Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

sábado, 8 de outubro de 2011

Crise

Na conjectura económica do país (mundial), a palavra mais ouvida e consequentemente usada é a palavra “crise”. É um facto e nada vale subestima-la.
Mas sendo nós um ser racional, com o potencial de pensamentos próprios e de tomar decisões, também vai depender, dessa mesma forma, o modo como se deixará ser arrastado ou fazer algo em contrário, no encontro das suas satisfações pessoais.
O modo como vê a palavra “CRISE” ampliada e em negrito, vai ocupar todo o campo de visão e nos pensamentos, obstruindo qualquer tipo de oportunidade positiva que se depare.
Se tiver consciência que a “crise” está instalada, mas de forma diminuída na minha mente, vou conseguir ter a possibilidade de ver algo mais, além da palavra em si.
Como ainda hoje de manha me perguntaram: “Mas como?”
Retire momentaneamente a respectiva palavra do seu vocabulário (mente). Olhe à sua volta como tudo estivesse bem e observe a quantidade de situações que poderia fazer de diferente e como transformaria em oportunidades, tanto para si como para outras pessoas.
Agora crie mentalmente, uma estratégia que funcionasse (que seja exequível).
De seguida escreva num papel, essa mesma ideia adicionando-lhe sentimentos de prazer e como iria satisfazer outras pessoas também.
Continuando a imaginar, faça uma lista de recursos (materiais e/ou humanos) de forma a poder realizar.
Após isto tudo, releia o que escreveu e vai notar que ainda poderia melhorar em algo mais. Volte a escrever e acrescente.
Sente-se a ler o que escreveu e encha-se de orgulho.
Agora vai notar que a palavra que por onde tinha começado este texto, já não se encontra na sua mente ou cada vez mais, está diminuída.
 Como é que isto é possível? Porque um dia um senhor disse: “Em momentos de crise a imaginação é mais importante que o conhecimento”. Albert Einstein

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Passado e Presente


“Futebol não é apenas o jogo dos 90 minutos. É todo o corolário de trabalho de jogo. O profissionalismo é muito exigente. Não se pode pedir aos jogadores o que quer que seja sem lhes oferecer contrapartidas. Se não se lhes proporcionar meios conducentes à sua evolução, à actualização de sua forma, não pode esperar-se o milagre de os vermos competir sem desdoura com os adversários que militam em equipas de melhores recursos materiais.”
José Maria Pedroto

Será que passados tantos anos, esta ideologia mantêm-se?

Aplica-se no mundo dos negócios?

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

Um dia pode ter uma ideia fantástica. Tão espectacular que fica deslumbrado consigo mesmo.
No meio do festejo mental, salta-lhe todas as adversidades possíveis e até mesmo aquelas que mais ninguém pensaria. Entra num dilema e fica confuso.

Passado uns anos pode reflectir desta forma:
“Teria desistido antes de começar e até hoje estaria a imaginar que não poderia ser bem-sucedido naquilo.
Estaria sentado por ai, a falar da grande ideia que não funcionava.
Mas funcionou, porque acreditei nela e comprometi-me o bastante para tentá-la.”

Conclusão:
Dê uma hipótese a si mesmo para as coisas acontecerem! Dê uma hipótese para o sucesso acontecer.
É impossível vencer a corrida a menos que calce as “sapatilhas” e comece a caminhar.
Mesmo assim, vai existir momentos em que a meta parece-lhe estar tão longe e a coragem aliada à falta de vontade de pagar o esforço, tomara conta dos seus pensamentos.

Mas quando era criança o seu 1º esforço foi conseguir levantar a cabeça, para ver (ou seguir sombras), as pessoas que o rodeavam… CONSEGUIU.

Como eles nem sempre estavam ao seu lado, então começou a gatinhar para lá chegar… CONSEGUIU.

Definitivamente eles chegavam a tudo que era sitio e eram tão rápidos, que a sua única solução era copia-los e colocar-se na mesma posição, erecto. Assim, segurando-se a qualquer coisa (sem noção de segurança e apenas com o objectivo de estar de pé), com bastante esforço, conseguiu sustentar o peso do seu corpo sobre as frágeis pernas e dos pés pequeninos, que por vezes faziam confusão e acabava por tropeçar neles. Mas… CONSEGUIU.

Como ainda hoje, busca-se a atenção e o carinho de quem se gosta, e aproveitando que agora já se põem de pé, começou a colocar um pé à frente do outro e passa a caminhar até chegar ao destino pretendido: beijos e abraços de quem o motivava e entusiasmava para lá chegar. E… CONSEGUIU.

Agora chegar a eles já não é novidade, como tal, foi alargar os seus horizontes e começou a querer abrir, mexer, deslocar as mesmas coisas que via os outros fazerem e que até aquele momento não tinha a oportunidade… CONSEGUIU.

O passo seguinte foi correr. Lembra-se? Quando queria chegar a um sítio mais rápido do que as suas pernas podiam? E daqueles trambolhões?

Pelos vistos, já conseguiu muitas coisas e com muito esforço.
Hoje não deve questionar-se se consegue. Basta apenas seguir as mesmas etapas que já aprendeu no passado e que na realidade, são lições para o resto da vida.
Será que é só conversa ou até faz mesmo sentido?

Ora vejamos:
Analisar o momento em que está e levantar a cabeça, para tentar ver os outros, muitas vezes só se vê sombras, pois eles já lá vão na frente.

Visto estar nessa posição, vai explorar por onde pode deslocar-se e como tal, a gatinhar e a solidificar a autoconfiança, tomando noção do terreno.

Agora é só copiar os outros (os bons exemplos) e colocar-se de pé, para logo começar a caminhar e passar a atingir objectivos.

Porque é que os outros fazem e têm coisas que você não pode ter ou fazer? A partir de hoje, isso deixou de fazer parte do seu discurso. Pois já passou por estas etapas todas.

Altere o seu discurso de: é impossível/difícil de conseguir… para: se conseguisse… para: gostava de conseguir… para: quero conseguir… para: VOU conseguir… para: ESTOU a conseguir… para: CONSEGUI.

Ninguém sabe o que pode realizar até tentar.

sábado, 20 de agosto de 2011

Medo


Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado
e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue.
Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então: ”Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados".
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
-Diga, soldado.
-O que havia por detrás da assustadora porta?
-Vá e veja você mesmo.
O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que...a porta se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

sábado, 6 de agosto de 2011

Nem tudo tem de ser em linha recta

O autoconhecimento, leva-o a ter mais certezas em si mesmo e passar a ter mais vontade para se mover na direcção daquilo que quer. Pois sem esse autoconhecimento as suas direcções são uma multiplicidade de caminhos, que a maioria das vezes ficam interrompidos a meio, por falta de objectividade.

Mas saber o que se quer, não significa que tenha de ser uma linha recta ou até mesmo o caminho mais curto. Por vezes pode-se dar consigo a realizar outros trabalhos, que até parece que não está ao encontro dos seus objectivo.

Excerto do livro “A Universidade do Sucesso”:

“Deus não conduziu os filhos de Israel para a  Terra Prometida por uma rota directa e curta, atravessando a terra dos Filisteus, que requeria uma caminhada de apenas 11 dias, mas em lugar disso os conduziu por uma rota longa e tortuosa, durante 40 anos através do deserto…”

Pode ser que esses outros trabalhos lhe tragam mais conhecimento pratico, experiência e um know-how, que de outra forma nunca o obteria.

O importante é saber manter o objectivo (uma luz mental) a iluminar-lhe e ajuda-lo a ter sempre a orientação para o que quer.

domingo, 17 de julho de 2011

O meu EU

“O sucesso na vida não vem de ter boas cartas, mas de jogar bem com cartas más.”
A coisa mais fácil de se fazer, sempre que falha, é diminuir-se, pondo as culpas nos infortúnios pela falta de habilidade.
A coisa mais fácil de esquecer, principalmente quando o destino não foi bom com consigo mesmo, é que nasceu para o sucesso e não para o fracasso.
Infelizmente, há um número cada vez maior de indivíduos que já se convenceu de que simplesmente não tem nada, seja do que for, que os leve a fazer alguma coisa na vida. Esses indivíduos já estão mortos, espiritualmente, perambulando desnorteados pela vida, sem objectivos, sem propósitos.
Você não pode erguer-se acima do nível de sua visão. Aquela pessoa que pede esmola ou se encontra desempregado, vai continuar no mesmo estado enquanto acreditar que não tem nenhum talento para mais nada.
Imagine a palavra “talento” como sinónimo de “habilidade” e várias sugestões se tornarão evidentes de como tirar o melhor partido de suas habilidades.
A primeira coisa a fazer é um inventário das suas habilidades. Quais os talentos que possuí? Quais os bens pessoais que possui? Quais os seus pontos fortes? Também pode levar em conta, as suas inclinações.
Possivelmente vai descobrir que possui vários talentos e qualquer um deles pode ser desenvolvido em alguma coisa útil e satisfatória. As suas inclinações vão auxiliar a decidir qual os seus bens pessoais que deve desenvolver.
Lembre-se, tudo é uma questão de escolhas. Acredite que tem a escolha de fazer o que pensa ser melhor com as suas habilidades e talentos. Para conversar sobre este contexto, devo falar com um amigo, um banqueiro, um advogado, um outro desempregado, uma pessoa que demonstra que a palavra resiliência não faz parte do seu vocabulário ou um conselheiro vocacional para ajudar?
A escolha e decisão estão sempre do seu lado.
Tire o maior proveito de estar vivo e agradeça as bênçãos com que nasceu.
O resto é só aplicar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Passado - Presente - Futuro

O passado é o caminho já percorrido, o cultivo da sua aprendizagem.
As sementes plantadas são as suas experiencias e conhecimento que o faz ser, estar e reagir no seu hoje.
O futuro é aquele ponto, momento de felicidade a ser congratulado com o atingir daquele sonho e/ou objectivo concretizado.
Ambos estes tempos são de extrema importância para a sua existência.
Mas o presente é o dia de hoje. É aquele dia que está fundamentado pelo conhecimento e experiencias do passado, para a realização do futuro.
Todos os dias tem que fazer novas plantações, pois a sementes do passado a ele lhe pertence. Regar novas sementes, pois a água que serviu para fazer crescer as antigas, já não podem alimentar as de hoje. Executar novas acções, pois as do passado já se tornavam repetitivas. Dar um passo mais no percorrer do deu caminho, pois se voltar a caminhar por onde andou, implica o voltar atrás.
As oportunidades estão ao redor. O que vai marcar a diferença é a capacidade de estar alerta para as ver. Muitas das vezes estão escondidas ou até mesmo ocultas por algo que não se identifica ou não do seu agrado. Mas estão lá.
Mal acorda, ganhou mais um dia para marcar essa diferença, perante as suas acções.
Se nada fizer de diferente, esse vai ser o seu resultado desse mesmo dia.
Einstein disse certa vez: “ A definição de insanidade, é fazer consecutivamente as mesmas coisas dia após dia e esperar resultados diferentes.”
Se o controle das forças e sinergias externas, não pode controlar, contrabalance com o que tem de poder. As suas próprias acções, desejos, comportamentos e objectivos desse dia.
E no final congratule-se por mais uma vitória, por mais um passo.