Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma Fábula

Um capitão de um barco de transporte fluvial que trabalhava na travessia entre duas cidades. Certa vez um indivíduo de uma das cidades perguntou-lhe: “Como são as pessoas da outra cidade? Estou a pensar em mudar-me para lá!”
Aí o capitão responde-lhe com uma pergunta: “O que acha das pessoas da cidade onde vive agora?”
Se a pessoa responder que são calosas, boas e amigas, então o capitão, diz-lhe que os habitantes da outra margem são calorosos, bons e amigos. Mas se o indivíduo responde que são cruéis, frios e hostis, então obtêm de resposta como sendo iguais.
O que a fábula representa é que, embora não seja-mos responsáveis pelas acções e atitudes das outras pessoas, somos responsáveis pelo modo como reagimos aos outros e por essa razão, pelo modo como reagimos a nós mesmos.
Quando pensa em mudar de amigos, companheiro/a, de local onde vive ou trabalha e qualifica os outros, olhe para si.
Não são os outros que condicionam a sua forma de os ver, mas a sua forma de reagir a eles, vai mudar como o vêem.

sábado, 15 de outubro de 2011

Capacidade de resolução

Lembro quando criança, que qualquer coisa servia para exercer qualquer actividade de entretenimento. Desde com pneus velhos que juntávamos água no interior e com dois paus (normalmente de vassouras) enfiados no interior, percorríamos circuitos de corrida como que de provas de carros se tratasse; a arte de jogar o pião e a destreza de conseguir retirar o do adversário no círculo desenhado na terra ou na pedra; o tiquetaque; subir às árvores e fazer cabanas no cimo delas; o simples jogar à bola com balizas feitas com pedras ou outra coisa qualquer… qualquer coisa servia para brincar e criar competições com os amigos e o mundo em geral.
Hoje adultos, espera-se que as circunstâncias adjacentes, que sejam criadas pelos outros, levem à satisfação das suas necessidades. Reclama-se, injuria-se, apregoa-se a sua insatisfação.
A semelhança é as pessoas. A diferença é como usam a imaginação e desbloqueiam as condicionantes, com que vão deparando-se.
As oportunidades existem e não deixaram de existir.
Muitas das vezes a perceptibilidade delas, vai depender do modo em que se encontra alerta para as ver como tal.
Há muitos anos atrás, tive o prazer de trabalhar com uma pessoa que considero “master mind” no mundo dos negócios, que me disse isto: “Sometimes opportunities come knocking very softly.”
Esteja atento e crie o hábito de ver em tudo (ou quase tudo) uma oportunidade.

sábado, 8 de outubro de 2011

Crise

Na conjectura económica do país (mundial), a palavra mais ouvida e consequentemente usada é a palavra “crise”. É um facto e nada vale subestima-la.
Mas sendo nós um ser racional, com o potencial de pensamentos próprios e de tomar decisões, também vai depender, dessa mesma forma, o modo como se deixará ser arrastado ou fazer algo em contrário, no encontro das suas satisfações pessoais.
O modo como vê a palavra “CRISE” ampliada e em negrito, vai ocupar todo o campo de visão e nos pensamentos, obstruindo qualquer tipo de oportunidade positiva que se depare.
Se tiver consciência que a “crise” está instalada, mas de forma diminuída na minha mente, vou conseguir ter a possibilidade de ver algo mais, além da palavra em si.
Como ainda hoje de manha me perguntaram: “Mas como?”
Retire momentaneamente a respectiva palavra do seu vocabulário (mente). Olhe à sua volta como tudo estivesse bem e observe a quantidade de situações que poderia fazer de diferente e como transformaria em oportunidades, tanto para si como para outras pessoas.
Agora crie mentalmente, uma estratégia que funcionasse (que seja exequível).
De seguida escreva num papel, essa mesma ideia adicionando-lhe sentimentos de prazer e como iria satisfazer outras pessoas também.
Continuando a imaginar, faça uma lista de recursos (materiais e/ou humanos) de forma a poder realizar.
Após isto tudo, releia o que escreveu e vai notar que ainda poderia melhorar em algo mais. Volte a escrever e acrescente.
Sente-se a ler o que escreveu e encha-se de orgulho.
Agora vai notar que a palavra que por onde tinha começado este texto, já não se encontra na sua mente ou cada vez mais, está diminuída.
 Como é que isto é possível? Porque um dia um senhor disse: “Em momentos de crise a imaginação é mais importante que o conhecimento”. Albert Einstein

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Passado e Presente


“Futebol não é apenas o jogo dos 90 minutos. É todo o corolário de trabalho de jogo. O profissionalismo é muito exigente. Não se pode pedir aos jogadores o que quer que seja sem lhes oferecer contrapartidas. Se não se lhes proporcionar meios conducentes à sua evolução, à actualização de sua forma, não pode esperar-se o milagre de os vermos competir sem desdoura com os adversários que militam em equipas de melhores recursos materiais.”
José Maria Pedroto

Será que passados tantos anos, esta ideologia mantêm-se?

Aplica-se no mundo dos negócios?

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Um dia pode ter uma ideia fantástica. Tão espectacular que fica deslumbrado consigo mesmo.
No meio do festejo mental, salta-lhe todas as adversidades possíveis e até mesmo aquelas que mais ninguém pensaria. Entra num dilema e fica confuso.

Passado uns anos pode reflectir desta forma:
“Teria desistido antes de começar e até hoje estaria a imaginar que não poderia ser bem-sucedido naquilo.
Estaria sentado por ai, a falar da grande ideia que não funcionava.
Mas funcionou, porque acreditei nela e comprometi-me o bastante para tentá-la.”

Conclusão:
Dê uma hipótese a si mesmo para as coisas acontecerem! Dê uma hipótese para o sucesso acontecer.
É impossível vencer a corrida a menos que calce as “sapatilhas” e comece a caminhar.
Mesmo assim, vai existir momentos em que a meta parece-lhe estar tão longe e a coragem aliada à falta de vontade de pagar o esforço, tomara conta dos seus pensamentos.

Mas quando era criança o seu 1º esforço foi conseguir levantar a cabeça, para ver (ou seguir sombras), as pessoas que o rodeavam… CONSEGUIU.

Como eles nem sempre estavam ao seu lado, então começou a gatinhar para lá chegar… CONSEGUIU.

Definitivamente eles chegavam a tudo que era sitio e eram tão rápidos, que a sua única solução era copia-los e colocar-se na mesma posição, erecto. Assim, segurando-se a qualquer coisa (sem noção de segurança e apenas com o objectivo de estar de pé), com bastante esforço, conseguiu sustentar o peso do seu corpo sobre as frágeis pernas e dos pés pequeninos, que por vezes faziam confusão e acabava por tropeçar neles. Mas… CONSEGUIU.

Como ainda hoje, busca-se a atenção e o carinho de quem se gosta, e aproveitando que agora já se põem de pé, começou a colocar um pé à frente do outro e passa a caminhar até chegar ao destino pretendido: beijos e abraços de quem o motivava e entusiasmava para lá chegar. E… CONSEGUIU.

Agora chegar a eles já não é novidade, como tal, foi alargar os seus horizontes e começou a querer abrir, mexer, deslocar as mesmas coisas que via os outros fazerem e que até aquele momento não tinha a oportunidade… CONSEGUIU.

O passo seguinte foi correr. Lembra-se? Quando queria chegar a um sítio mais rápido do que as suas pernas podiam? E daqueles trambolhões?

Pelos vistos, já conseguiu muitas coisas e com muito esforço.
Hoje não deve questionar-se se consegue. Basta apenas seguir as mesmas etapas que já aprendeu no passado e que na realidade, são lições para o resto da vida.
Será que é só conversa ou até faz mesmo sentido?

Ora vejamos:
Analisar o momento em que está e levantar a cabeça, para tentar ver os outros, muitas vezes só se vê sombras, pois eles já lá vão na frente.

Visto estar nessa posição, vai explorar por onde pode deslocar-se e como tal, a gatinhar e a solidificar a autoconfiança, tomando noção do terreno.

Agora é só copiar os outros (os bons exemplos) e colocar-se de pé, para logo começar a caminhar e passar a atingir objectivos.

Porque é que os outros fazem e têm coisas que você não pode ter ou fazer? A partir de hoje, isso deixou de fazer parte do seu discurso. Pois já passou por estas etapas todas.

Altere o seu discurso de: é impossível/difícil de conseguir… para: se conseguisse… para: gostava de conseguir… para: quero conseguir… para: VOU conseguir… para: ESTOU a conseguir… para: CONSEGUI.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

sábado, 20 de agosto de 2011

Medo


Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado
e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então: ”Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
-Diga, soldado.
-O que havia por detrás da assustadora porta?
-Vá e veja você mesmo.
O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

sábado, 6 de agosto de 2011

Nem tudo tem de ser em linha recta

O autoconhecimento, leva-o a ter mais certezas em si mesmo e passar a ter mais vontade para se mover na direcção daquilo que quer. Pois sem esse autoconhecimento as suas direcções são uma multiplicidade de caminhos, que a maioria das vezes ficam interrompidos a meio, por falta de objectividade.

Mas saber o que se quer, não significa que tenha de ser uma linha recta ou até mesmo o caminho mais curto. Por vezes pode-se dar consigo a realizar outros trabalhos, que até parece que não está ao encontro dos seus objectivo.

Excerto do livro “A Universidade do Sucesso”:

“Deus não conduziu os filhos de Israel para a  Terra Prometida por uma rota directa e curta, atravessando a terra dos Filisteus, que requeria uma caminhada de apenas 11 dias, mas em lugar disso os conduziu por uma rota longa e tortuosa, durante 40 anos através do deserto…”

Pode ser que esses outros trabalhos lhe tragam mais conhecimento pratico, experiência e um know-how, que de outra forma nunca o obteria.

O importante é saber manter o objectivo (uma luz mental) a iluminar-lhe e ajuda-lo a ter sempre a orientação para o que quer.