"É nestes momentos que o acreditar e a persistência, o faz sobressair dos padrões mentais negativos." Paulo Renato.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
O vendedor de sonhos
"Trabalhamos, compramos, vendemos e construímos relações sociais; discorremos sobre política, economia e ciências, mas no fundo somos meninos brincando no teatro da existência, sem poder alcançar sua complexidade.
Escrevemos milhões de livros e os armazenamos em imensas bibliotecas, mas somos apenas crianças. Não sabemos quase nada sobre o que somos.
Somos biliões de meninos que, por décadas a fio, brincam neste deslumbrante planeta"
Extraído do Livro "O vendedor de sonhos" de Augusto Cury
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Porque não avança na vida?!?
Usualmente quando alguém tenta
alcançar um objectivo que tinha definido e dado as conhecer a “sete ventos” e
não consegue atingi-lo, transforma-se numa metralhadora de desculpas, dispara
para qualquer lado justificando-se sobre qualquer coisa que se mova ou num
“Sniper” – com uma objectividade muito precisa – em que a razão é exactamente
aquela (aquele ponto), por não ter conseguido atingir.
Na verdade toda a gente tem
sonhos e/ou objectivos a atingir (aqueles que não os tem, inconscientemente,
entram num estado de depressão/frustração – de incompreensão de si mesmo ou de
tudo que lhe acontece e até mesmo de sua existência, colocando-se numa crise
existencial – como diz um psicólogo amigo), mas a palavra MEDO é o arame – por
vezes muito fino – que não deixa as pessoas avançarem, seja no que for.
Não estou a querer dizer com isto
que o “medo” é algo que não se deva ter, pois ele é preciso para nos colocar
alerta e fazer-nos sentir gloriosos quando o superamos.
Mas saber e conseguir controla-lo
é fundamental para se avançar, seja no que for na vida. Transformando esses
momentos emocionais em mentais e seguindo o rumo traçado – estar equilíbrio com
a respiração, batidas do coração e focos direccionado no que quer.
Tomando este esquema como
principio e lembrando-nos da Parábola dos Talentos, o mais indicado a fazer é:
- uma lista daquilo que pensa ser as suas qualidades e potenciais;
- definir o que realmente deseja;
- esquematizar um plano de acção bem estruturado
E PASSAR AO ATAQUE!
Se atingiu o Sucesso desejado,
faça uma nova lista com a realidade actual, desenhe tanto próximo objectivo como
o próximo passo. Este não tem de ser de tamanho gigante, pois penso que não o
seja. Siga a mesma estrutura e associe-se a quem juntamente consigo, possam
atingir o tal passo de gigante.
“O
melhor seria dizer que uma vitória não é nada mais, do que o resultado
inevitável de uma sequência de fracassos devidamente reavaliados e corrigidos .
. . Porque o verdadeiro vencedor, não é aquele que vence todas as tentativas,
mas quem apesar de sucessivas derrotas, jamais deixou de tentar . . . Assim
concluímos que não existem verdadeiros perdedores, mas sim, pessoas que
deixaram de tentar muito cedo e por isso nunca chegam a vencer . . . Porque a
vitória é somente o resultado de inúmeras derrotas somadas, devidamente
reavaliadas e corrigidas . . .”
Edna Goetten
Arrisque, ninguém sabe o resultado até
ter tentado.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O que nunca dizer numa entrevista
Numa entrevista de emprego, as perguntas
feitas pelo recrutador podem ser clássicas, mas as respostas dadas pelo
candidato não. Fugir ao senso comum e ser autêntico, de facto, é a chave para
se conseguir destacar nesta etapa do processo de selecção.
Na meta de mostrar quem se é de verdade,
há quem perca o bom senso e descambe para assuntos, frases e posturas
inadmissíveis quando o que está em jogo é o seu lugar para aquela vaga.
Verifique as frases (e consequentemente, respostas e atitudes) proibidas
durante a entrevista de emprego:
Erros de português
É comum que, em momentos de extremo nervosismo, alguns tropeções no
português aconteçam. Mas isso, jamais, deve ser a regra. Segundo especialistas,
todos os candidatos precisam ter atenção redobrada ao conjugar verbos ou,
simplesmente, ao pronunciar algumas palavras.
Com isso, fique atento para não rechear seu discurso com concordâncias verbais ilógicas e vícios de linguagem.
Com isso, fique atento para não rechear seu discurso com concordâncias verbais ilógicas e vícios de linguagem.
Dizer mal do chefe
anterior
"O meu ex-chefe era muito controlador (ou mal amado ou chato ou
incompetente) ou qualquer outro adjectivo negativo para quem dominava a batuta
na sua antiga empresa. Falar mal do chefe ou da antiga empresa é, de longe, um
dos piores erros em uma entrevista de emprego.
Pode sempre demonstrar que você não soube fazer boas escolhas de carreira. Foque
o seu discurso em como desempenhou sua função e nas situações que acrescentaram
valor à sua carreira.
A sugestão é: se o descontentamento com o chefe e emprego anterior estiver latente, mantenha se calado.
A sugestão é: se o descontentamento com o chefe e emprego anterior estiver latente, mantenha se calado.
"Em cinco anos quero
estar no seu lugar"
Alguma ambição marca sempre alguns pontos a favor do candidato. Mas um tom
de agressividade, de interesse para além da conta e até de vocação para
"puxar o tapete do outro" assustam. E muito. "Cinco anos é um
prazo muito pequeno. No mínimo, pode mostrar que você não tem paciência".
"Aqui é uma boa
empresa para começar minha carreira"
Atenção extra para não demonstrar que você vê esta oportunidade como um
mero trampolim profissional.
Você não pode pensar que a empresa vai apenas te dar um bom nome no currículo para abrir portas noutra companhia. Não pode pensar, muito menos argumentar isso na entrevista.
Você não pode pensar que a empresa vai apenas te dar um bom nome no currículo para abrir portas noutra companhia. Não pode pensar, muito menos argumentar isso na entrevista.
Inventar valores
Quando questionado sobre valores de mercado e estatísticas, cuidado para
não inventar. Mentir nunca dá resultado numa entrevista de emprego.
Chutar alto ou baixo demais pode mostrar falta de noção do contexto de mercado onde sua a profissão está inserido.
Chutar alto ou baixo demais pode mostrar falta de noção do contexto de mercado onde sua a profissão está inserido.
Na dúvida, admita que não tem ideia dos números exactos.
"Eu preferia outro
trabalho mas chamaram-me para este e resolvi tentar."
Demonstrar interesse é essencial. Desdenhar da oportunidade, no entanto, é
um erro crasso do candidato. Ninguém quer recrutar alguém que não gosta do que
vai fazer. Por isso, é fundamental mostrar foco na hora da entrevista. Se você
quer muito outra área, não deve sequer ir a uma entrevista para um tipo de
trabalho que não quer.
Fazer demasiadas
perguntas
A nova geração de entrevistas de emprego abre espaço
para que o candidato também faça perguntas e perceba melhor a que tipo de vaga
se está a candidatar. Cuidado para não exagerar e colocar o recrutador contra a
parede.
A entrevista não é o momento para discutir políticas internas da empresa. Questões ligadas à legislação e negociação salarial deve ficar para um segundo momento.
A entrevista não é o momento para discutir políticas internas da empresa. Questões ligadas à legislação e negociação salarial deve ficar para um segundo momento.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Relacionamentos 4
Muito se fala sobre o tema Relacionamentos, que acaba-se por não se ter noção do que seguir.
Embora já tenha publicado 3 Posts sobre este tema, venho agora deixar duas frases que encontrei que penso serem fulcrais para o entendimento entre pessoas (principalmente para aquelas que tenho trabalhado ultimamente):
"Saber encontrar a alegria na alegria do outro, é o segredo da felicidade."
George Bernanos
"A amizade é uma predisposição reciproca que torna dois seres igualmente ciosos de felicidade um do outro."
Platão
sábado, 8 de setembro de 2012
Como a 1ª Vez
A partir de hoje vou viver cada dia como se fosse a 1ª vez.
Algo que usualmente fica na nossa mente é a 1ª vez, em quase tudo que se fez ou passou.
Quando aquele momento aconteceu, o nervoso tomou um certo poder das certezas e as emoções ficam ao rubro. Tudo era novidade e com grande satisfação se vivência tudo. Todos os pormenores eram relevantes e considerados como ensinamentos.
Aquela 1ª vez que fui para a escola e me vi rodeado de outras pessoas "estranhas" ao meu mundo; a 1ª vez que considerei alguém como meu amigo; tal como a 1ª vez que me apaixonei; o 1º beijo; aquele 1º abraço; a 1ª vez que fui ao cinema, com os meus pais e sem eles; aquela 1ª vez que fui a uma discoteca ou sai à noite; o meu 1º emprego/trabalho; a 1ª vez que fiz amor; o 1º filho/a; a 1ª vez que ...
Aquela 1ª vez que não significa que tenha sido tão prazerosa, mas que foi vivida intensamente e que faz historia das minhas recordações.
Será que hoje quando desloco-me para o emprego, sempre pelo mesmo trajecto todos os dias, sinto aquele nervoso do que possa acontecer nesse dia de trabalho? Quando já lá estou, existe algum pormenor que desperta-me o interesse? Mesmo aquela opinião diferente, recebo-a de forma prerrogativa ou sempre com uma perspectiva pejorativo?
e chegando a casa dou ou recebo aquele beijo e abraço apaixonado como a 1ª vez?
Busca-se tanto as certezas no interior da zona de conforto, que se acaba por perder as emoções que nos faz sentir vivos.
Sempre que se passa pela experiência da 1ª vez, o sentido de alerta fica mais apurado e o desafio vai aprimorar aquele momento de modo a vivê-lo intensamente. Será que vivo cada momento intensamente e com prazer?
Por isso, a partir de hoje, tomei a decisão de viver cada dia como se fosse a 1ª vez.
Quando for para o emprego, vou optar por um caminho diferente ou vou tomar café num outro estabelecimento. Vou escutar com mais atenção as outras perspectivas, pois terão sempre algo a ensinar - quanto mais não seja, algo que nunca irei fazer. Vou executar as minhas tarefas estando atento aos resultados efectivos, para que na próxima vez, possa melhorar sempre algo.
A partir de hoje, vou oferecer a melhor recepção, quando chegar a casa. Vou "rechear" aquele momento com duas das mais fortes formas de transmitir afecto, um beijo e um abraço caloroso - e não mais permitir que a rotina apodere daquele momento singular.
E quando deitara a cabeça na almofada, vou sentir-me realizado e com um enorme prazer com as sucessivas 1ªs vezes deste dia.
A partie de hoje, vou viver cada dia como se fosse a 1ª vez.
Algo que usualmente fica na nossa mente é a 1ª vez, em quase tudo que se fez ou passou.
Quando aquele momento aconteceu, o nervoso tomou um certo poder das certezas e as emoções ficam ao rubro. Tudo era novidade e com grande satisfação se vivência tudo. Todos os pormenores eram relevantes e considerados como ensinamentos.
Aquela 1ª vez que fui para a escola e me vi rodeado de outras pessoas "estranhas" ao meu mundo; a 1ª vez que considerei alguém como meu amigo; tal como a 1ª vez que me apaixonei; o 1º beijo; aquele 1º abraço; a 1ª vez que fui ao cinema, com os meus pais e sem eles; aquela 1ª vez que fui a uma discoteca ou sai à noite; o meu 1º emprego/trabalho; a 1ª vez que fiz amor; o 1º filho/a; a 1ª vez que ...
Aquela 1ª vez que não significa que tenha sido tão prazerosa, mas que foi vivida intensamente e que faz historia das minhas recordações.
Será que hoje quando desloco-me para o emprego, sempre pelo mesmo trajecto todos os dias, sinto aquele nervoso do que possa acontecer nesse dia de trabalho? Quando já lá estou, existe algum pormenor que desperta-me o interesse? Mesmo aquela opinião diferente, recebo-a de forma prerrogativa ou sempre com uma perspectiva pejorativo?
e chegando a casa dou ou recebo aquele beijo e abraço apaixonado como a 1ª vez?
Busca-se tanto as certezas no interior da zona de conforto, que se acaba por perder as emoções que nos faz sentir vivos.
Sempre que se passa pela experiência da 1ª vez, o sentido de alerta fica mais apurado e o desafio vai aprimorar aquele momento de modo a vivê-lo intensamente. Será que vivo cada momento intensamente e com prazer?
Por isso, a partir de hoje, tomei a decisão de viver cada dia como se fosse a 1ª vez.
Quando for para o emprego, vou optar por um caminho diferente ou vou tomar café num outro estabelecimento. Vou escutar com mais atenção as outras perspectivas, pois terão sempre algo a ensinar - quanto mais não seja, algo que nunca irei fazer. Vou executar as minhas tarefas estando atento aos resultados efectivos, para que na próxima vez, possa melhorar sempre algo.
A partir de hoje, vou oferecer a melhor recepção, quando chegar a casa. Vou "rechear" aquele momento com duas das mais fortes formas de transmitir afecto, um beijo e um abraço caloroso - e não mais permitir que a rotina apodere daquele momento singular.
E quando deitara a cabeça na almofada, vou sentir-me realizado e com um enorme prazer com as sucessivas 1ªs vezes deste dia.
A partie de hoje, vou viver cada dia como se fosse a 1ª vez.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Manter um objectivo na vida
As rotinas diárias e a falta de novos inputs são uma das principais razões de um sentimento de falta de sentido na vida.
Preferencialmente, é usual querer manter-se na zona de conforto, onde as rotinas sistemáticas, mantém um equilíbrio emocional e organizacional consolidado. Já se sabe (mais ou menos) tudo o que vai acontecer, o programa mental fica de tal forma viciado, que os dias passam e já nem se contam.
Esta formula "mágica" é sustentável, mas de curta duração, pois passados anos, a maldita introspecção vai fazer saltar da sua "box", muito bem guardada e escondida com o propósito de auto protecção, o sentimento de revolta.
O que eu fiz? O que criei? O que concretizei? .... O que ando a fazer?
Cresci - sonhei; estudei - sonhei; namorei - sonhei; trabalhei - sonhei; casei - sonhei; filho(s) - sonho deles.
Quando se atinge este nível, uma boa quantidade de pessoas, retiram a importância dos seus sonhos e substituem pelos dos filhos.
Onde é que os filhos vão alimentar e consolidar os seus sonhos? Será que poderá ser por sonhos em conjunto? Por algo que continuam a ver dos seus pais?
Manter um propósito de vida, vai ser a força e a energia de se sentir útil e vivo.
Só existe sentido de vida quando percorre um caminho a ser atingido. Idealizar esse caminho, criar uma estratégia e sair da zona de conforto, arriscando nesse trajecto.
Nunca ninguém atinge uma idade de decadência, até que assim o decida. Ser a outra pessoa, que por vezes os outros questionam como mantém essa energia e uma sanidade mental como só agora estivesse a começar a sua peugada a aquele sonho. a persistência na conquista de algo mais, vai transformar-se no "açúcar" que vai contrastar com a azedes.
Olho-me ao espelho - e se assim o faço é porque estou vivo.
Sonhos que me faltam realizar ...
Vamos ao ataque!
Preferencialmente, é usual querer manter-se na zona de conforto, onde as rotinas sistemáticas, mantém um equilíbrio emocional e organizacional consolidado. Já se sabe (mais ou menos) tudo o que vai acontecer, o programa mental fica de tal forma viciado, que os dias passam e já nem se contam.
Esta formula "mágica" é sustentável, mas de curta duração, pois passados anos, a maldita introspecção vai fazer saltar da sua "box", muito bem guardada e escondida com o propósito de auto protecção, o sentimento de revolta.
O que eu fiz? O que criei? O que concretizei? .... O que ando a fazer?
Cresci - sonhei; estudei - sonhei; namorei - sonhei; trabalhei - sonhei; casei - sonhei; filho(s) - sonho deles.
Quando se atinge este nível, uma boa quantidade de pessoas, retiram a importância dos seus sonhos e substituem pelos dos filhos.
Onde é que os filhos vão alimentar e consolidar os seus sonhos? Será que poderá ser por sonhos em conjunto? Por algo que continuam a ver dos seus pais?
Manter um propósito de vida, vai ser a força e a energia de se sentir útil e vivo.
Só existe sentido de vida quando percorre um caminho a ser atingido. Idealizar esse caminho, criar uma estratégia e sair da zona de conforto, arriscando nesse trajecto.
Nunca ninguém atinge uma idade de decadência, até que assim o decida. Ser a outra pessoa, que por vezes os outros questionam como mantém essa energia e uma sanidade mental como só agora estivesse a começar a sua peugada a aquele sonho. a persistência na conquista de algo mais, vai transformar-se no "açúcar" que vai contrastar com a azedes.
Olho-me ao espelho - e se assim o faço é porque estou vivo.
Sonhos que me faltam realizar ...
Vamos ao ataque!
sábado, 2 de junho de 2012
O hábito de adiar
Todos os dias somos bombardeados com novos acontecimentos, desafios e situações que naqueles momentos passam assumir um outro nível de prioridade. Contudo as outras que já vinham, de um atrás, ficam nessa mesma posição.
À pessoas que são muito boas a começar processos e até mesmo a estrutura-los, mas facilmente são más a finaliza-los. Cada dia que passa, novos desafios vão aparecendo e seguindo esta lógica, os vários processos vão-se acumulando. Até chegar a um ponto em que a desorientação e o sentimento de falta de espaço mental, apoderam-se de si.
Tal como uma senhora que passa a semana fora ou na correria do seu dia a dia de trabalho casa, casa trabalho e depara-se com a sua casa a ter que ser arrumada, roupa, passar a ferro, limpar a casa (num geral), arrumar tudo; como um empresário que vai acumulando papeis e decisões a tomar, que num momento mais relaxado, pensando e sentindo-se nessa estado, apercebe-se que afinal simplesmente andou a "semear" um vulcão que naquele momento vai rebentar.
Da mesma forma, por vezes, pensa-se que está a investir o seu tempo a dizer e a definir o que quer para si na vida, a idealizar sonhos e desejos, mas a inercia transforma em perda de tempo.
Quantas vezes se fica à espera daquele momento certo?
Mas o que é o momento certo?
Será que o momento certo é aquele em que o seu pensamento se alia à decisão e ao desejo de obtenção?
O momento certo é aquele em que se passa à acção.
Adiar as suas acções, decisões e o aproveitamento dos seus melhores momentos, vai ser o seu maior forte aliado para o seu fracasso ou insucesso.
Avançar com o conhecimento e as ferramentas que possui e estão ao seu dispor, vão leva-lo a enriquecer-se de mais conhecimentos e mais ferramentas, para numa próxima oportunidade, ir fazer melhor e melhor.
O sucesso e a satisfação pessoal é uma consequência do seu não adiamento.
Parta ao ataque.
À pessoas que são muito boas a começar processos e até mesmo a estrutura-los, mas facilmente são más a finaliza-los. Cada dia que passa, novos desafios vão aparecendo e seguindo esta lógica, os vários processos vão-se acumulando. Até chegar a um ponto em que a desorientação e o sentimento de falta de espaço mental, apoderam-se de si.
Tal como uma senhora que passa a semana fora ou na correria do seu dia a dia de trabalho casa, casa trabalho e depara-se com a sua casa a ter que ser arrumada, roupa, passar a ferro, limpar a casa (num geral), arrumar tudo; como um empresário que vai acumulando papeis e decisões a tomar, que num momento mais relaxado, pensando e sentindo-se nessa estado, apercebe-se que afinal simplesmente andou a "semear" um vulcão que naquele momento vai rebentar.
Da mesma forma, por vezes, pensa-se que está a investir o seu tempo a dizer e a definir o que quer para si na vida, a idealizar sonhos e desejos, mas a inercia transforma em perda de tempo.
Quantas vezes se fica à espera daquele momento certo?
Mas o que é o momento certo?
Será que o momento certo é aquele em que o seu pensamento se alia à decisão e ao desejo de obtenção?
O momento certo é aquele em que se passa à acção.
Adiar as suas acções, decisões e o aproveitamento dos seus melhores momentos, vai ser o seu maior forte aliado para o seu fracasso ou insucesso.
Avançar com o conhecimento e as ferramentas que possui e estão ao seu dispor, vão leva-lo a enriquecer-se de mais conhecimentos e mais ferramentas, para numa próxima oportunidade, ir fazer melhor e melhor.
O sucesso e a satisfação pessoal é uma consequência do seu não adiamento.
Parta ao ataque.
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