Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O Poder do Entusiasmo


"O verdadeiro segredo do sucesso, é o entusiasmo.
Sim... mas, mais do que o entusiasmo, é o interesse nalguma coisa. Pois gostamos de ver as pessoas interessadas em algo.
Quando as pessoas se interessam, a sua vida torna-se um sucesso.
Pode-se fazer qualquer coisa, desde que se a faça com entusiasmo.
Entusiasmo no brilho dos olhos, no andar, na firmeza do aperto de mão, no impulso irresistível da tua vontade e na energia que colocas quando metes em prática as tuas ideias.
As pessoas entusiasmadas são "guerreiras". Tem força e perseverança.
O entusiasmo é a base de todo o progresso, conduz ao sucesso.
Pelo contrário, a falta de entusiasmo, só inventa desculpas."

de Walter Chrysler,
Fundador da Chrysler

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Introspeção 2011


Mais um ano que está terminando…. Mais um ano ou foi aquele ano?
Quando iniciou 2011, como estava de dividendos?
Como estava de trabalho/carreira?
Como andava de relacionamentos?
Quem eram o seu grupo de amigos que desafiam ou estimulam a superar-se?
De que forma contribuía?
Como se via e sentia a sua autoimagem e autoestima?
Que desenvolvimento pessoal fazia?
Quais eram os seus propósitos de vida?
E outras coisas mais.
 

O que fez durante este ano de diferente dos outros anos, para sentir que elevou-se e foi um ano de crescimento?
O que pensa ter marcado mais, durante este ano?
De que forma é que aprendeu com isso?
O que é que já fez de diferente?
 

De que forma está a terminar, este mesmo ano de 2011?
Igual como começou?
No mesmo trabalho?
A ganhar o mesmo?
Com as mesmas motivações / desmotivações?
Sem ser o trivial de todos os anos, o que ofereceu a si mesmo, por ter superado algo?
Cumpriu todas as metas programadas para este ano de 2011?
Chegou a escrever metas?
 

Este ano está a terminar, e pouco mais tempo, existe para realizar algo.
O cerne da questão é, o que pretende projetar para o ano 2012?
De que forma quer iniciar, fazer e terminar 2012?
 

Seguindo como princípio a definição de insanidade de Einstein:                                    
“É continuar a fazer as mesmas coisas, vezes sem conta e esperar um resultado diferente.”
 

Faça que o seu ano de 1012 não seja mais um… faça que seja AQUELE.
 

Coach: Paulo Renato

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos I

Realidade:
Nos tempos actuais, tudo é tão rápido que parece nem existir tempo para analisar os detalhes.
Levanta-se cedo, muito cedo – por ter-se deitado tarde – arranja-se e sai a correr para o trabalho a questionar o trânsito.
Se vai a conduzir, a sua maior preocupação é a do indivíduo que vai no carro da frente que não anda com a velocidade que deveria andar, não acelerou o devido e uma outra viatura meteu-se à frente. O semáforo que nunca mais fica verde e até as pessoas que vão atravessar a estrada, mesmo estando verde para elas, deveriam atravessar a correr e quando vai estacionar existe sempre alguém que resolveu estacionar no local que tinha pensado.
Se vai nos transportes públicos, as paragens, as plataformas do metro ou do comboio estão com muita gente, significa que vai acabar por fazer a viagem muito apertada, como sardinhas enlatadas. Logo naquele dia, aquela pessoa mais forte tinha que vir a esta hora. Aquela pessoa mais magra podia ocupar menos espaço. A quantidade de variedade de cheiros, dos mais agradáveis até ao querer oferecer a uma determinada pessoa, pelo menos um sabonete. E como o meu estado é de insatisfação, quando vai para sair, parece que ninguém facilita a sua passagem.
Chegando ao café da esquina, pede um café ou ainda algo para comer, mas o por favor, o sorriso e até mesmo antes o BOM DIA, ainda estão encostados na almofada. Certamente o pousar da chávena, por parte do empregado, vai ser o mais trivial rotineiro e sem nenhuma delicadeza.
Entra na empresa/trabalho e os BONS DIAS, são bastante apagados – quando se dão.
Passados uns tempos, com a continuação das rotinas diárias e o aumento de insatisfação, vai começar a questionar-se sobre a sua vida e porquê que ela tem de ser assim?
“Somos o que pensamos…” – um dia alguém me disse que falamos 14h por dia com nós mesmos. E numa altura em sala, ao passar esta informação, alguém afirmou-me que se calhar deveria falar ainda mais tempo com ele mesmo. A minha resposta óbvia é que teria de inserir a sua maior atenção na qualidade e nunca na quantidade.
Reflexão:
Enquanto crianças absorvemos todo o tipo de informação que está mais próxima de nós: dos nossos pais, avós, familiares e amigos destes todos que se tem contacto. Desta forma vai-se formando valores e crenças que estão – muitas vezes, a sofrer alterações através de inputs externos, pelos novos amigos/colegas dos estabelecimentos de ensino por onde passa.
Com o passar dos anos, essas crenças tornam-se convicções que passam a ser os seus pilares daí para o futuro. Os seus pensamentos e escolhas vão depender dessas convicções.
Mesmo tomando consciência disso – agora adultos, continuam a questionar os resultados obtidos na sua vida.
Objectivo:
O que é que eu quero que seja diferente a partir deste dia? Deste momento? O que desejo para me sentir feliz ou mais feliz? O que considero o meu conforto e equilíbrio emocional?
Quero estar do lado negativo ou positivo da vida? Se só se vive uma vez, qual a sua opção?
Soluções:
Não importa se deveria de falar mais horas, mas a qualidade da sua comunicação intrínseca. O que anda a falar consigo mesmo.
Quando me levanto da cama, olho-me ao espelho e digo para mim mesmo algo de positivo que possa condicionar, positivamente, o meu dia ou digo: “maldito despertador”, “mais um dia de trabalho”, “mais um dia a levar com aqueles gajos”…. Antes até, olha-se ao espelho ou prefere não vê-lo? Para não ver a seu reflexo!
Quando lhe acontece algo inesperado, que reacção toma? “Agora mais esta!”, “só a mim!” ou “mais um desfio para conquistar”, “que lição vou tirar daqui?”, “ora ai está o desafio do dia que faltava para me auto-superar”.
Acção:
Dizer a si mesmo e faze-lo: “A partir de hoje…, desta hora…, (de que estou a ler este texto) vou controlar e ser o/a senhor(a) comandante dos meus pensamentos. Pois isso vai reflectir-se nas minhas acções e reacções para com os outros e com tudo que se depare comigo. No final de cada dia vou escrever no meu caderno de conquistas todas as acções, reacções e comportamentos tomados por mim em conformidade com os meus novos pensamentos. Vou partilha-los com a pessoa com quem vivo ou a quem quero te tenha mais orgulho em mim.”
PS: em especial atenção aos meus novos colegas e companheiros da R.O.S.A.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

3 Pontos eficazes para alcançar objectivos estabelecidos


1.  Transformar a palavra “fracasso” em sucesso

Sempre que no seu percurso, seja deparado com um “fracasso” chame-o de “fracasso momentâneo”, não desanime ou desespere. Enfrente-o como sendo momentâneo. Use o slogan da Kodak: “Para mais tarde recordar.” E nesse caso quando o fizer, que seja para se rir daquele fracasso e ficar na memória o que dele tirou proveito. Coloque esta pergunta a si mesmo: Quando é que o fracasso é fracasso? Quando não se aprende nada com ele.

2.  Ver no escuro

Por vezes parece difícil conseguir ver algo que lhe chame de positivo, e a escuridão falo sentir-se perdido. Mesmo tendo bússola, a falta de luminosidade, não lhe permite orientar-se. É nestes momentos que deve forçar ainda mais o seu olhar e focar em algo que lá no fundo parece reluzir.

Quanto mais persistir no seu caminho previamente traçado, mais a luz potencia-se a aumentar. Controle as suas emoções e mantenha o foco e a persistência no que quer.


3.     Escolha a si mesmo, escolha o sucesso

Vai sempre existir alguém que lhe vai dizer que os seus objectivos estão errados, que não consegue, que é um lunático, para viver o mundo real…

Vai sempre existir alguém. Dentro do grupo do “alguém” coexiste também o seu EU, os seus sonhos, as suas esperanças, as suas metas. E se esse “alguém” for mesmo importante para si, seja um seguidor dele mesmo. Nunca ninguém sabe se alguma vez irá conseguir algo, até tentar. Tente com garra e dedicação. Mesmo que não consiga atingir aquele objectivo proposto, pelo menos que se supere em algo, e o seu resultado será sempre positivo.

Lembre que a palavra “sucesso” não tem o mesmo significado para todos.

Atinja o seu.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma Fábula

Um capitão de um barco de transporte fluvial que trabalhava na travessia entre duas cidades. Certa vez um indivíduo de uma das cidades perguntou-lhe: “Como são as pessoas da outra cidade? Estou a pensar em mudar-me para lá!”
Aí o capitão responde-lhe com uma pergunta: “O que acha das pessoas da cidade onde vive agora?”
Se a pessoa responder que são calosas, boas e amigas, então o capitão, diz-lhe que os habitantes da outra margem são calorosos, bons e amigos. Mas se o indivíduo responde que são cruéis, frios e hostis, então obtêm de resposta como sendo iguais.
O que a fábula representa é que, embora não seja-mos responsáveis pelas acções e atitudes das outras pessoas, somos responsáveis pelo modo como reagimos aos outros e por essa razão, pelo modo como reagimos a nós mesmos.
Quando pensa em mudar de amigos, companheiro/a, de local onde vive ou trabalha e qualifica os outros, olhe para si.
Não são os outros que condicionam a sua forma de os ver, mas a sua forma de reagir a eles, vai mudar como o vêem.

sábado, 15 de outubro de 2011

Capacidade de resolução

Lembro quando criança, que qualquer coisa servia para exercer qualquer actividade de entretenimento. Desde com pneus velhos que juntávamos água no interior e com dois paus (normalmente de vassouras) enfiados no interior, percorríamos circuitos de corrida como que de provas de carros se tratasse; a arte de jogar o pião e a destreza de conseguir retirar o do adversário no círculo desenhado na terra ou na pedra; o tiquetaque; subir às árvores e fazer cabanas no cimo delas; o simples jogar à bola com balizas feitas com pedras ou outra coisa qualquer… qualquer coisa servia para brincar e criar competições com os amigos e o mundo em geral.
Hoje adultos, espera-se que as circunstâncias adjacentes, que sejam criadas pelos outros, levem à satisfação das suas necessidades. Reclama-se, injuria-se, apregoa-se a sua insatisfação.
A semelhança é as pessoas. A diferença é como usam a imaginação e desbloqueiam as condicionantes, com que vão deparando-se.
As oportunidades existem e não deixaram de existir.
Muitas das vezes a perceptibilidade delas, vai depender do modo em que se encontra alerta para as ver como tal.
Há muitos anos atrás, tive o prazer de trabalhar com uma pessoa que considero “master mind” no mundo dos negócios, que me disse isto: “Sometimes opportunities come knocking very softly.”
Esteja atento e crie o hábito de ver em tudo (ou quase tudo) uma oportunidade.