quinta-feira, 20 de outubro de 2011

3 Pontos eficazes para alcançar objectivos estabelecidos


1.  Transformar a palavra “fracasso” em sucesso

Sempre que no seu percurso, seja deparado com um “fracasso” chame-o de “fracasso momentâneo”, não desanime ou desespere. Enfrente-o como sendo momentâneo. Use o slogan da Kodak: “Para mais tarde recordar.” E nesse caso quando o fizer, que seja para se rir daquele fracasso e ficar na memória o que dele tirou proveito. Coloque esta pergunta a si mesmo: Quando é que o fracasso é fracasso? Quando não se aprende nada com ele.

2.  Ver no escuro

Por vezes parece difícil conseguir ver algo que lhe chame de positivo, e a escuridão falo sentir-se perdido. Mesmo tendo bússola, a falta de luminosidade, não lhe permite orientar-se. É nestes momentos que deve forçar ainda mais o seu olhar e focar em algo que lá no fundo parece reluzir.

Quanto mais persistir no seu caminho previamente traçado, mais a luz potencia-se a aumentar. Controle as suas emoções e mantenha o foco e a persistência no que quer.


3.     Escolha a si mesmo, escolha o sucesso

Vai sempre existir alguém que lhe vai dizer que os seus objectivos estão errados, que não consegue, que é um lunático, para viver o mundo real…

Vai sempre existir alguém. Dentro do grupo do “alguém” coexiste também o seu EU, os seus sonhos, as suas esperanças, as suas metas. E se esse “alguém” for mesmo importante para si, seja um seguidor dele mesmo. Nunca ninguém sabe se alguma vez irá conseguir algo, até tentar. Tente com garra e dedicação. Mesmo que não consiga atingir aquele objectivo proposto, pelo menos que se supere em algo, e o seu resultado será sempre positivo.

Lembre que a palavra “sucesso” não tem o mesmo significado para todos.

Atinja o seu.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uma Fábula

Um capitão de um barco de transporte fluvial que trabalhava na travessia entre duas cidades. Certa vez um indivíduo de uma das cidades perguntou-lhe: “Como são as pessoas da outra cidade? Estou a pensar em mudar-me para lá!”
Aí o capitão responde-lhe com uma pergunta: “O que acha das pessoas da cidade onde vive agora?”
Se a pessoa responder que são calosas, boas e amigas, então o capitão, diz-lhe que os habitantes da outra margem são calorosos, bons e amigos. Mas se o indivíduo responde que são cruéis, frios e hostis, então obtêm de resposta como sendo iguais.
O que a fábula representa é que, embora não seja-mos responsáveis pelas acções e atitudes das outras pessoas, somos responsáveis pelo modo como reagimos aos outros e por essa razão, pelo modo como reagimos a nós mesmos.
Quando pensa em mudar de amigos, companheiro/a, de local onde vive ou trabalha e qualifica os outros, olhe para si.
Não são os outros que condicionam a sua forma de os ver, mas a sua forma de reagir a eles, vai mudar como o vêem.

sábado, 15 de outubro de 2011

Capacidade de resolução

Lembro quando criança, que qualquer coisa servia para exercer qualquer actividade de entretenimento. Desde com pneus velhos que juntávamos água no interior e com dois paus (normalmente de vassouras) enfiados no interior, percorríamos circuitos de corrida como que de provas de carros se tratasse; a arte de jogar o pião e a destreza de conseguir retirar o do adversário no círculo desenhado na terra ou na pedra; o tiquetaque; subir às árvores e fazer cabanas no cimo delas; o simples jogar à bola com balizas feitas com pedras ou outra coisa qualquer… qualquer coisa servia para brincar e criar competições com os amigos e o mundo em geral.
Hoje adultos, espera-se que as circunstâncias adjacentes, que sejam criadas pelos outros, levem à satisfação das suas necessidades. Reclama-se, injuria-se, apregoa-se a sua insatisfação.
A semelhança é as pessoas. A diferença é como usam a imaginação e desbloqueiam as condicionantes, com que vão deparando-se.
As oportunidades existem e não deixaram de existir.
Muitas das vezes a perceptibilidade delas, vai depender do modo em que se encontra alerta para as ver como tal.
Há muitos anos atrás, tive o prazer de trabalhar com uma pessoa que considero “master mind” no mundo dos negócios, que me disse isto: “Sometimes opportunities come knocking very softly.”
Esteja atento e crie o hábito de ver em tudo (ou quase tudo) uma oportunidade.

sábado, 8 de outubro de 2011

Crise

Na conjectura económica do país (mundial), a palavra mais ouvida e consequentemente usada é a palavra “crise”. É um facto e nada vale subestima-la.
Mas sendo nós um ser racional, com o potencial de pensamentos próprios e de tomar decisões, também vai depender, dessa mesma forma, o modo como se deixará ser arrastado ou fazer algo em contrário, no encontro das suas satisfações pessoais.
O modo como vê a palavra “CRISE” ampliada e em negrito, vai ocupar todo o campo de visão e nos pensamentos, obstruindo qualquer tipo de oportunidade positiva que se depare.
Se tiver consciência que a “crise” está instalada, mas de forma diminuída na minha mente, vou conseguir ter a possibilidade de ver algo mais, além da palavra em si.
Como ainda hoje de manha me perguntaram: “Mas como?”
Retire momentaneamente a respectiva palavra do seu vocabulário (mente). Olhe à sua volta como tudo estivesse bem e observe a quantidade de situações que poderia fazer de diferente e como transformaria em oportunidades, tanto para si como para outras pessoas.
Agora crie mentalmente, uma estratégia que funcionasse (que seja exequível).
De seguida escreva num papel, essa mesma ideia adicionando-lhe sentimentos de prazer e como iria satisfazer outras pessoas também.
Continuando a imaginar, faça uma lista de recursos (materiais e/ou humanos) de forma a poder realizar.
Após isto tudo, releia o que escreveu e vai notar que ainda poderia melhorar em algo mais. Volte a escrever e acrescente.
Sente-se a ler o que escreveu e encha-se de orgulho.
Agora vai notar que a palavra que por onde tinha começado este texto, já não se encontra na sua mente ou cada vez mais, está diminuída.
 Como é que isto é possível? Porque um dia um senhor disse: “Em momentos de crise a imaginação é mais importante que o conhecimento”. Albert Einstein