguida, terá que o dar, para se manter em equilíbrio. Por exemplo: num determinado momento definiu aquela pessoa como namorada/o ou casou-se? consequentemente vem implícito determinadas características como confiança, fidelidade, respeito, partilha ... comprou uma motorizada, moto, carro ou uma casa? Lá vem os seguros, manutenção, preenchimento (extras, recheá-la) ...
Tal como cada opinião formada ou decisão tomada, é um ponto e após a esse existe uma continuidade consequente.
O mesmo acontece nos negócios. Sempre que se acrescenta um novo ponto na estratégia, nas decisões ou até mesmo nas acções consequentemente está-se a traçar um novo rumo em relação ao ponto inicial. Aquilo que se chama de efeito domino ou bola de neve. Por exemplo: está a trabalhar ou contrata alguém, passa a ter as despesas de transporte para o local de trabalho, almoços, (subsídios), seguros ... Montar o seu próprio trabalho/negócio, consequentemente tem as obrigações ao estado (acréscimo de Seg. Social, IRC, Pack), mais seguros, despesas implícitas ...
com isto não pretendo retirar importância a um simples ponto final, pois sem ele não se chega ao próximo.
Seguindo a ideologia da matemática, também o caminho do ser humano é sequencial.
Assim chegamos à conclusão que nos 3 pontos seguidos (...), em qualquer processo vai-se atribuir importância ao 1º ponto, ampliando-o e consolidando-o de forma a torna-lo realidade e concretizando-lo, para que de forma sustentada se passe ao segundo ponto das reticencias, e deste modo seguidamente sem viver com a falsa verdade, e na mentira incessante que é a ilusão de que fechando um ponto, este esteja absolutamente fechado.
Paulo Renato
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
"Torna-se um louco alguém que a maioria das vezes, não encontra ninguém para ajuda-lo tornar real o seu delírio."
Sigmund Freud - O mal estar na civilização
Processo que tem como objectivos principais o auto-conhecimento, transformação de paradigmas, saber o que quer e preparar-se para o conseguir.
Criado com duas vertentes, para aquelas pessoas que ainda não sabem o que procuram e para quem tenha já uma ideia de projecto de vida.
Desenvolvido para ser executado em apenas 8 sessões (mediante a velocidade de cada pessoa).
Sessões presenciais em Vila Nova de Gaia, fora de zona por via web.
Informações e agendamento para o contacto: beyou.acttoday@gmail.com
Coach Paulo Renato
sábado, 22 de junho de 2013
Opção
Uma das razões por que não se usa os próprios talentos, é a irresponsabilidade,
Acha-se mais confortável culpar coisas ou pessoas pelos seus fracassos. Não aceita a responsabilidade pelo fracasso e sente-se bem pondo a culpa no sistema. Pensa que ser irresponsável não é um fracasso, mas sim aceitar a responsabilidade e fracassar.
Algumas das palavras mais tristes que jamais ouvirá serão: "Como poderia ter sido diferente!"
Quando olhar para trás, vai acabar por dizer: "Eu gostaria de ter feito ..." ou "Que bom que eu fiz."
Na realidade, tem sempre a opção.
Acha-se mais confortável culpar coisas ou pessoas pelos seus fracassos. Não aceita a responsabilidade pelo fracasso e sente-se bem pondo a culpa no sistema. Pensa que ser irresponsável não é um fracasso, mas sim aceitar a responsabilidade e fracassar.
Algumas das palavras mais tristes que jamais ouvirá serão: "Como poderia ter sido diferente!"
Quando olhar para trás, vai acabar por dizer: "Eu gostaria de ter feito ..." ou "Que bom que eu fiz."
Na realidade, tem sempre a opção.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Coaching - Sustentabilidade e Expansão
Nos tempos actuais é usual nos grandes decisores de topo, executivos de grandes empresas, tal como aquelas pessoas que tem de gerir a sua vida pessoal ou familiar, ter incluído no seu budget os serviços de Coaching, Mentoring como de Consulting.
Qualquer um destes serviços, tem o propósito de um compromisso com a consecução de resultados, considerando o ser humano como um todo, seu desenvolvimento e sua realização pessoal e profissional. São métodos que trabalham na potencialização do individuo para transformar suas intenções em acções que irão se traduzir em resultados desejados.
São criados processos com técnicas de estimulo à reflexão sobre comportamento ou decisões, para a escolha da melhor alternativa diante de determinada situação de vida pessoal ou profissional. O processo de Coaching apoia o individuo na revisão ou analise de seu comportamento, ajudando-o a repensar a forma de alcançar o objectivos, agregando valor ao desempenho e aos resultados de suas acções.
No campo pessoal, tem o objectivo de auxiliar nas mudanças positivas como na alteração de estados, até à obtenção de um equilíbrio emocional nos mais variados aspectos, nomeadamente: metas pessoais, relacionamentos intra e inter-pessoais, hábitos, confiança, auto-imagem, auto-estima
No campo profissional, desempenha-se um trabalho de desenvolvimento e capacitação de competências e de elevação de performance, onde um dos objectivos principais passa pelas soluções estratégicas, através do máximo potencial criativo.
Quando é que o Coaching vai marcar "toda" a diferença?
O Coaching é um processo focado na libertação de potencial, através do desenvolver, capacitar, desafiar e apoiar um individuo a atingir o máximo do seu desempenho a nível profissional como pessoal.
Quando desejar:
- sair da estagnação e obter uma vida mais prospera, equilibrada e bem sucedida;
- Ser mais feliz e amada por si mesma e pelos outros;
- Abandonar ou transformar vícios e/ou velhos hábitos;
- Traçar uma estratégia eficaz para atingir o seu sucesso;
- Obter mais realização pessoal e profissional;
- Conquistar uma posição mais elevada;
- Superar alguns limites e bloqueios pessoais;
- Sair ou transformar situações de crise ou adversidade em positivas.
Um empresário de ter o serviço de um Coach
Quando pretende:
- Gerar novos comportamentos e atitudes voltados para os resultados;
- desenvolver a comunicação entre as pessoas, ampliando a sinergia e confiança;
- harmonizar os relacionamentos internos, resolver conflitos entre pessoas ou equipas;
- Ampliar a produtividade dos colaboradores e liderança;
- Elevar os índices de Satisfação no Trabalho, Motivação e Felicidade;
- Aumentar as vendas;
- Desenvolver Equipas de alto Desempenho.
o Coach é um profissional especializado no processo de lavar o cliente a reflectir chegar a conclusões, definir acções e principalmente agir em direcção a seus objectivos, metas e desejos, criando uma avenida sinergética de resultados mais satisfatórios em sua vida e no trabalho.
O Coach não precisa ser um especialista na área de actuação do seu cliente. Precisa estar ao lado do seu cliente.
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