Be You - Act Today

Be You - Act Today
Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

terça-feira, 12 de junho de 2012

Manter um objectivo na vida

As rotinas diárias e a falta de novos inputs são uma das principais razões de um sentimento de falta de sentido na vida.
Preferencialmente, é usual querer manter-se na zona de conforto, onde as rotinas sistemáticas, mantém um equilíbrio emocional e organizacional consolidado. Já se sabe (mais ou menos) tudo o que vai acontecer, o programa mental fica de tal forma viciado, que os dias passam e já nem se contam.
Esta formula "mágica" é sustentável, mas de curta duração, pois passados anos, a maldita introspecção vai fazer saltar da sua "box", muito bem guardada e escondida com o propósito de auto protecção, o sentimento de revolta.
O que eu fiz? O que criei? O que concretizei? .... O que ando a fazer?
Cresci - sonhei; estudei - sonhei; namorei - sonhei; trabalhei - sonhei; casei - sonhei; filho(s) - sonho deles.
Quando se atinge este nível, uma boa quantidade de pessoas, retiram a importância dos seus sonhos e substituem pelos dos filhos.
Onde é que os filhos vão alimentar e consolidar os seus sonhos? Será que poderá ser por sonhos em conjunto? Por algo que continuam a ver dos seus pais?
Manter um propósito de vida, vai ser a força e a energia de se sentir útil e vivo.
Só existe sentido de vida quando percorre um caminho a ser atingido. Idealizar esse caminho, criar uma estratégia e sair da zona de conforto, arriscando nesse trajecto.
Nunca ninguém atinge uma idade de decadência, até que assim o decida. Ser a outra pessoa, que por vezes os outros questionam como mantém essa energia e uma sanidade mental como só agora estivesse a começar a sua peugada a aquele sonho. a persistência na conquista de algo mais, vai transformar-se no "açúcar" que vai contrastar com a azedes.
Olho-me ao espelho - e se assim o faço é porque estou vivo.
Sonhos que me faltam realizar ...
Vamos ao ataque!




sábado, 2 de junho de 2012

O hábito de adiar

Todos os dias somos bombardeados com novos acontecimentos, desafios e situações que naqueles momentos passam assumir um outro nível de prioridade. Contudo as outras que já vinham, de um atrás, ficam nessa mesma posição.
À pessoas que são muito boas a começar processos e até mesmo a estrutura-los, mas facilmente são más a finaliza-los. Cada dia que passa, novos desafios vão aparecendo e seguindo esta lógica, os vários processos vão-se acumulando. Até chegar a um ponto em que a desorientação e o sentimento de falta de espaço mental, apoderam-se de si.
Tal como uma senhora que passa a semana fora ou na correria do seu dia a dia de trabalho casa, casa trabalho e depara-se com a sua casa a ter que ser arrumada, roupa, passar a ferro, limpar a casa (num geral), arrumar tudo; como um empresário que vai acumulando papeis e decisões a tomar, que num momento mais relaxado, pensando e sentindo-se nessa estado, apercebe-se que afinal simplesmente andou a "semear" um vulcão que naquele momento vai rebentar.
Da mesma forma, por vezes, pensa-se que está a investir o seu tempo a dizer e a definir o que quer para si na vida, a idealizar sonhos e desejos, mas a inercia transforma em perda de tempo.
Quantas vezes se fica à espera daquele momento certo?
Mas o que é o momento certo?
Será que o momento certo é aquele em que o seu pensamento se alia à decisão e ao desejo de obtenção?
O momento certo é aquele em que se passa à acção.
Adiar as suas acções, decisões e o aproveitamento dos seus melhores momentos, vai ser o seu maior forte aliado para o seu fracasso ou insucesso.
Avançar com o conhecimento e as ferramentas que possui e estão ao seu dispor, vão leva-lo a enriquecer-se de mais conhecimentos e mais ferramentas, para numa próxima oportunidade, ir fazer melhor e melhor.
O sucesso e a satisfação pessoal é uma consequência do seu não adiamento.
Parta ao ataque.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Desperdício de vida / "I live this only once!" / Proveito da vida

Há uns anos atrás passava na TV uma serie cómica (alusivo à II guerra mundial)chamada: "Aló, Aló!" - hoje em dia só passa na RTP Memoria - existia uma personagem que iniciava sempre o seu dialogo com: "I say this only once!"
É neste contexto que coloco este post.
Cada dia que se levanta da cama, vai um dia único e singular, por mais rotinas que nele existam.
se esse dia vai ser positivo ou negativo, de sucessos ou fracassos, vaio depender da forma como o imaginar e daí o que fizer dele.
Se por qualquer razão andar desmotivado/a e os dias antecedentes estão padronizados com esse estado, porque tudo parece-lhe estar a correr mal, está desempregado/a, os seus relacionamentos estão a sofrer uma transformação de prazer a dor, hoje pode ser aquele dia que poderá fazer a viragem da pagina ou o ciclo que tem persistido manter-se na sua vida.
Hoje ... a esta hora precisa, nunca mais volta acontecer. Por isso dê um sorriso, se assim o entender, dê uma gargalhada para si mesmo/a  e lembre-se daquele momento em que sentiu-se feliz e realizado/a. Daquele dia, daquela hora em que só lhe apetece rir e "gargalhar".
Agora é o momento que vai alterar o sentido e transformar-lo em positivo. Meramente porque assim o decidiu.
E quando algo lhe dê indícios ou sinais que o sentido anterior pode voltar, lembre-se que este dia, esse acontecimento, o resultado vai depender como melhor o quiser aproveita.
Tome controle da sua vida - "I live this only once!"

Somos o que pensamos e tornamos-nos no que fazemos.

sexta-feira, 11 de maio de 2012




Embora não tenha andado a publicar muita coisa ultimamente, tem acontecido e tentado resolver o mais variadíssimo tipos de casos e situações que são-me apresentados.

Vou partilhar uma frase que foi-me transmitida por uma cliente que autorizou-me fazê-lo e considero digno de a colocar aqui:


"Para educar é preciso muita disciplina, mas também muito amor."

"Estrela" (nome código)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O Trovador Solitário

Renato Russo – cantor e compositor Brasileiro – O Trovador Solitário
Numa atuação perguntou ao publico:
“Alguém aí já sofreu por um amor verdadeiro?”
A plateia respondeu que: “jáááááá…”
Renato Russo disse: “Errado!!! Amor verdadeiro nunca te vai fazer sofrer, pois quem ama CUIDA, não magoa e não dececiona… Não busques pessoas perfeitas, porque não somos. Busquem apenas pessoas que te VALORIZEM.”

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Carpe Diem

À muitos anos atrás, quando ainda o meu empenho e dedicação eram os resultados avaliados pelo numero de vendas ou do modo como ensinava e formava outras pessoas a fazerem o mesmo, aprendi um palavrão que inicialmente não percebi muito bem. Como tal apliquei-o no contexto que me foi apresentado.
Carpe Diem – Colhe o dia. Vive-o de forma a obter prazer.
Hoje a interpretação do seu  significado, tem um valor muito mais abrangente.
Recebo pessoas e até mesmo fora do escritório, questionam-me sobre o não saberem o que querem da vida. Pessoas que de certa forma se sentem perdidas ou desorientadas na sua vida.
A representatividade de ter-se um propósito de vida perdeu-se no tumulto do seu dia a dia. A falta de realização e perspetiva de vida mais completa, conduz essas mesmas pessoas a um sentimento de frustração, angustia, desilusão, passando por vezes a questionar o seu significado de vida.
Empresarialmente estamos habituados a lidar com 3 pontos que definem, de certa forma, a continuação da caminhada, no mundo dos negócios: Missão, Visão e Valores.
São aqueles pontos que todas as pessoas seguem, (ou deveriam seguir), as que estão inseridos naquela organização.
Mas quando toca a pessoas (ser humano individual), estes fatores são entendidos como não fazendo parte deles, pois não são empresas, mas sim pessoas.
Será que as empresas só existem porque lá trabalham pessoas? Essas pessoas, lá, seguem essa perspetiva? Porque não fazer o mesmo em casa? Com o seu marido/esposa/filho(s)? com os seus Amigos?
Levanta-se de manha. Arranja-se. Sai de casa e vai para o trabalho/emprego de carro ou de transportes públicos. Chega ao local e são sempre as mesmas pessoas. Os mesmos bons dias. A mesma hora do café da manha. A mesma hora do almoço. O mesmo café da tarde. O mesmo regresso a cas com as mesmas situações afazer, resolver ou a tratar.
Não lhe dá vontade de dizer: CHEGA!
Uma pessoa me perguntou: “Então quer dizer que devo mudar de emprego? Nos tempos em que estamos? Ate parece que não sabe qual o numero de desempregados! Quer que eu seja mais um? O que acha que faça?
Com muita calma aconselhei a respirar fundo e convidei-a vir para junto da janela do escritório, e perguntei-lhe: “O que quereria que fosse diferente?”
Olhando a cidade do Porto lá no fundo, começa a relatar-me, enquanto eu escrevia.
No fim, de regresso a onde estávamos anteriormente, questionei-a: “Que proveito tira do seu dia a dia?
“Proveito?”
“As suas rotinas são evidentes, desde que se levanta até que se deita.
Mas quando acorda de manha, dá sempre um beijo apaixonado ao seu conjugue?
Enquanto se arranja para ir trabalhar, tem musica a acompanhar o seu ritmo? Ou está a cantarolar?
Quando se olha ao espelho, enquanto se arranja, dá um sorriso a si mesma? E diz a si mesma, hoje estou muito bonita?
Quando vai de transportes públicos e as pessoas serem quase as mesmas, costuma dar um sorriso ou cumprimenta-as? Dando-lhes um: “Bom Dia”? E ao motorista?
Quando vai de carro, e alguém lhe fornece a passagem, agradece-lhe acompanhado de um sorriso? Ou ainda lhes diz: “Estava a ver que não era para hoje!” Costuma ir a discutir com os outros? Costuma ouvir musica e canta ao mesmo tempo e diverte-se durante a viagem? Ou nem liga musica ou nem se apercebe que o radio ou o cd estava ligado?
Quando chega ao seu local de trabalho e encontra os seu colegas, dá-lhes um “Bom Dia” com um sorriso ou com indiferença?
Toma o seu café da manha, almoço e o da tarde, com prazer e saboreia-o? Ou já o faz inconscientemente e é aquela a hora que tem de o fazer?
Quando sai do seu trabalho, costuma dizer: “Até amanha” com alegria ou por obrigação? Já alguma vez experimentou dizer: “Até Amanha. Uma excelente noite”?
Quando chega a casa, se já lá está a família ou quando ela chega, dá-lhes um beijo apaixonado ou de saudade? Ou porque já é um habito? Já alguma vez, quando lhes dá um beijo, experimentou ser seguido de um abraço? Já fez isso? Porque deixou de o fazer? Que feedback obtinha nessa altura?
Que feedback acha que teria, se adotasse um comportamento diferente? Se tudo o que fizer partisse de uma perspetiva diferente?
Que resultados receberia dos outros?
Como se sentiria você?
Sugestão: Não desperdice cada dia da sua vida. Cada sorriso, beijo ou abraço que não der hoje, não vai conseguir voltar atrás. E o de amanha só a ele lhe pertence.
Olhe por si e vai estar a partilhar muito mais com os outros. Garantidamente alguém vai segui-la/o e a autoestima de ambos vai aumentar. Se alguém não lhe retribuir, é porque ainda ninguém lhe mostrou a importância de aproveitar esse momento. Ou ainda não leu este texto.
A vida é feita de momentos e cada um que perca ou desperdice da pior forma, nada vai conseguir fazer regressa-lo. Se perdeu esse momento, aprenda com isso e aproveite da melhor forma já amanha, daqui a umas horas, no minuto seguinte.
Lembre-se que só se vive uma vez e cada momento é único.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Relacionamentos 3-3

Porque as esferas se separam?
As esferas lisas e redondas, tal como a evolução constante do mundo em, que vivemos, só querem, rolar e andar.
Para onde? Velocidade? Sozinhas? Ou acompanhadas?
Elas tem apenas  que rolar.
Uma das maiores derrotas das esferas, é a solidão.
Nenhuma esfera gosta de estar sozinha ou não ser apreciada. Toda a esfera tem que receber um feedback de significância de outras ou das sociedades onde está inserida. Tem que sentir apreço ou entra em revolta/ conflito interno.
Mas então o que leva a separação?
Perante um estudo que fiz no desenrolar dos anos, para tudo existe 2 razões e consequentemente destas, surgem mais duas razões ou consequências, para cada uma delas, e assim sucessivamente.
Desta forma se vai divergindo por vários fatores, até convergirem naquele “grão de areia”.
Pois então vejamos o mais usual.
Duas esferas juntas por um magnetismo sinergético que ninguém consegue separar.

Por razões profissionais:
Uma ou ambas, separam-se temporariamente, voltando a unirem-se no final do dia ou assim sempre que possível. Quando se juntam, inicialmente, coexiste uma vontade louca de estarem juntas e partilharem as experiencias passadas, durante o tempo que estiveram separadas. Uma grandiosa “sede” de sentirem a união restabelecida - este é o objetivo.

Cenário profissional 1:
Quando se voltam a juntar, trazem historias, novas ideias e vontades de como criarem novos inputs. De forma que o “vulcão” esteja sempre ativo e a “lava” aqueça aqueles momentos. Como sendo momentos únicos.

Cenário profissional 2:
Quando se voltam a juntar, trazem novas historias, novas ideias e vontades, mas elas não são correspondidas por uma das esferas.
Acontece uma vez - “deve existir alguma razão plausível para tal e foi só desta vez”. Mas quando volta  acontecer … e mais outra … e ainda mais outra. Aqueles momentos únicos, agora são momentos padronizados. A desmotivação e o desinteresse passa a fazer parte do léxico sentimental.

Por razoes pessoais:
As duas esferas, comunicam diariamente e com uma periodicidade elevada. Isso faz o sentimento de entreajuda e de companheirismo preencher todos os espaços que possam a vir existir entre as duas esferas.

Cenário pessoal 1:
Essa comunicação é essencial para ambas, de forma a reconforta-las, com tudo que se vai deparando no seus caminhos.

Cenário pessoal 2:
Essa comunicação não existe, como tal, os laços que tinham sido criados, passam a decair. Sem comunicação deixa de existir novos inputs ou o alimentar daqueles já existentes e a rotura passa a estar eminente.

Todo o relacionamento depende da comunicação e da forma como ele evolui. Comunicar só por si nao tem significado nenhum, pois a qualidade e o enriquecimento dela é que é importante.
  
Por vezes uma esfera, evolui constantemente. Novos interesses, novos matérias, uma vontade enorme e insaciável de novos conhecimentos. Como alguém já o disse: “O conhecimento não ocupa espaço.”
Assim o é, e esse esfera vai encontrar novos objetivos e desafios, de forma o sentir-se viva e útil. Consigo mesma.
Se a outra, perante o seu tipo psicológico, não fizer nenhum esforço, para evoluir e acompanhar, de certa forma a outra esfera, a continuidade desse relacionamento, vai passar a sofrer varias lacunas.
A conversação, por vezes deixa de ser uma linguagem clara, devido aos assuntos abordados. A falta de enriquecimento, do que se fala e o que se subentende.
Esse relacionamento passa a ser uma metáfora infundada.
As duvidas aumentaram por cada palavra que é proferida.
As certezas, porem, são aquelas duas esferas inseparáveis, que passam a viver um mapa mundo em sentido opostos.

Sugestão:
Nunca deixe de comunicar. Nunca deixe de evoluir. Todo o relacionamento necessita de novos inputs, novas ideias, novas criatividades.
Dê uso à imaginação e tire proveito do dão que por ser humano tem. Tire proveito da sua capacidade de raciocínio.
Dê apresso ao “outro” e respeite-o.
Se em alguma altura sentir que uma das esfera está a entrar num sentido mais comodo, incentive-a a deixar esse trajeto e reencaminhe-a a novos conhecimentos, evoluções, novos desafios.
Não viva do passado. Esse só serviu para lhe dar aprendizagem e tirar lições da vida.
Viva o hoje. E tudo que fizer dele, vai ser os resultados do futuro. Projete o que quer.

Tenha um bom relacionamento.