Be You - Act Today

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Linha de pensamento: "Somos o que pensamos e tornamo-nos no que fazemos." Paulo Renato

domingo, 17 de abril de 2011

Como reconhecer os sintomas do fracasso II

“A maioria de nós dissimula o próprio fracasso em público; disfarçamos o fracasso com muito sucesso de nós mesmos.
Não é difícil de ignorar o facto de que fazemos muito menos do que somos capazes de fazer, muito pouco do que planeamos mesmo modestamente realizar antes de atingirmos certa idade e nunca, provavelmente, tudo o que um dia aspiramos.
Existem formas mais obscuras e despercebidas de cair vítima da vontade de fracassar, formas às quais pessoas introvertidas e extrovertidas são quase igualmente susceptíveis. Pense no sem-número de pessoas, por exemplo, que se incumbem deliberadamente de tarefas que requerem apenas uma pequena parte de sua capacidade e experiencia e que então se exaurem implacavelmente, entregando-se a detalhes inúteis.
Uma vez que não chegam a desenvolver o que possuem de mais valioso em si mesmo, não enriquece e soma apenas conforto secundário aos objectos de seu auto-sacrifício.
Ninguém certamente poderia nos pedir para fazer mais do que estamos fazendo!
Não estamos tão absolutamente ocupados para não termos um só minuto ou mais um grão de energia para fazermos algo mais?
Não é a nossa obrigação fazer do principio ao fim uma tarefa pouco satisfatória, insignificante e sem interesse?
Se não estamos fazendo aquilo que estamos mais bem preparados para fazer, ou fazendo bem aquilo que assumimos como nossa contribuição individual para o trabalho do mundo, pelo menos com a intenção de um passatempo visado com seriedade, haverá um núcleo de infelicidade em nossas vidas que será cada vez mais difícil ignorar conforme os anos vão passando.
Seja qual for o objectivo aparente, é evidente que um estímulo está operando em todos esses casos: a intenção, muitas vezes inconsciente, de atulhar a vida de actividades secundarias ou actividades substitutas de forma a não haver tempo para desempenhar o melhor trabalho de que alguém é capaz.
Em resumo, a intenção é fracassar.”

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Como reconhecer os sintomas do fracasso

"Primeiro passamos pela experiencia e só mais tarde nos voltamos para compreender o processo de desenvolvimento em nós mesmos. O individuo emerge da infância para a adolescência, da adolescência para a maturidade e em cada um desses momentos críticos vemos que as actividades e interesses do período anterior estão sendo substituídas pelas do actual. Reconciliando com as novas exigências nos mostrando prazeres e recompensas do período que se aproxima que vão substituir as que devemos abandonar.
O retraimento da luta, abandono do esforço, diminuição do desejo e da ambição seriam movimentos normais em um organismo que estivesse sendo gentilmente persuadido a deixar de lado suas preocupações com a vida.
É por essa razão que estamos autorizados a considerar a Vontade de Fracassar uma realidade.
Agora, se a inércia e a timidez substituem a actividade, o esforço passivo, a imobilidade e a resignação só aparecem no final da vida. Se esses sintomas não nos colocam em posição de desvantagem quando deveríamos estar em pleno gozo de nossas energias, não haveria razão para atacarmos esta Vontade de Fracassar como se ela fosse o arqui-inimigo de tudo o que é bom e eficaz em nós.
Se fosse facilmente identificável como o vilão perverso que é, ao chegar fora o tempo devido, seria simples combate-la. Mas quase sempre já estamos em seu poder antes de suspeitarmos vagamente que as coisas não estão como deveriam estar.
Estamos muito acostumados a falar do fracasso, frustração e timidez como coisas negativas, como se fossemos convidados a lutar contra moinhos de vento quando somos chamados a lutar contra os sintomas de fracasso.
Na juventude raramente reconhecemos esses sintomas em nós.
Os anos passam e acordamos assustados ao descobrirmos que o que certa vez foi um acanhamento juvenil e encantador tornou-se agora algo bem diferente, repelente e doentio. Depois a família cresce, se dispersa e ficamos sozinhos.
Temos a melhor das razoes para não estarmos a fazendo tão bem como deveríamos."
excerto de Og Mandino

quarta-feira, 16 de março de 2011

Tudo a perder ou quase tudo a ganhar!

Neste momento conturbado que passamos, em que cada vez que se liga a televisão, ouve-se a rádio ou lê-se o jornal, ao tomar conhecimento com a actualidade, além do túnel se estreitar, cada vez mais longo se torna.
Constantemente se ouve pessoas a dizerem que estão a perder tudo.
Antes iam com uma certa periodicidade a um ou outro restaurante e agora se sentem privados desse prazer, pois só o podem fazer uma ou outra vez.
Faziam passeios de carro por outras cidades e agora os preços dos combustíveis bloqueia-os.
Iam ao cinema, discotecas, festas e tudo mais. Eram detentores de todo o tipo de regalias e benefícios, que todo o ser humano deve usufruir.
Acredito, que as regalias e benefícios que adquiriram foram com muito esforço e dedicação para o conseguirem. Privaram-se de algo, em algum momento para terem a casa, carro ou algo que possuam.
Hoje dizem ter tudo a perder.
Façamos alteração de uma palavra e consequentemente uma transformação de imagem.
Alteramos a palavra “perder” para “ganhar”. Subconscientemente as imagens de conquista no passado vão ser revividas e voltam a fazer sentido para si.
Se no “antes” tinha uma margem de beneficio, quantitativa, maior e no “agora” já não, isso significa que não posso perder algo que já não o tenho.
Se já não tenho em meu poder, reverte-se dessa forma em ganhar ou voltar a ter.
A diferença é que como no “antes” se fez esforços, privações e dedicou-se a algo, tem-se a ideia que já está adquirido por direito e como tal já não deverei ter que passar pelo mesmo ou algo do género.
Acredite que está absolutamente correcto. Nunca nada é igual. Pode tomar a mesma decisão, mas as acções nunca serão iguais, ainda podendo ser semelhantes.
No “agora” tem tudo a ganhar. As periodicidades nos restaurantes, passeios, festas e diversão.
Esta frase a cima suscita um “como?”
Como? Mas no “antes” já o fez e conquistou. É só voltar a tomar as mesmas opções ou ainda melhores (com a aprendizagem obtida) e praticar ainda melhores acções. Por isso, já ganhou muita coisa que ninguém lhe pode tirar: conhecimento, experiencia e sabedoria.
Só tem que alterar a sua perspectiva, vontade e consequentemente o seu estado de espírito.
“Vá ao ataque!”
Paulo Renato

segunda-feira, 7 de março de 2011

O poder da Criatividade


Transformar tudo que o rodeia em arte, provém da sua enorme capacidade criativa em saber usar, para atingir um propósito pretendido.
A mente humana é ilimitada, assim que o dono dessa mente o entenda, que o deve ser.
Seja diferente e surpreenda os outros, superando-se a si mesmo.
Saia da “box”, pois tudo na vida funciona em espiral. Ascendente ou descendente.
Tome a sua opção.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ter uma meta


Tive recentemente um cliente que me questionou, porque é que vê algumas pessoas a conquistar e até mesmo, desejos partilhados e ele não?  
Normalmente as razões encontram-se, naquela pessoa que coloca a mesma questão.
Sabia o que queria? Tinha mesmo esse desejo? Ou ficou apenas em forma de pensamento?
Diariamente somos bombardeados com desafios que temos de encontrar solução e os pensamentos ficam perdidos no meio da turbulência.
Desejava assim tanto?
Então transforme esse pensamento em desejo ardente e crie uma meta dele.
Escreva num papel, que o vai acompanhar até o atingir.
Coloque-lhe uma data e trace um plano minucioso de forma a minimizar as derrotas possíveis. Mas se elas aparecerem mesmo assim, não vai ser isso que o vai deitar abaixo, pois vai transforma-las em vitórias com as lições que vai tirar delas. Passam a ser derrotas temporárias.
Não deixe que os “problemas salvadores” que são aqueles que servem para justificar sempre os seus insucessos sejam o seu estandarte.
E se tiver que reajustar o seu trajecto, faça-o.
Um mapa do passado pode já não lhe dar as indicações correctas. Reveja o seu caminho, mas caminhe.
Mantenha o seu foco.
Ter um mapa para não ser percorrido é o mesmo que comprar uma casota e não ter cão.
Transcreva a sua ideia para um papel e vamos ao ataque.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Vendas D2D - Persistência


A maioria das vezes, não se faz algo por falta de confiança, então o que custa mais, é dar o 1º passo.
Após esse passo, aquele estado de desconfiança e incerteza de si mesmo, transforma-se em algo que até aquele momento seria impossível de concretizar.
O mesmo não significa que obtenha sucesso à 1ª, 2ª ou 3ª vez que tenta. Até pode ter sucessivos fracassos, mas que estes sejam interpretados como “fracassos temporários”.
A sua persistência contínua, vai leva-lo ao seu sucesso pretendido.
Pode custar e até ter a percepção de que nunca lá chegará, mas isso só acontecerá se desistir quando esse sentimento lhe bater à porta da sua mente e deixa-lo entrar.
A partir desse momento deixou de ser um sentimento ou mesmo pensamento momentâneo e passa a ser parte de si mesmo.
Não permita que a falta de crença em si, das suas próprias incertezas ou por parte dos outros, tomem conta de si.
As suas limitações começam e terminam no seu próprio EU.
Acredite no que faz, acredite no que representa, acredite no seu produto, pois esse é a imagem que vê todos os dias quando se penteia. O seu produto é você mesmo.

Persista até alcançar o que deseja.

Transforme-se num COMERCIAL de EXCELÊNCIA.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A satisfação de necessidades, leva-nos ao inimaginável!

Um homem que estava desempregado entra num concurso para ser empregado de limpeza da Microsoft. O gerente de recursos humanos entrevista-o, faz um teste (pede para ele varrer o chão) e lhe diz: "o serviço é seu. Me dê o seu e-mail para que eu envie a ficha de inscrição, a data e a hora em que você deverá se apresentar para o serviço".
O homem, desesperado, responde que não tem computador, muito menos e-mail. O gerente de RH disse então que lamentava o ocorrido, mas que a ausência de e-mail significava que virtualmente o homem não existia, e que, como não existia, não poderia trabalhar.
O homem saiu desesperado, sem saber o que fazer e com somente 10 dólares no bolso. Decidiu então ir ao supermercado e comprar uma caixa com 10 quilos de tomates. Indo de porta em porta, resolveu vender os tomates a quilo e, em menos de duas horas, já tinha conseguido duplicar seu capital. Depois de repetir a operação mais três vezes, voltou para casa com 60 dólares.
E assim o tempo passa. O homem verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e chega do trabalho cada dia mais tarde. Pouco tempo depois compra uma kombi, depois a troca por um caminhão e chega a ter uma pequena frota de veículos para distribuição.
Cinco anos depois, o homem se torna dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro da família, decide tirar um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano justo e, quando a conversa acaba, o corretor lhe pede um endereço de e-mail para enviar a proposta.
O homem responde que não tem e-mail.
Curioso, o corretor lhe disse: "Você não tem e-mail e chegou a construir esse império. Imagine o que você seria se tivesse um e-mail!".
E o homem responde:
"Seria empregado de limpeza da Microsoft!"
Moral da história 1: a internet não soluciona sua vida;
Moral da história 2: se você quer ser empregado de limpeza da Microsoft, procure ter um e-mail;
Moral da história 3: Se você não tem um e-mail, mas trabalha muito, pode se tornar milionário;
Moral da história 4: se você recebeu isto por e-mail, está mais perto de ser empregado de limpeza do que milionário.
Encontrei e gostei!