Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos I

Realidade:
Nos tempos actuais, tudo é tão rápido que parece nem existir tempo para analisar os detalhes.
Levanta-se cedo, muito cedo – por ter-se deitado tarde – arranja-se e sai a correr para o trabalho a questionar o trânsito.
Se vai a conduzir, a sua maior preocupação é a do indivíduo que vai no carro da frente que não anda com a velocidade que deveria andar, não acelerou o devido e uma outra viatura meteu-se à frente. O semáforo que nunca mais fica verde e até as pessoas que vão atravessar a estrada, mesmo estando verde para elas, deveriam atravessar a correr e quando vai estacionar existe sempre alguém que resolveu estacionar no local que tinha pensado.
Se vai nos transportes públicos, as paragens, as plataformas do metro ou do comboio estão com muita gente, significa que vai acabar por fazer a viagem muito apertada, como sardinhas enlatadas. Logo naquele dia, aquela pessoa mais forte tinha que vir a esta hora. Aquela pessoa mais magra podia ocupar menos espaço. A quantidade de variedade de cheiros, dos mais agradáveis até ao querer oferecer a uma determinada pessoa, pelo menos um sabonete. E como o meu estado é de insatisfação, quando vai para sair, parece que ninguém facilita a sua passagem.
Chegando ao café da esquina, pede um café ou ainda algo para comer, mas o por favor, o sorriso e até mesmo antes o BOM DIA, ainda estão encostados na almofada. Certamente o pousar da chávena, por parte do empregado, vai ser o mais trivial rotineiro e sem nenhuma delicadeza.
Entra na empresa/trabalho e os BONS DIAS, são bastante apagados – quando se dão.
Passados uns tempos, com a continuação das rotinas diárias e o aumento de insatisfação, vai começar a questionar-se sobre a sua vida e porquê que ela tem de ser assim?
“Somos o que pensamos…” – um dia alguém me disse que falamos 14h por dia com nós mesmos. E numa altura em sala, ao passar esta informação, alguém afirmou-me que se calhar deveria falar ainda mais tempo com ele mesmo. A minha resposta óbvia é que teria de inserir a sua maior atenção na qualidade e nunca na quantidade.
Reflexão:
Enquanto crianças absorvemos todo o tipo de informação que está mais próxima de nós: dos nossos pais, avós, familiares e amigos destes todos que se tem contacto. Desta forma vai-se formando valores e crenças que estão – muitas vezes, a sofrer alterações através de inputs externos, pelos novos amigos/colegas dos estabelecimentos de ensino por onde passa.
Com o passar dos anos, essas crenças tornam-se convicções que passam a ser os seus pilares daí para o futuro. Os seus pensamentos e escolhas vão depender dessas convicções.
Mesmo tomando consciência disso – agora adultos, continuam a questionar os resultados obtidos na sua vida.
Objectivo:
O que é que eu quero que seja diferente a partir deste dia? Deste momento? O que desejo para me sentir feliz ou mais feliz? O que considero o meu conforto e equilíbrio emocional?
Quero estar do lado negativo ou positivo da vida? Se só se vive uma vez, qual a sua opção?
Soluções:
Não importa se deveria de falar mais horas, mas a qualidade da sua comunicação intrínseca. O que anda a falar consigo mesmo.
Quando me levanto da cama, olho-me ao espelho e digo para mim mesmo algo de positivo que possa condicionar, positivamente, o meu dia ou digo: “maldito despertador”, “mais um dia de trabalho”, “mais um dia a levar com aqueles gajos”…. Antes até, olha-se ao espelho ou prefere não vê-lo? Para não ver a seu reflexo!
Quando lhe acontece algo inesperado, que reacção toma? “Agora mais esta!”, “só a mim!” ou “mais um desfio para conquistar”, “que lição vou tirar daqui?”, “ora ai está o desafio do dia que faltava para me auto-superar”.
Acção:
Dizer a si mesmo e faze-lo: “A partir de hoje…, desta hora…, (de que estou a ler este texto) vou controlar e ser o/a senhor(a) comandante dos meus pensamentos. Pois isso vai reflectir-se nas minhas acções e reacções para com os outros e com tudo que se depare comigo. No final de cada dia vou escrever no meu caderno de conquistas todas as acções, reacções e comportamentos tomados por mim em conformidade com os meus novos pensamentos. Vou partilha-los com a pessoa com quem vivo ou a quem quero te tenha mais orgulho em mim.”
PS: em especial atenção aos meus novos colegas e companheiros da R.O.S.A.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

3 Pontos eficazes para alcançar objectivos estabelecidos


1.  Transformar a palavra “fracasso” em sucesso

Sempre que no seu percurso, seja deparado com um “fracasso” chame-o de “fracasso momentâneo”, não desanime ou desespere. Enfrente-o como sendo momentâneo. Use o slogan da Kodak: “Para mais tarde recordar.” E nesse caso quando o fizer, que seja para se rir daquele fracasso e ficar na memória o que dele tirou proveito. Coloque esta pergunta a si mesmo: Quando é que o fracasso é fracasso? Quando não se aprende nada com ele.

2.  Ver no escuro

Por vezes parece difícil conseguir ver algo que lhe chame de positivo, e a escuridão falo sentir-se perdido. Mesmo tendo bússola, a falta de luminosidade, não lhe permite orientar-se. É nestes momentos que deve forçar ainda mais o seu olhar e focar em algo que lá no fundo parece reluzir.

Quanto mais persistir no seu caminho previamente traçado, mais a luz potencia-se a aumentar. Controle as suas emoções e mantenha o foco e a persistência no que quer.


3.     Escolha a si mesmo, escolha o sucesso

Vai sempre existir alguém que lhe vai dizer que os seus objectivos estão errados, que não consegue, que é um lunático, para viver o mundo real…

Vai sempre existir alguém. Dentro do grupo do “alguém” coexiste também o seu EU, os seus sonhos, as suas esperanças, as suas metas. E se esse “alguém” for mesmo importante para si, seja um seguidor dele mesmo. Nunca ninguém sabe se alguma vez irá conseguir algo, até tentar. Tente com garra e dedicação. Mesmo que não consiga atingir aquele objectivo proposto, pelo menos que se supere em algo, e o seu resultado será sempre positivo.

Lembre que a palavra “sucesso” não tem o mesmo significado para todos.

Atinja o seu.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma Fábula

Um capitão de um barco de transporte fluvial que trabalhava na travessia entre duas cidades. Certa vez um indivíduo de uma das cidades perguntou-lhe: “Como são as pessoas da outra cidade? Estou a pensar em mudar-me para lá!”
Aí o capitão responde-lhe com uma pergunta: “O que acha das pessoas da cidade onde vive agora?”
Se a pessoa responder que são calosas, boas e amigas, então o capitão, diz-lhe que os habitantes da outra margem são calorosos, bons e amigos. Mas se o indivíduo responde que são cruéis, frios e hostis, então obtêm de resposta como sendo iguais.
O que a fábula representa é que, embora não seja-mos responsáveis pelas acções e atitudes das outras pessoas, somos responsáveis pelo modo como reagimos aos outros e por essa razão, pelo modo como reagimos a nós mesmos.
Quando pensa em mudar de amigos, companheiro/a, de local onde vive ou trabalha e qualifica os outros, olhe para si.
Não são os outros que condicionam a sua forma de os ver, mas a sua forma de reagir a eles, vai mudar como o vêem.

sábado, 15 de outubro de 2011

Capacidade de resolução

Lembro quando criança, que qualquer coisa servia para exercer qualquer actividade de entretenimento. Desde com pneus velhos que juntávamos água no interior e com dois paus (normalmente de vassouras) enfiados no interior, percorríamos circuitos de corrida como que de provas de carros se tratasse; a arte de jogar o pião e a destreza de conseguir retirar o do adversário no círculo desenhado na terra ou na pedra; o tiquetaque; subir às árvores e fazer cabanas no cimo delas; o simples jogar à bola com balizas feitas com pedras ou outra coisa qualquer… qualquer coisa servia para brincar e criar competições com os amigos e o mundo em geral.
Hoje adultos, espera-se que as circunstâncias adjacentes, que sejam criadas pelos outros, levem à satisfação das suas necessidades. Reclama-se, injuria-se, apregoa-se a sua insatisfação.
A semelhança é as pessoas. A diferença é como usam a imaginação e desbloqueiam as condicionantes, com que vão deparando-se.
As oportunidades existem e não deixaram de existir.
Muitas das vezes a perceptibilidade delas, vai depender do modo em que se encontra alerta para as ver como tal.
Há muitos anos atrás, tive o prazer de trabalhar com uma pessoa que considero “master mind” no mundo dos negócios, que me disse isto: “Sometimes opportunities come knocking very softly.”
Esteja atento e crie o hábito de ver em tudo (ou quase tudo) uma oportunidade.

sábado, 8 de outubro de 2011

Crise

Na conjectura económica do país (mundial), a palavra mais ouvida e consequentemente usada é a palavra “crise”. É um facto e nada vale subestima-la.
Mas sendo nós um ser racional, com o potencial de pensamentos próprios e de tomar decisões, também vai depender, dessa mesma forma, o modo como se deixará ser arrastado ou fazer algo em contrário, no encontro das suas satisfações pessoais.
O modo como vê a palavra “CRISE” ampliada e em negrito, vai ocupar todo o campo de visão e nos pensamentos, obstruindo qualquer tipo de oportunidade positiva que se depare.
Se tiver consciência que a “crise” está instalada, mas de forma diminuída na minha mente, vou conseguir ter a possibilidade de ver algo mais, além da palavra em si.
Como ainda hoje de manha me perguntaram: “Mas como?”
Retire momentaneamente a respectiva palavra do seu vocabulário (mente). Olhe à sua volta como tudo estivesse bem e observe a quantidade de situações que poderia fazer de diferente e como transformaria em oportunidades, tanto para si como para outras pessoas.
Agora crie mentalmente, uma estratégia que funcionasse (que seja exequível).
De seguida escreva num papel, essa mesma ideia adicionando-lhe sentimentos de prazer e como iria satisfazer outras pessoas também.
Continuando a imaginar, faça uma lista de recursos (materiais e/ou humanos) de forma a poder realizar.
Após isto tudo, releia o que escreveu e vai notar que ainda poderia melhorar em algo mais. Volte a escrever e acrescente.
Sente-se a ler o que escreveu e encha-se de orgulho.
Agora vai notar que a palavra que por onde tinha começado este texto, já não se encontra na sua mente ou cada vez mais, está diminuída.
 Como é que isto é possível? Porque um dia um senhor disse: “Em momentos de crise a imaginação é mais importante que o conhecimento”. Albert Einstein

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Passado e Presente


“Futebol não é apenas o jogo dos 90 minutos. É todo o corolário de trabalho de jogo. O profissionalismo é muito exigente. Não se pode pedir aos jogadores o que quer que seja sem lhes oferecer contrapartidas. Se não se lhes proporcionar meios conducentes à sua evolução, à actualização de sua forma, não pode esperar-se o milagre de os vermos competir sem desdoura com os adversários que militam em equipas de melhores recursos materiais.”
José Maria Pedroto

Será que passados tantos anos, esta ideologia mantêm-se?

Aplica-se no mundo dos negócios?

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Um dia pode ter uma ideia fantástica. Tão espectacular que fica deslumbrado consigo mesmo.
No meio do festejo mental, salta-lhe todas as adversidades possíveis e até mesmo aquelas que mais ninguém pensaria. Entra num dilema e fica confuso.

Passado uns anos pode reflectir desta forma:
“Teria desistido antes de começar e até hoje estaria a imaginar que não poderia ser bem-sucedido naquilo.
Estaria sentado por ai, a falar da grande ideia que não funcionava.
Mas funcionou, porque acreditei nela e comprometi-me o bastante para tentá-la.”

Conclusão:
Dê uma hipótese a si mesmo para as coisas acontecerem! Dê uma hipótese para o sucesso acontecer.
É impossível vencer a corrida a menos que calce as “sapatilhas” e comece a caminhar.
Mesmo assim, vai existir momentos em que a meta parece-lhe estar tão longe e a coragem aliada à falta de vontade de pagar o esforço, tomara conta dos seus pensamentos.

Mas quando era criança o seu 1º esforço foi conseguir levantar a cabeça, para ver (ou seguir sombras), as pessoas que o rodeavam… CONSEGUIU.

Como eles nem sempre estavam ao seu lado, então começou a gatinhar para lá chegar… CONSEGUIU.

Definitivamente eles chegavam a tudo que era sitio e eram tão rápidos, que a sua única solução era copia-los e colocar-se na mesma posição, erecto. Assim, segurando-se a qualquer coisa (sem noção de segurança e apenas com o objectivo de estar de pé), com bastante esforço, conseguiu sustentar o peso do seu corpo sobre as frágeis pernas e dos pés pequeninos, que por vezes faziam confusão e acabava por tropeçar neles. Mas… CONSEGUIU.

Como ainda hoje, busca-se a atenção e o carinho de quem se gosta, e aproveitando que agora já se põem de pé, começou a colocar um pé à frente do outro e passa a caminhar até chegar ao destino pretendido: beijos e abraços de quem o motivava e entusiasmava para lá chegar. E… CONSEGUIU.

Agora chegar a eles já não é novidade, como tal, foi alargar os seus horizontes e começou a querer abrir, mexer, deslocar as mesmas coisas que via os outros fazerem e que até aquele momento não tinha a oportunidade… CONSEGUIU.

O passo seguinte foi correr. Lembra-se? Quando queria chegar a um sítio mais rápido do que as suas pernas podiam? E daqueles trambolhões?

Pelos vistos, já conseguiu muitas coisas e com muito esforço.
Hoje não deve questionar-se se consegue. Basta apenas seguir as mesmas etapas que já aprendeu no passado e que na realidade, são lições para o resto da vida.
Será que é só conversa ou até faz mesmo sentido?

Ora vejamos:
Analisar o momento em que está e levantar a cabeça, para tentar ver os outros, muitas vezes só se vê sombras, pois eles já lá vão na frente.

Visto estar nessa posição, vai explorar por onde pode deslocar-se e como tal, a gatinhar e a solidificar a autoconfiança, tomando noção do terreno.

Agora é só copiar os outros (os bons exemplos) e colocar-se de pé, para logo começar a caminhar e passar a atingir objectivos.

Porque é que os outros fazem e têm coisas que você não pode ter ou fazer? A partir de hoje, isso deixou de fazer parte do seu discurso. Pois já passou por estas etapas todas.

Altere o seu discurso de: é impossível/difícil de conseguir… para: se conseguisse… para: gostava de conseguir… para: quero conseguir… para: VOU conseguir… para: ESTOU a conseguir… para: CONSEGUI.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.