Be You - Act Today

Be You - Act Today
Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Será duvida, indecisão ou medo



Muito tempo passa entre a estagnação dos pensamentos com a indecisão, duvida e o medo, que conduzem um individuo a não realizar e/ou conquistar aquilo que tanto deseja.
Esse sentimento que ele mesmo não sabe muito bem o que é, nem como aparece sem pedir para entrar ou até mesmo bater à porta, apoderam-se da vontade própria obrigando-o a uma inercia, por vezes inacabável.
Será que é a duvida que leva à indecisão e amplia o medo ou a indecisão que faz ter duvidas colocando-me com medo, ou ainda o medo de algo faz duvidar de mim mesmo e por isso ficar indeciso, ou ainda a duvida do que possam pensar deixa-me com medo e a indecisão apodera-se de mim, ou ainda a indecisão é fruto do medo que faz-me ficar na duvida, ou ainda os meus medos (identificados ou não) fazem-me ficar indeciso e ir à busca de encontrar resposta nas duvidas?
Uma coisa é certa, em qualquer um dos casos a inercia vai ser “my middle name”.
Mas consigo eu, falar com esses Srs. e dizer-lhes para pararem de atormentar e permitirem que faça, arrisque, corra ao meu desejo? O que vou fazer para conseguir tirar estes 3 maiores inimigos da mente humana?
Quando se encontra neste estado, o mais usual é falar a outros sobre as suas ideias e receber o feedback, de forma a corroborar o seu desejo. Embora, aqueles que ao ouvirem as suas visões e sendo pessoas mais decididas, passam de imediato à acção – criando algumas alterações na sua ideia original, constituindo assim uma nova perspectiva e assim uma ideia deles e não sua – e com o que fica você?  Com uma ideia singular e que revolucionou a uma outra pessoa concretiza-la, ampliando-a com um acrescentar de uns “pozitos”.
Então como poderei contornar esta angustia? Furando-a.
É de carácter comum que quando deparamos-nos com algo que nos bloqueia, se deve contornar esse obstáculo, mas neste caso ele encontra-se dentro de si, por isso não contorne, FURE.
Quando esses sentimentos começam apoderar-se da sua mente, é um sinal que chegou o momento certo para avançar. Quanto mais pensa se deve agir ou não, mais as “boxes” da sua mente ficam baralhadas. Comece por definir qual é que seria o 1º passo a tomar (logo a seguir à sua decisão de avançar), e depois o 2º, o 3º e o 4º.
Com isto não estou a dizer, que deite fora um dos princípios fundamentais – escrúpulos – não necessita de calcar ou “cilindrar” outros, apenas siga o seu trajecto  Desde que não infrinja com a liberdade de outros, ou que as suas acções possam se tornar uma lição para os outros, siga a sua vontade.
E quando chegar ao seu 10º passo, vai-se aperceber que o seu sentimento inicial de inquietação que surgia com a ideia de perigo e/ou incertezas reais ou aparentes, já são do passado e não fazem mais sentido. Além de que os novos avanços substituem os fracassos ultrapassados, tal como aquilo que pensou ontem, com aquilo que aprendeu hoje (com a ideia inicial), amanha já vai ser obsoleto.

Vá ao Ataque!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O vendedor de sonhos

   
    "Trabalhamos, compramos, vendemos e construímos relações sociais; discorremos sobre política, economia e ciências, mas no fundo somos meninos brincando no teatro da existência, sem poder alcançar sua complexidade. 
    Escrevemos milhões de livros e os armazenamos em imensas bibliotecas, mas somos apenas crianças. Não sabemos quase nada sobre o que somos. 
    Somos biliões de meninos que, por décadas a fio, brincam neste deslumbrante planeta"

Extraído do Livro "O vendedor de sonhos" de Augusto Cury

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Porque não avança na vida?!?



Usualmente quando alguém tenta alcançar um objectivo que tinha definido e dado as conhecer a “sete ventos” e não consegue atingi-lo, transforma-se numa metralhadora de desculpas, dispara para qualquer lado justificando-se sobre qualquer coisa que se mova ou num “Sniper” – com uma objectividade muito precisa – em que a razão é exactamente aquela (aquele ponto), por não ter conseguido atingir.

Na verdade toda a gente tem sonhos e/ou objectivos a atingir (aqueles que não os tem, inconscientemente, entram num estado de depressão/frustração – de incompreensão de si mesmo ou de tudo que lhe acontece e até mesmo de sua existência, colocando-se numa crise existencial – como diz um psicólogo amigo), mas a palavra MEDO é o arame – por vezes muito fino – que não deixa as pessoas avançarem, seja no que for.

Não estou a querer dizer com isto que o “medo” é algo que não se deva ter, pois ele é preciso para nos colocar alerta e fazer-nos sentir gloriosos quando o superamos.

Mas saber e conseguir controla-lo é fundamental para se avançar, seja no que for na vida. Transformando esses momentos emocionais em mentais e seguindo o rumo traçado – estar equilíbrio com a respiração, batidas do coração e focos direccionado no que quer.

Quando me refiro ao MEDO, ele pode ser tanto no segmento do sucesso como no insucesso, vejamos o esquema: 




 Para aqueles que tem medo de falhar ou errar e pensa que isso só acontece consigo? Pois tenho a dizer-lhe que isso acontece a quem tenta e não conheço ninguém de sucesso que nunca tenha fracassado, falhado ou errado. Bem pelo contrario, a existência do InSucesso na vida de um individuo é sinonimo que persistência e de que não se deixa ir ou ficar ao “sabor da maré” e a sua tenacidade e resiliência vão conduzi-lo ao Sucesso.

Tomando este esquema como principio e lembrando-nos da Parábola dos Talentos, o mais indicado a fazer é:
  •      uma lista daquilo que pensa ser as suas qualidades e potenciais;
  •      definir o que realmente deseja;
  •      esquematizar um plano de acção bem estruturado

E PASSAR AO ATAQUE!

Se atingiu o Sucesso desejado, faça uma nova lista com a realidade actual, desenhe tanto próximo objectivo como o próximo passo. Este não tem de ser de tamanho gigante, pois penso que não o seja. Siga a mesma estrutura e associe-se a quem juntamente consigo, possam atingir o tal passo de gigante.

“O melhor seria dizer que uma vitória não é nada mais, do que o resultado inevitável de uma sequência de fracassos devidamente reavaliados e corrigidos . . . Porque o verdadeiro vencedor, não é aquele que vence todas as tentativas, mas quem apesar de sucessivas derrotas, jamais deixou de tentar . . . Assim concluímos que não existem verdadeiros perdedores, mas sim, pessoas que deixaram de tentar muito cedo e por isso nunca chegam a vencer . . . Porque a vitória é somente o resultado de inúmeras derrotas somadas, devidamente reavaliadas e corrigidas . . .
                                                                                                               Edna Goetten

Arrisque, ninguém sabe o resultado até ter tentado.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O que nunca dizer numa entrevista




Numa entrevista de emprego, as perguntas feitas pelo recrutador podem ser clássicas, mas as respostas dadas pelo candidato não. Fugir ao senso comum e ser autêntico, de facto, é a chave para se conseguir destacar nesta etapa do processo de selecção.
Na meta de mostrar quem se é de verdade, há quem perca o bom senso e descambe para assuntos, frases e posturas inadmissíveis quando o que está em jogo é o seu lugar para aquela vaga. Verifique as frases (e consequentemente, respostas e atitudes) proibidas durante a entrevista de emprego:

Erros de português
É comum que, em momentos de extremo nervosismo, alguns tropeções no português aconteçam. Mas isso, jamais, deve ser a regra. Segundo especialistas, todos os candidatos precisam ter atenção redobrada ao conjugar verbos ou, simplesmente, ao pronunciar algumas palavras.
Com isso, fique atento para não rechear seu discurso com concordâncias verbais ilógicas e vícios de linguagem.

Dizer mal do chefe anterior
"O meu ex-chefe era muito controlador (ou mal amado ou chato ou incompetente) ou qualquer outro adjectivo negativo para quem dominava a batuta na sua antiga empresa. Falar mal do chefe ou da antiga empresa é, de longe, um dos piores erros em uma entrevista de emprego.
Pode sempre demonstrar que você não soube fazer boas escolhas de carreira. Foque o seu discurso em como desempenhou sua função e nas situações que acrescentaram valor à sua carreira.
A sugestão é: se o descontentamento com o chefe e emprego anterior estiver latente, mantenha se calado.

"Em cinco anos quero estar no seu lugar"
Alguma ambição marca sempre alguns pontos a favor do candidato. Mas um tom de agressividade, de interesse para além da conta e até de vocação para "puxar o tapete do outro" assustam. E muito. "Cinco anos é um prazo muito pequeno. No mínimo, pode mostrar que você não tem paciência".

"Aqui é uma boa empresa para começar minha carreira"
Atenção extra para não demonstrar que você vê esta oportunidade como um mero trampolim profissional.
Você não pode pensar que a empresa vai apenas te dar um bom nome no currículo para abrir portas noutra companhia. Não pode pensar, muito menos argumentar isso na entrevista.

Inventar valores
Quando questionado sobre valores de mercado e estatísticas, cuidado para não inventar. Mentir nunca dá resultado numa entrevista de emprego.
Chutar alto ou baixo demais pode mostrar falta de noção do contexto de mercado onde sua a profissão está inserido.
Na dúvida, admita que não tem ideia dos números exactos.

"Eu preferia outro trabalho mas chamaram-me para este e resolvi tentar."
Demonstrar interesse é essencial. Desdenhar da oportunidade, no entanto, é um erro crasso do candidato. Ninguém quer recrutar alguém que não gosta do que vai fazer. Por isso, é fundamental mostrar foco na hora da entrevista. Se você quer muito outra área, não deve sequer ir a uma entrevista para um tipo de trabalho que não quer.

Fazer demasiadas perguntas
A nova geração de entrevistas de emprego abre espaço para que o candidato também faça perguntas e perceba melhor a que tipo de vaga se está a candidatar. Cuidado para não exagerar e colocar o recrutador contra a parede.
A entrevista não é o momento para discutir políticas internas da empresa. Questões ligadas à legislação e negociação salarial deve ficar para um segundo momento.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Relacionamentos 4


Muito se fala sobre o tema Relacionamentos, que acaba-se por não se ter noção do que seguir.
Embora já tenha publicado 3 Posts sobre este tema, venho agora deixar duas frases que encontrei que penso serem fulcrais para o entendimento entre pessoas (principalmente para aquelas que tenho trabalhado ultimamente): 


"Saber encontrar a alegria na alegria do outro, é o segredo da felicidade."
                                                                              George Bernanos


"A amizade é uma predisposição reciproca que torna dois seres igualmente ciosos de felicidade um do outro."
                                                                                                            Platão

sábado, 8 de setembro de 2012

Como a 1ª Vez

A partir de hoje vou viver cada dia como se fosse a 1ª vez.

Algo que usualmente fica na nossa mente é a 1ª vez, em quase tudo que se fez ou passou.
Quando aquele momento aconteceu, o nervoso tomou um certo poder das certezas e as emoções ficam ao rubro. Tudo era novidade e com grande satisfação se vivência tudo. Todos os pormenores eram relevantes e considerados como ensinamentos.
Aquela 1ª vez que fui para a escola e me vi rodeado de outras pessoas "estranhas" ao meu mundo; a 1ª vez que considerei alguém como meu amigo; tal como a 1ª vez que me apaixonei; o 1º beijo; aquele 1º abraço; a 1ª vez que fui ao cinema, com os meus pais e sem eles; aquela 1ª vez que fui a uma discoteca ou sai à noite; o meu 1º emprego/trabalho; a 1ª vez que fiz amor; o 1º filho/a; a 1ª vez que ...
Aquela 1ª vez que não significa que tenha sido tão prazerosa, mas que foi vivida intensamente e que faz historia das minhas recordações.


Será que hoje quando desloco-me para o emprego, sempre pelo mesmo trajecto todos os dias, sinto aquele nervoso do que possa acontecer nesse dia de trabalho? Quando já lá estou, existe algum pormenor que desperta-me o interesse? Mesmo aquela opinião diferente, recebo-a de forma prerrogativa ou sempre com uma perspectiva pejorativo?
e chegando a casa dou ou recebo aquele beijo e abraço apaixonado como a 1ª vez?
Busca-se tanto as certezas no interior da zona de conforto, que se acaba por perder as emoções que nos faz sentir vivos.
Sempre que se passa pela experiência da 1ª vez, o sentido de alerta fica mais apurado e o desafio vai aprimorar aquele momento de modo a vivê-lo intensamente. Será que vivo cada momento intensamente e com prazer?


Por isso, a partir de hoje, tomei a decisão de viver cada dia como se fosse a 1ª vez.


Quando for para o emprego, vou optar por um caminho diferente ou vou tomar café num outro estabelecimento. Vou escutar com mais atenção as outras perspectivas, pois terão sempre algo a ensinar - quanto mais não seja, algo que nunca irei fazer. Vou executar as minhas tarefas estando atento aos resultados efectivos, para que na próxima vez, possa melhorar sempre algo.
A partir de hoje, vou oferecer a melhor recepção, quando chegar a casa. Vou "rechear" aquele momento com duas das mais fortes formas de transmitir afecto, um beijo e um abraço caloroso - e não mais permitir que a rotina apodere daquele momento singular.
E quando deitara a cabeça na almofada, vou sentir-me realizado e com um enorme prazer com as sucessivas 1ªs vezes deste dia.


A partie de hoje, vou viver cada dia como se fosse a 1ª vez.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Manter um objectivo na vida

As rotinas diárias e a falta de novos inputs são uma das principais razões de um sentimento de falta de sentido na vida.
Preferencialmente, é usual querer manter-se na zona de conforto, onde as rotinas sistemáticas, mantém um equilíbrio emocional e organizacional consolidado. Já se sabe (mais ou menos) tudo o que vai acontecer, o programa mental fica de tal forma viciado, que os dias passam e já nem se contam.
Esta formula "mágica" é sustentável, mas de curta duração, pois passados anos, a maldita introspecção vai fazer saltar da sua "box", muito bem guardada e escondida com o propósito de auto protecção, o sentimento de revolta.
O que eu fiz? O que criei? O que concretizei? .... O que ando a fazer?
Cresci - sonhei; estudei - sonhei; namorei - sonhei; trabalhei - sonhei; casei - sonhei; filho(s) - sonho deles.
Quando se atinge este nível, uma boa quantidade de pessoas, retiram a importância dos seus sonhos e substituem pelos dos filhos.
Onde é que os filhos vão alimentar e consolidar os seus sonhos? Será que poderá ser por sonhos em conjunto? Por algo que continuam a ver dos seus pais?
Manter um propósito de vida, vai ser a força e a energia de se sentir útil e vivo.
Só existe sentido de vida quando percorre um caminho a ser atingido. Idealizar esse caminho, criar uma estratégia e sair da zona de conforto, arriscando nesse trajecto.
Nunca ninguém atinge uma idade de decadência, até que assim o decida. Ser a outra pessoa, que por vezes os outros questionam como mantém essa energia e uma sanidade mental como só agora estivesse a começar a sua peugada a aquele sonho. a persistência na conquista de algo mais, vai transformar-se no "açúcar" que vai contrastar com a azedes.
Olho-me ao espelho - e se assim o faço é porque estou vivo.
Sonhos que me faltam realizar ...
Vamos ao ataque!